<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427</id><updated>2012-02-09T05:50:22.804-08:00</updated><title type='text'>ABSOLUT</title><subtitle type='html'>CULTURA E... MUITO MAIS.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>264</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-5880868030804706032</id><published>2012-02-09T05:50:00.000-08:00</published><updated>2012-02-09T05:50:22.812-08:00</updated><title type='text'>BIG BROTHER IS WATCHING YOU!</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;De vez em quando um pouco de Cultura sabe bem…sobretudo quando ela nos trazaté à sociedade que vivemos. &lt;br /&gt;Será também a literatura, uma ficção que esboça um futuro, uma das razões queelevam à genialidade alguns daqueles que escrevem e nos deixam admirados com o“Mundo Novo” que recriam? &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;George Orwell no seu extraordinário “1984”, logo no início do seu livro,deixa-nos perplexos com uma frase enigmática e que proporciona as mais diversasleituras: “Aquele que controla o passado, controla o futuro. Aquele quecontrola o presente, controla o passado”. É também com esta frase que começauma adaptação para cinema do livro de George Orwell, pseudónimo de Eric ArthurBlair, e realizada pelo britânico Michael Radford.&lt;br /&gt;George Orwell não pode ser considerado senão um grande visionário. O escritorbritânico alertava já no final da Segunda Guerra Mundial para o Mundo que seavizinhava: um Mundo subordinado ao poder, à corrupção, ao terrorismo, àssociedades totalitárias…&lt;br /&gt;O “Big Brother” pode ter sido inspirado em homens como Hitler, mas chega muitomais longe, tanto que agora, ele está mais actual que nunca. Orwell apresentaum interessante conceito para a definição da guerra (agora dir-se-ia “crise”):refere o autor que a guerra não tem como objectivo vencer o inimigo ou lutarpor uma causa, antes pretende manter o poder das classes altas da sociedade,limitando o acesso à educação, cultura e bens materiais…&lt;br /&gt;Orwell usou a sua arma favorita, a caneta, para denunciar um futuro que, seolharmos à nossa volta, é demasiado realista. “Mil Novecentos e Oitenta eQuatro” foi escrito em 1948! Três anos antes Orwell tinha dado à estampa outrofabuloso romance de seu nome “O Triunfo dos Porcos”. Tal como em “MilNovecentos e Oitenta e Quatro”, “O Triunfo dos Porcos” é uma metáfora muitocritica sobre a sociedade que, também hoje, vivemos. Curioso é verificar queexpressões como “Big Brother” tornaram-se banais devido à sua utilização numtenebroso concurso televisivo que foi exibido em diversos países. Aí é-nosprometida “a vida real como ela é”. No entanto, a essência do programa emquestão, está na obra que Orwell escreveu, sendo a frase “Big Brother isWatching You”, retirada da publicidade que inundou Londres aquando dolançamento do livro no final dos anos 40.&lt;br /&gt;“Mil Novencentos e Oitenta e Quatro” é a par de romances como “LaranjaMecânica”, ”Admirável Mundo Novo”, O Triunfo dos Porcos” ou “Fahrenheit 451”,um dos livros mais citados em todo o Mundo e em todas as épocas. &lt;br /&gt;Em “1984” é retratada uma sociedade totalitária onde o Estado é omnipresentetendo a capacidade de alterar o curso da história, bem como travar uma guerrasem fim, para que o seu objectivo não se altere, o controlo total da sociedade.&lt;br /&gt;O filme que Radford adaptou do livro reescrevendo o guião não consegue atingira excelência desta metáfora de Orwell sobre a nossa sociedade, mas tambémquantos filmes conseguem chegar aos calcanhares das obras em que se baseiam?Talvez “Laranja Mecânica” de Stanley Kubrick seja uma obra à altura do livro deAnthony Burguess. Mas, é sempre desleal comparar um livro com o filme. “1984”seguramente marca quem o lê… ou quem o pode ver no cinema. É um livro deleitura obrigatória pela sua actualidade. No fim de contas, a literatura écriatividade e deslumbramento. É saber ser visionário. É compreender o Mundo esaber que a nossa sociedade não se altera ao longo dos anos, seja o regimepolitico em que se viva. Quem tem o poder controla. Também Orson Welles soube,e de que maneira, tornar visível ao Mundo esse “poder” que controla, que vêtudo e que se apoio sempre nos mais fracos para conseguir garantir…o Poder.Literatura e cinema têm dado as mãos para metaforicamente traduzirem em ofuturo. Pena é que esse futuro seja quase sempre apocalíptico devido aocomportamento do homem na sociedade. E atenção “Big Brother is watching you”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Dorminsky&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-5880868030804706032?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/5880868030804706032/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=5880868030804706032' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5880868030804706032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5880868030804706032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2012/02/big-brother-is-watching-you_09.html' title='BIG BROTHER IS WATCHING YOU!'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3360050801075820173</id><published>2012-02-09T05:48:00.000-08:00</published><updated>2012-02-09T05:48:01.162-08:00</updated><title type='text'>FANTASPORTO É SERVIÇO PÚBLICO…MAS, NO FUNDO É TUDO UMA QUESTÃO DE CULTURA</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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É de novo um Fantasporto em grande. É um Fantas a fazerServiço Público. A levar a Cultura a públicos, muitas vezes dela afastados, aatrair Turismo, a proporcionar uma imagem de um Portugal de Cultura ao Mundo atrazer ideias novas para este Portugal em que vivemos. É de 20 de Fevereiro a 4de Março no Rivoli. &lt;/b&gt;Um Fantas que não é (e nunca foi) só cinema e que este ano pretendetambém discutir o FUTURO. O nosso FUTURO nas mais diversas valências. Do Saberà Ciência do Jornalismo às Artes, da Política à Economia. De &lt;span class="textexposedshow"&gt;21 a 24 de Fevereiro&lt;/span&gt; &lt;span class="textexposedshow"&gt;vãorealizar-se Debates, Workshops, Exposições, Demonstrações de Química, Robótica,Palestras, Conferências, Apresentação de livros, Exibição de filmes científicos&lt;/span&gt;.&lt;span class="textexposedshow"&gt;Este fórum é realizado em colaboração com diversasentidades e personalidades de reconhecida qualidade da Ciência e das Artes, numcruzamento natural com o Cinema. O objectivo é o fazer de um levantamento dasmúltiplas visões do Futuro em áreas tais como o Teatro, o Cinema, a Literatura,ou a Arquitectura, as Artes, a Óptica, a Robótica, as Ciências Biomédicas, aFísica, a Medicina, a Politica, o Jornalismo, a Web ou os Têxteis. Todas asiniciativas no âmbito deste fórum serão realizadas sob a égide da celebraçãooficial do 30º aniversário do filme “Blade Runner”, mundialmente considerado umdos melhores filmes da história do cinema, realizado por Ridley Scott,antestreado no Fantasporto’1982 e agora exibido por especial licença dosrepresentantes americanos do filme na sessão de encerramento do Fórum. IsabelMenezes&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;da Faculdade de Psicologia eCiências da Educação da Universidade do Porto&lt;/span&gt;, &lt;span class="textexposedshow"&gt;Ana Maria Braga da Cruz - Antiga Presidente da Comissãopara a Igualdade e para os Direitos da Mulher&lt;/span&gt;, &lt;span class="textexposedshow"&gt;José Pacheco Pereira - Historiador, político e comentadorda SIC do programa ”A Quadratura do Círculo”, Jorge Fiel - Jornalista,Subdirector do diário de expansão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="textexposedshow"&gt;Isabel Barros - Directora do Teatro de Marionetasdo Porto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;, &lt;span class="textexposedshow"&gt;Marcelo Ferreira - Director Artísticoda Escola de Dança Ginasiano de Gaia&lt;/span&gt;, &lt;span class="textexposedshow"&gt;AugustoCanedo - Pintor, Director Artístico da Bienal de Arte de Vila Nova de Cerveirae director da Galeria Por Amor à Arte&lt;/span&gt;, &lt;span class="textexposedshow"&gt;JorgePatrício Martins - Professor de Arquitectura e Urbanismo na Escola SuperiorArtística do Porto, António Florêncio - Professor Universitário da UniversidadePortucalense e antigo Director da Orquestra Nacional do Porto, Rogério Ribeiro- Director do "Fórum Fantástico" e da “Conversas Imaginárias” ecoordenador da “Antologia de Contos de Ficção Científica- Fantasporto 2012”&lt;/span&gt;,&lt;span class="textexposedshow"&gt;Luís Rosales - Crítico de cinema, director darevista Sci-Fi World (Espanha), Mário Augusto- jornalista e crítico eresponsável de programas de cinema da RTP&lt;/span&gt;, &lt;span class="textexposedshow"&gt;JoãoPaulo Teixeira- Director do Departamento de Saúde Ambiental do InstitutoNacional de Saúde, Ricardo Jorge&lt;/span&gt;, director do Instituto de Óptica da UP,&lt;span class="textexposedshow"&gt;Eduardo Silva –Director do Departamento de Robóticado Instituto Superior de Engenharia do Porto, Coordenador da Unidade deRobótica do INESCTEC,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="textexposedshow"&gt;Hélder M. Crespo - Professor Assistente doDepartamento de Física e Astronomia da Universidade do Porto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;, &lt;span class="textexposedshow"&gt;Ana Cristina Freire – Departamento de Química eBioquímica da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, João Lopes dosSantos- Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade doPorto, Dra. Maria do Sameiro Caetano Pereira –Directora do Centro Integrado deCirurgia de Ambulatório do Hospital Santo António - Centro Hospitalar do Portoserão, entre outros, oradores nas referidas conferências.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="textexposedshow"&gt;O FUTURO AGORA passa também por uma inédita eespectacular (já a vimos!) exposição de Holografia num projecto elaborado emparceria com o Museu de Ciência da Faculdade de Ciências da Universidade doPorto, com a colaboração do Prof Luís Miguel Bernardo, Director do Museu, ecoordenado pelo Prof Helder M. Crespo, Professor Assistente do Departamento deFísica e Astronomia da Universidade do Porto. A Exposição pretende demonstraralguns aspectos da tecnologia óptica desenvolvida no Porto, estabelecendo tambémuma ponte com o Cinema, nomeadamente pela ilustração de métodos deestereoscopia, os quais estão hoje na base do Cinema 3-D, mas cujos princípiosforam já estabelecidos no Séc. XIX. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="textexposedshow"&gt;Ocorrerá ainda a apresentação de um macro hologramacriado ainda pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto comemorando o “Especial30 anos do filme “Blade Runner”. Foi assim criado expressamente para oFantasporto este elemento novo em tecnologia holográfica, estabelecendo assimuma relação visual forte entre o referido clássico do cinema, o Fantasporto e aCidade do Porto, holograma que passará a integrar o espólio do Museu da Ciênciada UP. Neste Fórum ocorrerá igualmente o lançamento do livro “Antologia deContos de Ficção Científica- Fantasporto 2012”, com edição coordenada porRogério Ribeiro e pelo Fantasporto e publicado pela ASA (Grupo Leya) . O livroinclui os textos de autores convidados e do vencedor do Concurso de ContosFantásticos Fantasporto 2012, representando 3 países e 3 continentes, e queteve lugar em Setembro e Outubro 2011. Este livro vai contar com uma edição edistribuição no Brasil. Apresentações para o grande público sobre óptica,holografia e investigação óptica feita na Universidade do Porto ocorrerãodurante o Fantasporto, tudo isto a par de ciclos de filmes científicos e deficção sobre o Futuro, encerrando o Forum a referida exibição do filme “BLADERUNNER”, clássico de Ridley Scott. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3360050801075820173?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3360050801075820173/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3360050801075820173' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3360050801075820173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3360050801075820173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2012/02/fantasporto-e-servico-publicomas-no.html' title='FANTASPORTO É SERVIÇO PÚBLICO…MAS, NO FUNDO É TUDO UMA QUESTÃO DE CULTURA'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3742466872708550284</id><published>2012-02-02T06:15:00.000-08:00</published><updated>2012-02-02T06:15:07.166-08:00</updated><title type='text'>QUEREMOS INVESTIR EM PORTUGAL</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Algumas são as indústrias que  ainda têm potencial de crescimento em Portugal, sobretudo aquelas que  estão viradas para a “imagem” e a “tecnologia”. Indústrias que se  suportam em empresas geridas por gente jovem e às quais se tem de dar  particular atenção. Esses que já olham para um Mundo Global e não só  para este cantinho da Europa. &lt;/b&gt;Exportam tecnologia, projectos, conceitos e  muitas vezes “vão com eles” porque em Portugal não têm, infelizmente, o  futuro assegurado.&amp;nbsp; Além destas áreas, será interessante também saber  que 23 a 25% da população portuguesa (sobre) vive no âmbito de outras  duas das mais importantes Indústrias dos nossos dias, as da Cultura e do  Turismo…isto é, aquelas que nos proporcionam esse Lazer que nos faz  afastar da realidade do quotidiano e faz crescer os serviços. No fundo,  as que fazem o dinheiro circular em vez de se manter depositado numa  banca cada vez mais “agarrada” e que limita o desenvolvimento da nossa  economia. &lt;br /&gt;Mas aqui surge mais um problema grave. Vivemos num país em que os nossos  governantes desde sempre olharam para a denominação Cultura como algo  elitista, que não dá votos. Daí sempre os zero vírgula qualquer coisa  que vemos, cada ano, consignados no Orçamento para o Ministério ou a  actual Secretaria de Estado da Cultura. Então, como se explica que  milhares de pessoas se refugiem no Lazer e na Cultura? Só&amp;nbsp; se explica o  inundar das "baixas" das grandes cidades "noite dentro”, em particular  aos fins de semana, por uma movida jovem que "gasta” aí o seu "poupado"  dinheiro. É que se não há mais NADA que os afaste da realidade, como  poderão os portugueses continuar a aguentar a contínua “informação” de  que a recessão está aí? Já sabemos. Estamos fartos de saber no “buraco”  em que nos encontramos. Mas, no fundo, é tudo uma questão de Cultura. De  formação. De olhar o Mundo de hoje e aplicar uma política cultural,  consistente e sustentada na nossa oferta turística e de serviços para o  país que somos. Não uma politica cultural elitista. Uma politica  cultural construída por “patamares” para, aos poucos, poder chegar a um  cada vez mais amplo núcleo da população. Há mais de vinte anos que, por  toda a Europa e, porque não dizê-lo, em todo o Primeiro Mundo, as  Industrias da Cultura em conjugação com as do Turismo, têm sido solução  para a implementação de uma forte Indústria do Lazer que, como disse,  vem permitindo um crescimento generalizado do sector de serviços.  Apoiando a cultura INVESTE-SE no futuro. Vejam o que Espanha está a  fazer, ou a Alemanha, ou o França ou, enfim, quase toda a Europa,  apostando nas indústrias do Turismo em ligação com as da Cultura. Se  conhecemos e, eventualmente, queremos ir a Cannes, Avignon, ou Salzburgo  é porque ali, acontece algo...um festival de cinema, um de teatro ou um  de música. Se queremos ir a Bilbao...é porque há ali um novo Museu.  Praga, Barcelona, Paris, Londres são cidades monumentais, mas também  cheias de cultura e de espaços de lazer, daí, apelativas aos turistas. E  os serviços são uma fonte de receitas considerável. Não será tal óbvio?&lt;br /&gt;&amp;nbsp;É recorrente dizer que a Cultura é uma actividade subsídio –  dependente. Direi que sim, se é serviço público. Tem de o ser. É nela  que o Estado deve investir para garantir a sua imagem internacional. É a  Cultura que tem de ver garantido financiamento do Estado para os seus  teatros, museus, fundações, para o restauro e preservação do nosso  património. E porque não uma fatia desse “bolo” para os projectos que  emergem de privados? Que se crie, de uma vez por todas, uma Lei do  Mecenato que, tal como nos Estados Unidos, abra a porta às empresas  privadas para poderem, sem receio, apoiar a Cultura. E fica a pergunta:  Porque é que às verbas que estas empresas têm de pagar anualmente de  IRC, não podem ser deduzidas numa percentagem significativa (ou até  totalmente) os investimentos que possam fazer na cultura? Assim,  poder-se-ia garantir que os projectos com futuro e de qualidade se  continuassem a realizar sem sobressaltos e com pouco ou nenhum  investimento estatal. Vivemos tempos difíceis. Não há muitas opções para  sair da crise. Podemos ficar a ver tudo ruir como um autêntico "baralho  de cartas". Ou "arriscar". Não será seguramente por uns milhares de  Euros que o Estado não encaixa que não se irá pagando o défice…Pela  minha parte, a solução é não ficar parado. Lutarei por aquilo em que  acredito. Esta é a única lógica possível, isto se quisermos que algo  mude neste país. No fundo, é tudo mesmo uma questão de CULTURA!&lt;br /&gt;Mário Dorminsky&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3742466872708550284?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3742466872708550284/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3742466872708550284' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3742466872708550284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3742466872708550284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2012/02/queremos-investir-em-portugal.html' title='QUEREMOS INVESTIR EM PORTUGAL'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3187504093865921926</id><published>2012-01-30T07:03:00.000-08:00</published><updated>2012-01-30T07:03:15.626-08:00</updated><title type='text'>FÓRUM O FUTURO AGORA</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;Este fórum é realizado em colaboração com diversas entidades e personalidades de reconhecida qualidade da Ciência e das Artes, num cruzamento com o Cinema, sendo coordenado pela directora do Fantasporto Beatriz Pacheco Pereira. O objectivo é fazer um levantamento das múltiplas visões do Futuro em áreas tais como o Teatro, o Cinema, a Literatura, ou a Arquitectura, no lado das Artes, a Óptica, a Robótica, as Ciências Biomédicas , a Física, a Medicina, a Politica, o Jornalismo, a Web ou os Têxteis, no lado das Ciências. Todas as iniciativas no âmbito deste fórum serão realizadas sob a égide da celebração oficial do 30º aniversário do filme “Blade Runner”, mundialmente considerado um dos melhores filmes da história do cinema, um filme realizado por Ridley Scott, antestreado no Fantasporto 1982 e agora exibido em digital por especial licença dos representantes americanos do filme na sessão de encerramento do Fórum. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui fica o PROGRAMA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 a 24 de Fevereiro&lt;br /&gt;O FUTURO AGORA. AGORA O FUTURO&lt;br /&gt;Rivoli Teatro Municipal (diversos horários)&lt;br /&gt;Debates, Workshops, Exposições, Demonstrações de Química, Robótica, Palestras, Conferências, Apresentação de livros, Exibição de filmes científicos&lt;br /&gt;Iniciativa da Cinema Novo CRL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CINEMA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SELECÇÃO DE FILMES DE FICÇÃO CIENTÍFICA &lt;br /&gt;Rivoli – Teatro Municipal&lt;br /&gt;20 a 23 Fevereiro (diversos horários)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exibição dos filmes encomendados às escolas de cinema portuguesas e a produtores independentes de novos filmes dentro do tema “Ficção Científica”. Filmes científicos sobre o tema FUTURO serão complemento das conferências e irão ser exibidos no Pequeno Auditório do Rivoli. Complementará este programa um ciclo de cinema dedicado à ficção científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SABER E CIÊNCIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21 de Fevereiro a 3 de Março &lt;br /&gt;WORKSHOPS E DEMONSTRAÇÕES DE ÓPTICA E ROBÓTICA&lt;br /&gt;Rivoli – Teatro Municipal&lt;br /&gt;(diversos horários)&lt;br /&gt;Haverá ainda demonstrações para o grande público sobre óptica, holografia e investigação óptica feita na Universidade do Porto durante o Fantasporto. Robótica e Investigação Científica serão igualmente motivo para apresentação de novos projectos e workshops.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONFERÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21 de Fevereiro&lt;br /&gt;CONFERÊNCIAS DO FUTURO I&lt;br /&gt;Rivoli Teatro Municipal &lt;br /&gt;16.30h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oradores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEATRO – Dra. Isabel Barros - Directora do Teatro de Marionetas do Porto&lt;br /&gt;DANÇA – Dr. Marcelo Ferreira - Director Artístico da Escola de Dança Ginasiano de Gaia&lt;br /&gt;ARTES PLÁSTICAS- Pintor Augusto Canedo - Pintor, Director Artístico da Bienal de Arte de Vila Nova de Cerveira, director da Galeria Por Amor à Arte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONFERÊNCIAS&lt;br /&gt;21 de Fevereiro&lt;br /&gt;CONFERÊNCIAS DO FUTURO II&lt;br /&gt;Rivoli Teatro Municipal &lt;br /&gt;18.30h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oradores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARQUITECTURA E URBANISMO - Professor Arquitecto Jorge Patrício Martins - Professor de Arquitectura e Urbanismo na Escola Superior Artística do Porto. &lt;br /&gt;MÚSICA - Doutor António Florêncio - Professor Universitário da Universidade Portucalense e antigo Director da Orquestra Nacional do Porto.&lt;br /&gt;LITERATURA - Dr. Rogério Ribeiro - Director do "Fórum Fantástico" e da “Conversas Imaginárias” e coordenador da “Antologia de Contos de Ficção Científica- Fantasporto 2012”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONFERÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22 de Fevereiro&lt;br /&gt;CONFERÊNCIAS DO FUTURO III&lt;br /&gt;Rivoli Teatro Municipal &lt;br /&gt;17.30h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oradores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PSICOLOGIA - Professora Doutora Isabel Menezes - Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto&lt;br /&gt;A MULHER - Doutora Ana Maria Braga da Cruz - Antiga Presidente da Comissão para a Igualdade e para os Direitos da Mulher&lt;br /&gt;POLÍTICA - Doutor José Pacheco Pereira - Historiador, político e comentador da SIC&amp;nbsp; do programa ”A Quadratura do Círculo”.&lt;br /&gt;WEB 3 (ou 4?) - Mário Dorminsky – Vereador da Cultura de V.N.de Gaia&lt;br /&gt;COMUNICAÇÃO SOCIAL – Dr. Jorge Fiel - Jornalista, Subdirector do diário de expansão nacional Jornal de Notícias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONFERÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23 de Fevereiro&lt;br /&gt;CONFERÊNCIAS DO FUTURO IV&lt;br /&gt;Rivoli Teatro Municipal &lt;br /&gt;16.30h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oradores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CINEMA - D. Luís Rosales - Crítico de cinema, director da revista Sci-fi World (Espanha) e Dr. Mário Augusto- jornalista e crítico e responsável de programas de cinema da RTP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONFERÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23 de Fevereiro&lt;br /&gt;CONFERÊNCIAS DO FUTURO V&lt;br /&gt;Rivoli Teatro Municipal &lt;br /&gt;18.00h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CIÊNCIAS BIOMÉDICAS- Professor Doutor João Paulo Teixeira- Departamento de Saúde Ambiental, Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge&lt;br /&gt;Título da apresentação : “O mundo FantasNANO”.&lt;br /&gt;ENGENHARIA/ROBÓTICA- Professor Doutor Eduardo Silva –Director do Departamento de Robótica do Instituto Superior de Engenharia do Porto, Coordenador da Unidade de Robótica do INESCTEC&lt;br /&gt;ÓPTICA E HOLOGRAMAS – Professor Hélder M. Crespo - Professor Assistente do Departamento de Física e Astronomia da Universidade do Porto&lt;br /&gt;TEXTÉIS - Professor Doutora Ana Cristina Freire – Departamento&amp;nbsp; de Química e Bioquímica da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto &lt;br /&gt;FÍSICA- Professor Doutor João Lopes dos Santos- Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto&lt;br /&gt;CIRURGIA- Dra. Maria do Sameiro Caetano Pereira –Directora do Centro Integrado de Cirurgia de Ambulatório do Hospital Santo António - Centro Hospitalar do Porto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXPOSIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24 Fevereiro&lt;br /&gt;HOLOGRAMAS E TECNOLOGIA ÓPTICA&lt;br /&gt;O FUTURO AGORA. AGORA O FUTURO&lt;br /&gt;Rivoli Teatro Municipal &lt;br /&gt;Inauguração 19.00hs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evento exposição do Programa elaborado em parceria com o Museu de Ciência da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, com a colaboração do Prof Luís Miguel Bernardo, Director do Museu, e coordenado pelo Prof Helder M. Crespo, Professor Assistente do Departamento de Física e Astronomia da Universidade do Porto. A Exposição pretende demonstrar alguns aspectos da tecnologia óptica desenvolvida no Porto, estabelecendo também uma ponte com o Cinema, nomeadamente pela ilustração de métodos de estereoscopia, os quais estão hoje na base do Cinema 3-D, mas cujos princípios foram já estabelecidos no Séc. XIX. &lt;br /&gt;Haverá ainda Apresentações para o grande público sobre óptica, holografia e investigação óptica feita na Universidade do Porto durante o Fantasporto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXPOSIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24 Fevereiro&lt;br /&gt;PORTO, FANTASPORTO &amp;amp; BLADE RUNNER&lt;br /&gt;HOLOGRAMA&lt;br /&gt;Rivoli Teatro Municipal &lt;br /&gt;Inauguração 19.00hs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inauguração de novo Holograma gigante criado pelo Museu de Ciência da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto tendo em conta a Comemoração Especial dos 30 anos do filme “Blade Runner”. Foi criado expressamente para o Fantasporto este elemento novo em tecnologia holográfica, estabelecendo assim uma relação visual forte entre o referido clássico do cinema, o Fantasporto e a Cidade do Porto, holograma que integrará o espólio do Museu de Óptica da UP.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3187504093865921926?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3187504093865921926/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3187504093865921926' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3187504093865921926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3187504093865921926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2012/01/forum-o-futuro-agora.html' title='FÓRUM O FUTURO AGORA'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-5267604965391525525</id><published>2012-01-30T07:00:00.000-08:00</published><updated>2012-01-30T07:00:36.120-08:00</updated><title type='text'>CARNAVAL É NO FANTASPORTO</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b&gt;Se a época carnavalesca é tempo de folia e máscaras, nada melhor do que aproveitar estes dias de férias e diversão para uma visita ao maior festival de cinema português. O Teatro Rivoli vai ser o palco ideal para uma forma alternativa de entretenimento onde os filmes de Ed Wood e o mito de Dracula ocupam o lugar de destaque. &lt;/b&gt;A edição 2012 do Fantaporto – Festival Internacional de Cinema do Porto decorre entre os dias 20 de Fevereiro e 4 de Março sendo que este "especial" decorrerá nos dias 20 e 21 de Fevereiro.&lt;br /&gt;Como no Carnaval ninguém leva a mal, o sempre considerado "pior cineasta do mundo", o grande Ed Wood, é alvo de uma homenagem muito especial no Fantas deste ano. “Tão mau que é bom” é a frase que define o trabalho de Edward Davis Wood Jr. Os filmes seleccionados, entre os quais “Plan 9 from Outer Space” ou “Glenn or Glenda” adquiriram desde há muito o estatuto de “cult movies”. A ingenuidade dos seus efeitos especiais, os diálogos surrealistas e o aparente (ou real, mesmo) amadorismo dos seus actores transformam estas obras delirantes em momentos únicos de comédia, capazes de arrancar sonoras gargalhadas aos espectadores. &lt;br /&gt;Em tempo de máscaras, a personagem de “Drácula” ocupa um lugar cimeiro na galeria do terror. Nos 100 anos da morte de Bram Stoker, o Fantasporto não podia deixar de se associar à efeméride recuperando para o grande ecrã a obra prima desse cineasta genial que é Francis Ford Coppola. A exibição de “Bram Stoker’s Dracula” é antecedida pelo clássico do expressionismo alemão que é “Nosferatu” de F. W. Murnau. Duas visões sobre o monstro numa memorável sessão dupla. Se há casos em que a Criatura ultrapassou a obra do seu Criador, Bram Stoker fica para a História por essa inspiração de um personagem maléfico, nocturno, sedento de sangue e, mesmo assim ou apesar disso, imensamente sedutor. Conde Drácula pode ser vagamente inspirado nessa figura lendária dos tempos negros das invasões bárbaras que foi Vlad o Empalador. Mas não só de cinema se vão viver estes primeiros dias do Festival Internacional de Cinema do Porto. Sob o tema escolhido para a edição 32 do festival – O Futuro Agora – inicia-se o ciclo de conferências sobre as visões do futuro nas artes e nas ciências. A primeira conferência abordará as perspectivas de evolução da literatura, dança, teatro, artes plásticas, entre outros.&lt;br /&gt;Aí também tem um Carnaval "diferente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-5267604965391525525?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/5267604965391525525/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=5267604965391525525' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5267604965391525525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5267604965391525525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2012/01/carnaval-e-no-fantasporto.html' title='CARNAVAL É NO FANTASPORTO'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-4466807635434462556</id><published>2012-01-30T06:57:00.000-08:00</published><updated>2012-01-30T06:57:14.664-08:00</updated><title type='text'>ANTESTREIAS MUNDIAIS E EUROPEIAS NO FANTASPORTO 2012</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b&gt;O Fantasporto é sempre palco todos os anos de antestreias mundiais e europeias. São sempre muitos os produtores e realizadores que queres estrear o seu filme no Festival Internacional de Cinema do Porto. É uma aposta forte no nosso festival que só reflecte a qualidade pela qual nos regemos há mais de 30 anos. Este ano contamos com uma mão cheia de filmes para apresentar. Desde o novo filme de Mick Garris "Bag of Bones" com Pierce Brosnan à mais recente obra de Artur Serra Araújo, que conhecemos de “Suicídio Encomendado”.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Será assim no Fantasporto que estes novos filmes serão testados perante o público, indústria e júris. A reacção de todos os agentes do meio cinematográfico é fulcral para o sucesso das obras. Veja-se o caso do filme “Rabies” dos israelitas Aharon Keshales e Navot Papushado. Depois da estreia no Fantasporto o filme trilhou uma rota de sucesso pelo resto do Mundo. O Fantasporto continua a receber mensagens de agradecimento destes dois realizadores que já estão a trabalhar no segundo filme, depois do excelente acolhimento que "Rabbies" teve no Fantas.&lt;br /&gt;Com grande orgulho o Fantasporto vai apresnetar em estreia mundial o mais recente filme de Artur Serra Araújo, o realizador de “Suicídio Encomendado”. Manuela é uma sensual delegada de propaganda médica. Vive habituada a trilhar os caminhos da infidelidade, envolvendo-se inconsequentemente com médicos. Suspensa entre o sonho de um grande amor e uma vida de conforto, oscila num limbo entre um homem, que tem ataques de pânico cada vez que se apaixona, e um terrorista romântico que jamais perdoará uma traição. &lt;br /&gt;Num registo mais fantástico está a mais nova produção de Mick Garris – “Bag of Bones”. Prémio Carreira do Fantasporto 2011, e realizador de, entre outros, “Sonâmbulos” baseado em Stephen King”, “A Mosca 2” e das séries TV “Contos Assombrosos” e “Masters of Horror” dirige agora Pierce Brosnam (“GoldenEye”, “007 – Morre Noutro Dia”) na adaptação para cinema de uma mini série de terror, mais uma vez, baseada numa obra de Stephen King.&lt;br /&gt;Destaque, também, para o regresso de Julian Richards à realização. Actualmente director de uma produtora, a Jinga Films, o público do Fantasporto conhece-o de filmes como “Darklands” (Prémio Especial do Júri do Fantasporto 1997) e “The Last Horror Movie” (Prémio do Público Fantasporto 2004). Em estreia mundial, “Shiver” sobre uma jovem secretária com baixa auto-estima que é apanhada por uma assassino selvagem. Contudo, arranja força e coragem para se libertar e fugir. Obcecado com Wendy, o assassino não desiste e consegue furar uma operação policial para recapturar a jovem.&lt;br /&gt;Num registo sobrenatural – “In The Dark Half”. Uma arrepiante história de fantasmas sobre amor, tristeza e redenção. No papel principal está a jovem promessa Jessica Barden com 20 anos e que vimos em Tamara Drewe de Stephen Frears e “Hanna” de Joe Wright.&lt;br /&gt;“A Gentle Rain Falls for Fukushima" é outra das longas metragens em Antestreia Mundial. O projecto começou a ser desenvolvido em 2008. No início de 2011 havia apenas o argumento. Com o terramoto que atingiu Fukushima, o filme foi, inicialmente, suspenso, mas a população local encorajou os produtores e realizador a completarem o trabalho. Parte dos lucros do filme vão ser doados para o Fundo de Ajuda às Vítimas do Terramoto de Tohoku. O Fantasporto vai mostrar ao Mundo esta ambiciosa obra... Ainda diversas curtas metragens serão exibidas no Fantasporto em AE Mundial&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-4466807635434462556?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/4466807635434462556/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=4466807635434462556' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4466807635434462556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4466807635434462556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2012/01/antestreias-mundiais-e-europeias-no_30.html' title='ANTESTREIAS MUNDIAIS E EUROPEIAS NO FANTASPORTO 2012'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-7091408605583331797</id><published>2012-01-26T04:52:00.000-08:00</published><updated>2012-01-26T04:52:12.964-08:00</updated><title type='text'>A CULTURA DÁ AS MÃOS AO TURISMO MAS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Apesar de sermos um micro país nesta Europa em que tudo está em ebulição, somos seguramente capazes de o transformar num espaço de forte chamamento turístico/cultural, potenciando assim o nosso crescimento económico. Será das poucas formas, admito, que conseguiremos “abrir uma porta” para contrariar a tão propalada crise, para a já anunciada “recessão” que se avizinha na Europa e, dizem ainda esta semana os responsáveis do FMI, no Mundo. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Só para quem não quer ver, é no Turismo, no Lazer e na Cultura que continua a existir investimento dos privados em Portugal. Sente-se inclusivamente que com pouco, ou até nenhum, esforço do Estado e, muito por influência da entrada nos nossos aeroportos de médias/grandes estruturas de companhias de aviação, ditas “low cost”, nas grandes cidades, sobretudo Lisboa, Funchal, Porto e Faro se faz sentir um crescimento brutal de turistas estrangeiros. A necessidade é fixá-los alguns dias garantindo, sobretudo nesses centros urbanos por excelência as condições necessárias para que “eles” tenham de fazer durante a sua estadia. Sem apoios de qualquer espécie da parte do Estado os investidores com empreendedorismo avançam há alguns poucos anos para a recuperação e restauro dos seus hotéis e para a construção de novos. E muitos são. Na restauração, e isto apesar do brutal aumento do IVA, novos bares vão “nascendo” como de cogumelos ser tratassem. Os restaurantes de luxo vão sendo cada vez mais conquistando também esses turistas que nos visitam com a nossa excelente gastronomia e os nossos excelentes vinhos. Por outro lado os produtores culturais, em contra-corrente vão desenvolvendo uma actividade, cada vez mais ampla, no sentido de poder recuperar o investimento que fazem na realização de concertos, de festivais de diversas valências, da montagem de peças de teatro, sobretudo comédias e musicais. A música erudita enche os espaços a ela destinados, as exposições, garantidas pelas autarquias, pelo Estado nos seus Museus e pelas próprias Galerias de arte, as tertúlias culturais que se desmultiplicam e até as simples apresentações de livros conseguem públicos que aumentaram consideravelmente nos últimos dois anos. Sei que há uma quebra no cinema comercial (no último ano de 800 mil espectadores) mas aí não podemos esquecer a concorrências das televisões e que as novas tecnologias do audiovisual permitem, no conforto do lar, ver os grandes filmes que pouco tempo antes estreiam nas salas. Reparem que toda esta iniciativa parte de privados mesmo numa altura em que o crédito às pequenas e médias empresas está bloqueado isto apesar do Poder Central ter injectado nos bancos consideráveis verbas para garantir “empréstimos” a quem os necessitasse. Esta é uma prova objectiva de que estas valências do turismo / cultura / lazer têm de ter um “empurrão” do Estado para não existir retracção e poderem crescer ainda mais, também no interior do País…até porque somos e continuaremos a ser um autêntico paraíso para que quer e ainda pode fazer turismo.&lt;br /&gt;Tenho consciência que há sectores do mercado em queda total, como é o da construção ou o dos automóveis mas, continua a ser a pequena indústria quem mais sofre. Não pode fazer investimentos, não cria, nem pode manter empregos. É o caso das pequenas empresas da área de serviços que, aos poucos, vão fechando portas quando, sobretudo estas últimas, poderiam ser altamente beneficiadas com o crescimento turístico do país. &lt;br /&gt;Ainda há pouco cheguei de uma capital europeia e nem sequer ouvi falar de “recessão” nem nos jornais, nem na TV. Vi gente. Milhares de pessoas a trabalhar, a fazer compras, a encher restaurantes, a ver teatro, bailado, musicais ou filmes. Vi dinheiro a circular. Vi uma economia “vibrante” que terá seguramente retorno. Por aqui, com os “cortes” directos e indirectos que se fazem continuamente às “carteiras” dos portugueses, a nossa economia está completamente bloqueada. &lt;br /&gt;E volto ao tema desta crónica. Temos um Portugal lindíssimo. Os microclimas que temos geram paisagens bem diversas com um potencial turístico inesgotável. Possuímos um património histórico fabuloso e serviços turísticos de grande qualidade. Somos claramente um país de turismo. Com uma estratégia de marketing bem montada pelo Estado podemos ser, em muito pouco tempo, o tal “paraíso” da Europa. Esta é de momento a única indústria capaz de ir tirando Portugal da crise em que se encontra.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Dorminsky&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-7091408605583331797?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/7091408605583331797/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=7091408605583331797' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/7091408605583331797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/7091408605583331797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2012/01/cultura-da-as-maos-ao-turismo-mas.html' title='A CULTURA DÁ AS MÃOS AO TURISMO MAS'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-5843278652340358323</id><published>2012-01-21T08:45:00.000-08:00</published><updated>2012-01-21T08:45:17.476-08:00</updated><title type='text'>REGIÕES TRANSFRONTEIRIÇAS COMO VEÍCULO PARA A REGIONALIZAÇÃO</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A morte de Fraga Iribarne faz-me recordar um dos seus principais papeis na sua prolífera actividade e conceitos políticos que defendeu. A defesa do Norte de Portugal e a sua ligação à Galiza a ele muito se deve. Pelo meu lado há muito que acredito que as zonas transfronteiriças têm de ser geridas com um entendimento claro entre países, melhorando assim consideravelmente as condições de vida de comunidades, que à custa de uma História pejada de conflitos territoriais há muito terminados, trilham percursos separados social e economicamente.&lt;/b&gt; Existe assim uma lógica clara na criação do chamado Eixo Atlântico, associação de 34 Municípios do Norte de Portugal e da Galiza que, enquanto estrutura agregadora de experiências funciona igualmente como um lobby das necessidades dos Municípios desta Região Transfronteiriça nas mais diversas valências, inclusivamente na cultura e turismo. &lt;br /&gt;Tenho conhecimento do fulgor que o Eixo Atlântico pode emprestar aos municípios de fronteira. O meu envolvimento com a estrutura da entidade tem sido de imensa colaboração e, sou naturalmente dos que apoiam as soluções transfronteiriças no cenário sócio-económico da União Europeia. Basta recordar o conceito de eurocidade, que funciona entre Chaves e Verin. Ambas as comunidades encontram-se praticamente unidas geograficamente e as questões administrativas são resolvidas em conjunto, como se os dois municípios fossem um só. Claro que se podem levantar sempre algumas questões de soberania, mas nada que a diplomacia e o empenho dos visados não resolvam. Aliás basta conhecer o bem-estar resultante desse entendimento.&lt;br /&gt;Já experimentámos, com sucesso, fórmulas de identidade cultural comuns. A montante, pela capacidade de entendimento em projectos culturais transversais, associando experiências e pessoas do Norte de Portugal e da Galiza. Fazemo-lo com as&amp;nbsp; Capitais da Cultura do Eixo Atlântico que já tiveram lugar em Gaia e em Viana do Castelo. Os resultados de tal iniciativas, entre algumas outras, foram excelentes, provando que as audiências também procuram artes e espectáculos que não são apenas os “impostos” pelas “ditaduras” das televisões ou das campanhas associadas apenas aos grandes nomes do show-business internacional, normalmente conceptualizadas numa lógica britânica ou norte-americana. Sublinho que nada tenho contra estas últimas estéticas. Mas sinto-me responsável também enquanto produtor cultural, pela prioridade que devemos assumir quando desenvolvemos projectos no sentido do enriquecimento cultural e intelectual daqueles que nos são mais próximos.&lt;br /&gt;E, numa visão mais global e pragmática, com um País, como Portugal, excessivamente centralizado, sou mesmo adepto dos protocolos, acordos e tratados transfronteiriços. Por exemplo, o Norte português tem encontrado objectivos comuns com a Galiza. Objectivos esses congregados no grupo político e de pressão junto das instâncias europeias a que se denominou Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular. E que, em termos práticos, poderá ser uma das soluções objectivas e mais rápidas no que diz respeito à reestruturação de uma série de serviços públicos de primeira necessidade seja nos transportes, nos acessos, na gestão das cidades, nos mercados, nas redes de cultura que podem permitir para além de um importante intercâmbio cultural, descentralizar e manter vivas as nossas tradições junto das populações dessas regiões.&lt;br /&gt;A criação da “expo cidades”, um evento anual reservado à promoção turística das cidades é também ele, um contributo fundamental para divulgar a cultura, as tradições e promover o Turismo de proximidade. Tudo isto acontece longe das crises instaladas. Tudo isto prova que este Eixo é de facto um factor de ligação entre as populações capaz de dinamizar igualmente os serviços e naturalmente a economia. Não será com exemplos como estes que se pode provar que a regionalização dá também os seus frutos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Dorminsky&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-5843278652340358323?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/5843278652340358323/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=5843278652340358323' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5843278652340358323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5843278652340358323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2012/01/regioes-transfronteiricas-como-veiculo.html' title='REGIÕES TRANSFRONTEIRIÇAS COMO VEÍCULO PARA A REGIONALIZAÇÃO'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-8014569436113078262</id><published>2012-01-15T07:11:00.000-08:00</published><updated>2012-01-15T07:11:32.008-08:00</updated><title type='text'>DADOS DO ICEX..</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b&gt;DADOS DO ICEX, o Instituto do Turismo e Comércio de Espanha:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A  Indústria do Turismo e do Lazer subiu 7,7 em 2011...parecemos  ceguinhos...há anos que esta é e terá de ser a nossa principal  Indústria...ou não tivessemos o fantástico país que temos mas...continuamos a espera de politicas para a implementar&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-8014569436113078262?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/8014569436113078262/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=8014569436113078262' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/8014569436113078262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/8014569436113078262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2012/01/dados-do-icex.html' title='DADOS DO ICEX..'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-5575617001864263330</id><published>2012-01-11T02:26:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T06:13:27.944-08:00</updated><title type='text'>SEGURANÇA, TURISMO E COMÉRCIO</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Passaram 10 anos de uma nova gestão autárquica no Porto. Não vou falar da política cultural, nem da do urbanismo, nem sobre a política social, mas sobre algo que tem muito a ver com as pessoas que “sentem” a cidade. Sim, todos esses que vivem no centro do Porto, que ali fazem a sua vida e que ali querem continuar a viver. Vou falar de Segurança.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deixo aqui assim uma chamada de atenção. Eu sempre vivi no centro do Porto. As esquadras de polícia da PSP são poucas e os polícias, proporcionalmente, ainda menos para as necessidades da cidade. E a polícia municipal por onde anda? Por sua vez, as equipas da PJ ,apesar de estarem “em cima” de muitas situações ,queixam-se da falta de meios para actuar com eficácia. Mas honra lhe seja feita, trabalham com grande profissionalismo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é assim de admirar que a segurança seja um problema fundamental do Porto cidade, situação aliás idêntica ao que se passa em muitas regiões do País. Andar a pé na Batalha, na Avenida dos Aliados, Praça da Liberdade, Carlos Alberto, Leões, ou Ribeira e até em Cedofeita ou na Boavista, pode ser verdadeiramente perigoso. A cidade está deserta e os sem- abrigo, desempregados, e outros “nativos”, alguns deles bem estranhos, controlam essas áreas. Já não são só os arrumadores, que agora passaram a ser de uma geração mais velha do que os anteriores (!), é toda essa “população” que “conquistou a baixa do Porto, que a controla. Não falo da prostituição porque esta continua, desde que me conheço, nas mesmas zonas da cidade, que aliás curiosamente até serão das mais “seguras” pelo “movimento” que provocam. Como podem assim os cidadãos do Porto passear-se pelo centro do Porto, viver o seu dia-a-dia, sobretudo à noite? Que soluções poderão existir para ultrapassar esta dramática situação, aliás, bem triste para a imagem do Porto, quando se vê os cada vez mais turistas que nos visitam serem roubados em plena Rua Santa Catarina às nove da noite, numa altura em que regressam ao seu hotel na Praça da Batalha. E ali perto do Hotel Infante Sagres onde há autênticos “gangs” à espera deles? Porque é que o Centro Comercial Via Catarina fecha muito cedo e o seu parque automóvel também quando ali existem salas de espectáculos que ainda mantêm uma programação regular? Até parece que estamos em Los Angeles onde não se pode andar mesmo a pé, excepto na zona marítima de Santa Mónica, na qual os restaurantes e bares estão abertos noite dentro. E porque não fazer o mesmo que em LA? Criar condições para manter abertos à noite os restaurantes da “baixa”, os bares, as livrarias, as discotecas, as lojas de “lembranças” (que o Porto quase não tem) até, pelo menos, à meia-noite. Abrir ainda mais esplanadas junto dos cafés e colocar naturalmente toda essa área urbana sob controlo policial? Ganhar-se-ia seguramente uma afluência generalizada da população que assim poderia fugir dos Centros Comerciais, “apanhar” um pouco de ar e gozar este magnífico Porto. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso já acontece aos fins-de-semana nas chamadas Galerias de Paris e, até resulta. Poderá ou não ser o Porto uma cidade de Turismo e de Comércio?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ver vamos... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mário Dorminsky&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-5575617001864263330?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/5575617001864263330/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=5575617001864263330' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5575617001864263330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5575617001864263330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2012/01/seguranca-turismo-e-comercio.html' title='SEGURANÇA, TURISMO E COMÉRCIO'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3727471005253816075</id><published>2012-01-02T08:37:00.001-08:00</published><updated>2012-01-11T06:04:06.317-08:00</updated><title type='text'>DUAS CIDADES, UM CORAÇÃO</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Não consigo deixar de olhar o Porto e Gaia como uma só cidade. Claro que, até por ser Vereador da Cultura em Gaia, sei exactamente que a gestão autárquica das duas cidades tem como prioridades o território que gerem. Mas – e conhecendo um pouco do Mundo – não percebo como foi possível – porque o problema não é de hoje – deixar que o rio Douro as separasse, quando as grandes metrópoles do planeta estão, precisamente, unidas em torno de um curso fluvial.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vale isto por dizer que, depois de um ano sintomático no que diz respeito ao crescimento do Turismo no Grande Porto e Norte, com incidência para as duas cidades referidas e incluindo o Douro Património Mundial, está na altura de se pensar seriamente no contínuo aumento de turistas que nos continuam a visitar e sobretudo aqueles que aí virão para a Primavera/ Verão de 2012. Novos hotéis – e bons - em ambas as margens, um teleférico na zona histórica de Gaia, programação variada em aceitáveis equipamentos culturais, tudo já existe para servir o público e o turismo. Porém, quando se aumenta em cerca de duas mil camas a capacidade de alojamento nas zonas históricas do Porto e de Gaia, há um sem-número de actividades de cultura e lazer que se têm de incrementar. Por estranho que pareça, e mesmo em contra-ciclo económico, o turismo é claramente uma aposta do presente e do futuro para garantir o funcionamento dos serviços. Mais… até Leça tem um novo porto de Cruzeiros, o que trará regularmente a este Grande Porto, milhares e milhares de turistas, muito embora com um tempo de estadia curto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Num ano de cortes financeiros, parece-me que, do Palácio das Cardosas (o primeiro hotel da cadeia Intercontinental em Portugal), no Porto, ao teleférico de Gaia e seus hotéis vínicos e de charme, como é o caso do The Yeatman, é preciso que haja actividade cultural e de lazer suficiente e com qualidade, para que as apostas dos agentes públicos e privados na captação de turistas para a região não se perca desde já. O trabalho mais importante terá de ser realizado, via Turismo de Portugal em parceria (tal seria fundamental) com a Região de Turismo do Porto e Norte de Portugal, numa cada vez mais forte ligação aos operadores turísticos mundiais, sobretudo os que representam os mercados asiáticos e europeus, aqueles em que o turismo cultural e de lazer é o mais atractivo. Não se pode perder esta oportunidade para fidelizar turistas e garantir, através destes, um “passa palavra” positivo desta região. E aqui não me engano. Vejo ao longo de mais de 30 anos os mais de 300 turistas que visitam o Fantasporto cada ano e ficam “rendidos” às belezas do Norte e, em particular às do Porto e Gaia,  sobretudo as Caves de Vinho do Porto e as suas praias, das melhores do país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não excluo – pelo contrário, daria prioridade – à Baixa do Porto e ao Cais de Gaia enquanto espaços de diversão e cultura nocturnas por excelência. O que lá se passa não é de menosprezar. Para já, pelo facto de centenas de pequenos, médios e grandes investidores terem lá “colocado” parte das suas poupanças e créditos. Depois, porque – e por favor dispam-se de preconceitos – são os jovens que continuam a sustentar o desenvolvimento das cidades, até porque cerca de 50 mil entram no Grande Porto cada ano. É verdade que temos uma das melhores universidades do mundo, mas também é verdade que não há universitário que não goste de conjugar estudos e diversão. E se há problemas e algumas incompatibilidades, então desta vez que se aposte na Noite e se desloquem os “incompatíveis”, desde que respeitosa e racionalmente. Se os centros da cidades estiverem povoados e com motivos de atracção, os mais indesejados “desaparecem” naturalmente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por fim, e porque acredito em estratégias, trabalho em busca do melhor para as comunidades, sou dos que defendem que há equipamentos (privados, públicos ou em parceria público/privada) e políticas estruturantes, que acabam por dar os seus frutos e tornarem-se motores do desenvolvimento. No Porto e em Gaia já há de tudo um pouco. Há que preparar este 2012 e, enfim, toda uma década que poderá – creio – mudar a face deste território composto por duas cidades e um só coração. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mário Dorminsky&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3727471005253816075?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3727471005253816075/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3727471005253816075' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3727471005253816075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3727471005253816075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2012/01/duas-cidades-um-coracao.html' title='DUAS CIDADES, UM CORAÇÃO'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-1855079385472969784</id><published>2011-12-29T06:40:00.001-08:00</published><updated>2012-01-11T06:04:44.519-08:00</updated><title type='text'>CONTAS À VIDA NO PAÍS… E NO GOVERNO</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O orçamento está garantido. As respostas inerentes ao protocolo com a “troika” também. A gestão do défice público…admitamos que sim. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas o mesmo não sei se se pode dizer do País. Um país dividido entre quem trabalha na Função Pública, e que está a ver a sua vida fortemente agravada, e nos “privados” que pelo menos não vão sentir de imediato os cortes nos subsídios de férias e de Natal. Os impostos directos e indirectos estão aí, e devem continuar, não sendo por essa razão que a referida dicotomia de tratamento existirá. Tenho a consciência de que o “inevitável” é mesmo o “inevitável”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aposto neste Governo, como apostaria no de Itália. Governos sem demasiados “políticos de carreira” e com muitos tecnocratas. O problema é que estes últimos se esquecem das “pessoas”, das suas necessidades e aplicam as “regras” que lhes são impostas pela obrigatoriedade de cumprirem com os acordos assinados com a famosa “troika” que…quer sempre “mais cortes”, mais desempregados na Função Pública e muitas coisas que ainda não sabemos, sobretudo agora que 2012 vem aí. A questão principal é que as decisões tomadas e a tomar pelo Governo, independentemente de serem justas ou injustas, passarão sempre, com a parceria entre PSD e CDS, no Parlamento. Não há volta a dar, mesmo que isso muito custe à “maioria”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Temos assim para já contas a prazo para muitos (os privados) e contas à vida para a maior parte (os da Função Pública). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os sinais de retoma são praticamente nulos e chamar-lhes sinais já é dar por garantido que os mesmos se poderiam ver, sentir ou, pelo menos serem tornados públicos pelo Governo. Por enquanto, só ouço falar de números e das dificuldades que os portugueses estão e vão ainda sentir para viver o seu quotidiano. Custaria muito dizer ”temos de cortar aqui”, de “aplicar este e aquele imposto porque tal permitirá…”. Que este esforço que se pede aos portugueses tem o objectivo de a “curto” ou a “médio” prazo podermos atingir um patamar de vida condizente com a nossa dignidade de sermos portugueses? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seja como for, enquanto Português sinto-me de momento sem informação, sem alternativas para fazer o que quer que seja. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na visão do actual Governo antes das eleições não estavam em causa os direitos, liberdades e garantias dos portugueses, nem havia factores de risco real da soberania nacional. Mas será isso que está a acontecer quando se desconhecem as políticas a adoptar nas mais diversas valências da responsabilidade do governo? Viremos a saber a curto prazo quais são? Temos de saber. Os portugueses têm de saber que, para além de ter de pagar a dívida pública portuguesa contraída por diversos Governos, pelo menos desde 2000, os porquês desse desgoverno e o que pode este Governo de Passos Coelho fazer para ultrapassar a situação com a ajuda dos portugueses, aqueles que pagam o que lhes pedem para pagar (caso tenham ainda dinheiro para isso…).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O PSD e CDS têm de respeitar e apoiar a enorme massa urbana nas principais cidades; aquela que consiga criar condições para a revitalização das pequenas e médias empresas; que conjugue a estratégia do País com sectores de produção em dificuldade, como os da agricultura e das pescas e de reformar em definitivo a Função Pública, ajustando os técnicos às necessidades e diminuindo o despesismo e o excesso de peso na “máquina do Estado” mas, desculpem…sem lhes retirar as condições de vida, aquelas que ainda não são um problema grave dos “privados”. E para isto é preciso encontrar quem fale a mesma linguagem que as pessoas cujos quotidianos se fazem com esforço e empenho. Até porque são estas pessoas que estão cansadas de esperar. É por isso que votamos, a maioria de nós neste novo Governo. Demos a “palavra” e a gestão do País aos jovens. E já agora não continuem a cometer essa autêntica injustiça, que aliás já vem de trás, de centralizar cada vez mais o país nesse micro país chamado Lisboa que não reflecte em nada o que se passa em Portugal e que levou, por exemplo o Grande Porto a ser já a região mais pobre do País e uma das mais pobres da Europa. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Afinal a anunciada Regionalização também foi “parar à gaveta” quando deveria ser uma das principais bandeiras para “dar a volta” a Portugal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esperemos que 2012 seja um ano de crescimento sustentado. O nosso dinheiro já o têm… não deixem os “melhores” emigrar e permitam a quem quer investir nele o faça. Só assim poderemos ver a nossa economia crescer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mário Dorminsky in &lt;i&gt;Grande Porto, 30/12&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-1855079385472969784?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/1855079385472969784/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=1855079385472969784' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/1855079385472969784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/1855079385472969784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/12/contas-vida-no-pais-e-no-governo.html' title='CONTAS À VIDA NO PAÍS… E NO GOVERNO'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-7930775059035389273</id><published>2011-12-22T09:14:00.001-08:00</published><updated>2012-01-11T06:05:17.473-08:00</updated><title type='text'>E, SE FICARMOS POR CÁ?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Numa altura em que se fala de perda de soberania e do controlo total das grandes potências da Europa sobre os países periféricos é curioso verificar que toda a lógica de “privatização” das grandes empresas públicas (e que podem cair nas mãos de estrangeiros), da venda da nossa dívida pública “a quem a comprar”, pode chegar a um ponto em que do País só vai sobrar o Imaterial e logicamente a nossa Cultura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Somos 10 milhões de habitantes neste Portugal, dos quais cerca de 60% se pode considerar população activa, 25 a 30% da qual vivendo na região de Lisboa. Se associarmos este factor com o resultado imprevisível da anunciada e muito polémica revisão Politico - Administrativa do País, qualquer dia a “província” (ou a “paisagem” como já lhe chamam) nem sequer pode ser o refúgio de muitos portugueses, dado ter sido “comprada”, sim, “comprada” pelos nossos parceiros europeus e não só!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Estado nem se preocupa com manter o litoral apto para receber o turista, tal como acontecia, até no tempo da “outra senhora”. E, preocupa-se muito menos ainda, com o interior, este cada vez mais desertificado e deixado à mercê de quem lhe “deite as mãos”. E isto está já a acontecer há alguns anos através de uma autêntica invasão de estrangeiros. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os ingleses estiveram aqui durante cerca de um século e ainda continuam. O Douro e as suas margens, Trás-os-Montes e o Minho são-lhe familiares. Continuam a dominar as companhias de Vinho do Porto, esse Douro, Património Mundial - até a Rainha e o próprio Primeiro-Ministro britânico ainda vêm ao Douro passar férias nas suas mansões. Os Espanhóis também gostam desta região e, não só. Já há anos que vêm comprando lojas e lojas dos centros das principais cidades portuguesas onde se vão instalando, têm fortes interesses nos centros comerciais portugueses atacando assim, e quase dominando o sector dos serviços. Tudo feito de uma forma estruturada, sustentada. Por outro lado, no Minho, continuam a “demarcar” posições. Quase todas as caves de Vinho do Porto e grandes hectares do Douro pertencem-lhes. E como se tal não fosse já muito, até vieram provar que ali se podia criar a maior plantação de kiwis da Europa. Teoricamente era terra inóspita. Não “servia para nada. Mas eles apostaram e, curioso, a plantação está lá e, para durar. Entretanto o nosso Alvarinho é agora um vinho de castas exclusivamente galegas...porque será? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E já que falamos em kiwis é interessante ver os australianos e neo-zelandeses a “assentarem arriais” nas encostas do Douro, adquirindo, também eles, Quintas e começando a produzir excelentes vinhos. Não será estranho que um Estado responsável nunca tenha nunca reparado no potencial desta região, há muitos anos abandonada? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E já agora vejam os holandeses e alemães que “compraram” quase totalmente o Alentejo. Dizia-se que era uma região seca. Não servia para investir em nada...mas afinal o problema é que agora essa região, já não é praticamente nossa e permitiu a criação de inúmeras estruturas empresariais!!!. Mais a sul, o Algarve. Está bem...somos uns mãos largas...é uma oferta portuguesa aos ingleses, holandeses e alemães. Até nem vale a pena fomentar o investimento português aí porque os estrangeiros já o fazem por nós e os nossos Governos desde há muito que lhes “abrem as portas” para estes ficarem com mais este “cantinho” deste Portugal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imaginem agora que os franceses voltam 200 anos depois, para fazer umas novas “Invasões Francesas”. Consta que já andam interessados nas Beiras e nos serviços que podem implementar na área do turismo de inverno. Qualquer dia da Serra da Estrela só restará a água com o seu nome, porque a região chamar-se-á seguramente “Mont Étoile”, aquela que será a nova estância de inverno “portuguesa”. Não terá só com um hotel mas grandes complexos hoteleiros destinados aos desportos de inverno. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parece ser mesmo verdade que os nossos parceiros europeus e não só, se preocupam mais com “província” portuguesa do que os nossos governantes. Aliás ainda potenciam a imagem internacional de Portugal, promovendo naturalmente os investimentos “privados” que vão fazendo neste “canto” da Europa. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Afinal se não fossem os nossos “parceiros” europeus (e não só) a povoar o nosso indefeso “interior” e, se não existisse nesta península uma Espanha “coladinha” a nós, com a ausência de políticas credíveis nestas últimas décadas em Portugal, Lisboa seria já uma bela ilha nesse fantástico Atlântico com as mesmas “mordomias” da também “nossa” Madeira! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas porque é que só vemos e ouvimos falar em dívida, cortes, euros e esquecemos que, com políticas direccionadas ao turismo e ao que temos de melhor para explorar e exportar podemos fazer em Portugal tudo aquilo que os “estrangeiros” souberam ver a “olho nu” e rentabilizar? Já temos quem trate dos nossos acordos com as “troikas”. É agora tempo de avançar com políticas sustentadas para sairmos rapidamente da triste situação em que nos encontramos. De uma forma simplicista poder-se-á dizer: basta olhar para o que de bom se faz no Mundo e…copiar. É difícil? Será. Mas é um investimento seguro.  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mário Dorminsky&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-7930775059035389273?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/7930775059035389273/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=7930775059035389273' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/7930775059035389273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/7930775059035389273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/12/e-se-ficarmos-por-ca.html' title='E, SE FICARMOS POR CÁ?'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-1905487338385628449</id><published>2011-12-22T06:23:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T06:05:41.419-08:00</updated><title type='text'>EM TEMPO DE FESTAS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Amanhã já é véspera de Natal. Um Natal seguramente diferente dos outros. Um Natal  que vai continuar a ser tempo de reunião de famílias, de bacalhau cozido com “todos”, de aletria, de sonhos (algo de que bem precisamos se tornem realidade), tudo bem acompanhado por um bom Porto e pelos cada vez melhores vinhos que se vêm produzindo em Portugal. No dia de Natal não faltará a “roupa velha” e o Bolo Rei, que marca presença com as sempre doces rabanadas nas mesas nesta época.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas se tal acontece ainda na maioria dos lares portugueses, não podemos esquecer todos aqueles que fazem parte das “grandes bolsas de pobreza” existentes. Aí o Natal continua a ser a “sopa dos pobres”, o frio e a chuva, a necessidade de um agasalho. Não há prendas como nos lares tradicionais. Apesar de vivermos uma época sempre denominada de “festiva”, as más notícias quer a nível Europeu, quer em Portugal continuam a vir a lume. Para ajudar esta dramática situação a conjuntura internacional vai de “mal a pior” na “velha” Europa. Parece que ninguém se entende e que as propostas que vão surgindo sobre as mesas de negociação não têm efeitos práticos imediatos. Ainda esta semana os ministros de Finanças da zona do euro concordaram durante uma teleconferência em emprestar 150 bilhões de euros ao Fundo Monetário Internacional (FMI) com o objectivo de aumentar os recursos disponíveis para este órgão nos seus esforços de combate à crise. Os países envolvidos esperam que esses recursos sejam um garante para os países em maiores dificuldades da Europa, até porque a República Checa, a Polónia e a Suécia, que não são membros da zona do euro, também "demonstraram disposição" para contribuir para o fundo. Mas um problema surgiu e foi de novo com o Reino Unido. Os países do euro esperavam que os britânicos contribuíssem com cerca de 30 bilhões de euros para o fundo, o que deixaria o volume de recursos direccionados ao FMI perto dos 200 bilhões de euros, valor sugerido pelos líderes da União Europeia durante a reunião de cúpula realizada no início deste mês. Muito embora a Grã-Bretanha não tenha fechado a porta à sua participação, diz que só voltará a abordar o assunto na próxima reunião dos G20. Sinceramente, não sei qual será o resultado desta atitude mas a realidade é que, dia a dia, cada vez mais as economias europeias estão em situação perigosa. Quem se fica a rir são os norte-americanos, com as sua agências de “rating” a atacar violentamente os mercados europeus e, particularmente, os seus bancos valorizando o dólar e defendendo-se do ataque dos asiáticos ao seu mercado. Vivemos uma espécie de 3ª Guerra Mundial. As armas são outras. São as agências de “rating” a falar a uma só voz, e que, com o seu poder, defendem uns mercados e atacam outros, sobretudo os de uma Europa que não consegue falar em uníssono e que, fragilizada, tenta remendar situações em vez de as resolver de vez. Esta guerra passa também por Portugal, com troikas à mistura, aumentos violentos em muitos bens de primeira necessidade já a partir do início do próximo ano, com o nosso Ministro das Finanças a ir esta semana ao Parlamento dizer que em 2012 não vão existir mais impostos directos ou indirectos sobre os Portugueses, e o Primeiro Ministro a não ser tão afirmativo quando refere que “se está a estudar uma redução da carga fiscal até 2015” e ressalvando que a economia só voltará a crescer em 2013, pelo que se antevê, até lá, «recessão e desemprego”. Reafirma que “não há nenhuma outra maneira de Portugal voltar a crescer sem primeiro pôr as suas contas na ordem e gastar menos do que gastava”. Tal já foi dito centenas de vezes que é “inevitável”. Até acredito. Todos já acreditamos. Portanto, e por último, não queria deixar de desejar Festas Felizes e acreditem num futuro mais risonho, por favor. Deste futuro que nos anunciam, já estamos fartos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mário Dorminsky&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-1905487338385628449?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/1905487338385628449/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=1905487338385628449' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/1905487338385628449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/1905487338385628449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/12/em-tempo-de-festas.html' title='EM TEMPO DE FESTAS'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-5208793171195479067</id><published>2011-12-22T05:10:00.001-08:00</published><updated>2011-12-22T05:10:36.726-08:00</updated><title type='text'>BOAS FESTAS</title><content type='html'>&lt;a href="http://ak.imgag.com/imgag/product/preview/flash/bws8Shell_fps24.swf?ihost=http://ak.imgag.com/imgag&amp;brandldrPath=/product/full/el/&amp;cardNum=/product/full/ap/3166187/graphic1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-5208793171195479067?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/5208793171195479067/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=5208793171195479067' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5208793171195479067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5208793171195479067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/12/boas-festas.html' title='BOAS FESTAS'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-7687979682658875042</id><published>2011-12-15T14:47:00.001-08:00</published><updated>2012-01-11T06:06:21.201-08:00</updated><title type='text'>BIG BROTHER IS WATCHING YOU!</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De vez em quando um pouco de Cultura sabe bem…sobretudo quando ela nos traz até à sociedade que vivemos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Será também a literatura, uma ficção que esboça um futuro, uma das razões que elevam à genialidade alguns daqueles que escrevem e nos deixam admirados com o “Mundo Novo” que recriam? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;George Orwell no seu extraordinário “1984”, logo no início do seu livro, deixa-nos perplexos com uma frase enigmática e que proporciona as mais diversas leituras: “Aquele que controla o passado, controla o futuro. Aquele que controla o presente, controla o passado”. É também com esta frase que começa uma adaptação para cinema do livro de George Orwell, pseudónimo de Eric Arthur Blair, e realizada pelo britânico Michael Radford.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;George Orwell não pode ser considerado senão um grande visionário. O escritor britânico alertava já no final da Segunda Guerra Mundial para o Mundo que se avizinhava: um Mundo subordinado ao poder, à corrupção, ao terrorismo, às sociedades totalitárias…&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O “Big Brother” pode ter sido inspirado em homens como Hitler, mas chega muito mais longe, tanto que agora, ele está mais actual que nunca. Orwell apresenta um interessante conceito para a definição da guerra (agora dir-se-ia “crise”): refere o autor que a guerra não tem como objectivo vencer o inimigo ou lutar por uma causa, antes pretende manter o poder das classes altas da sociedade, limitando o acesso à educação, cultura e bens materiais…&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Orwell usou a sua arma favorita, a caneta, para denunciar um futuro que, se olharmos à nossa volta, é demasiado realista. “Mil Novecentos e Oitenta e Quatro” foi escrito em 1948! Três anos antes Orwell tinha dado à estampa outro fabuloso romance de seu nome “O Triunfo dos Porcos”. Tal como em “Mil Novecentos e Oitenta e Quatro”, “O Triunfo dos Porcos” é uma metáfora muito critica sobre a sociedade que, também hoje, vivemos. Curioso é verificar que expressões como “Big Brother” tornaram-se banais devido à sua utilização num tenebroso concurso televisivo que foi exibido em diversos países. Aí é-nos prometida “a vida real como ela é”. No entanto, a essência do programa em questão, está na obra que Orwell escreveu, sendo a frase “Big Brother is Watching You”, retirada da publicidade que inundou Londres aquando do lançamento do livro no final dos anos 40.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Mil Novencentos e Oitenta e Quatro” é a par de romances como “Laranja Mecânica”, ”Admirável Mundo Novo”, O Triunfo dos Porcos” ou “Fahrenheit 451”, um dos livros mais citados em todo o Mundo e em todas as épocas.  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em “1984” é retratada uma sociedade totalitária onde o Estado é omnipresente tendo a capacidade de alterar o curso da história, bem como travar uma guerra sem fim, para que o seu objectivo não se altere, o controlo total da sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme que Radford adaptou do livro reescrevendo o guião não consegue atingir a excelência desta metáfora de Orwell sobre a nossa sociedade, mas também quantos filmes conseguem chegar aos calcanhares das obras em que se baseiam? Talvez “Laranja Mecânica” de Stanley Kubrick seja uma obra à altura do livro de Anthony Burguess. Mas, é sempre desleal comparar um livro com o filme. “1984” seguramente marca quem o lê… ou quem o pode ver no cinema. É um livro de leitura obrigatória pela sua actualidade. No fim de contas, a literatura é criatividade e deslumbramento. É saber ser visionário. É compreender o Mundo e saber que a nossa sociedade não se altera ao longo dos anos, seja o regime politico em que se viva. Quem tem o poder controla. Também Orson Welles soube, e de que maneira, tornar visível ao Mundo esse “poder” que controla, que vê tudo e que se apoio sempre nos mais fracos para conseguir garantir…o Poder. Literatura e cinema têm dado as mãos para metaforicamente traduzirem em o futuro. Pena é que esse futuro seja quase sempre apocalíptico devido ao comportamento do homem na sociedade. E atenção “Big Brother is watching you”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mário Dorminsky&lt;i&gt;&amp;nbsp;in Grande Porto 16/12&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-7687979682658875042?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/7687979682658875042/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=7687979682658875042' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/7687979682658875042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/7687979682658875042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/12/big-brother-is-watching-you.html' title='BIG BROTHER IS WATCHING YOU!'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3587706076843884362</id><published>2011-12-08T07:06:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T06:06:52.878-08:00</updated><title type='text'>AINDA TEMOS OUTRO TURISMO PARA OFERECER</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As ainda inexistentes ou, não anunciadas, medidas e programas para o Turismo em Portugal permite-me voltar ao tema, desta vez “olhando” aquele que pode ser um dos conceitos mais importantes da promoção turística para este Portugal em crise: o turismo do Lazer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Vinho português perdeu finalmente a sua imagem de “vinho da casa” e foi conquistando terreno no imaginário dos epicuristas, aqueles que defendem os prazeres como caminho para a felicidade, isto segundo Epicuro, filósofo da velha Grécia!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Douro, Minho, Bairrada, Dão, Estremadura, Alentejo…aproveitando os seus diferenciados microclimas, quintas recuperadas e enólogos de grande experiência vindos dos 5 cantos do Mundo, transformaram Portugal num dos mais afamados países produtores de vinhos de qualidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim os néctares das regiões vitivinícolas nacionais estão, cada vez mais, a ganhar imagem e peso comercial internacionalmente. Tudo isto graças a um esforço fantástico de muitos dos seus empresários. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Formamos e recebemos nos últimos anos, enólogos, engenheiros agrónomos, gestores de turismo, “mão-de-obra” especializada, tudo com o objectivo de produzir e servir cada vez melhores serviços e melhor vinho… Mas também aqui sente-se a falta de uma estratégia global.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Claro que as regiões de Vinho não podem ter um tipo de turismo idêntico ao algarvio. O charme e a contemplação da beleza natural, o inigualável património histórico em áreas que são, em alguns casos, Património Mundial da Humanidade, como o Douro e o Porto, assim como a degustação dos vinhos e restantes gastronomias locais, não se compadecem com a lógica de “chamar” milhares de pessoas por quilómetro quadrado, como acontece com as recorrentes campanhas turísticas que são feitas divulgando o Sul, Lisboa e Vale do Tejo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tem de existir uma outra perspectiva de promoção turística para “vender” a nossa imagem nestas áreas em que Portugal tem muito para oferecer. Quem se passeia pelas quintas sobranceiras ao Douro, ou pela paisagem imensa do Alentejo, ou pelas veredas luxuriantes do Minho sente-se mais rico, mais abastado que qualquer outro com mais dinheiro no bolso. A riqueza é espiritual. E a gula alimenta a alma. E todas geram negócio, que por sua vez gera emprego e tudo isso dá saúde social.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fundo também aqui Portugal continua com o futuro hipotecado enquanto não houver coragem para apostar e investir no que é realmente a imagem… Portugal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Podemos e devemos continuar a vender o nosso “sol”, mas para conquistar outro turismo, temos de alargar o conceito de oferta e tal passa precisamente também pelos vinhos, pela natureza, pelas preocupações ecológicas, pela cultura, por eventos desportivos e sobretudo pelo prazer do lazer, da ocupação dos tempos livres em zonas bem “servidas” em termos de qualidade no saber receber, no fundo sectores que os responsáveis pelo Turismo em Portugal ainda devem achar que não são prioridade, ao contrário do que acontece com a maioria dos países Europeus, da Oceânia ou do continente norte-americano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E volto a referir que calcorrear terras como as das Beiras ou de Trás-os-Montes é, sem dúvida, uma opção adulta. Algo que apenas o amadurecimento dos prazeres pessoais consegue transformar em diversão pura. Não se julgue, por isso, que se trata de uma questão elitista sob o ponto de vista social. Pelo contrário. É apenas uma questão de gosto, quando muito… refinado!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Notam-se assim claramente preconceitos face ao “prazer de viver” enquanto produto de indústria turística à escala nacional o que tem impedido que os legisladores e outros responsáveis políticos assumam de vez que é preciso investir e apoiar estas áreas de negócio vocacionadas para o bem-estar, os tempos livres. Até parece ser uma vergonha ou algo menos digno promover Portugal como um país onde a natureza e o Lazer são opção. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mario Dorminsky&lt;i&gt; in Grande Porto 9/12&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3587706076843884362?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3587706076843884362/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3587706076843884362' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3587706076843884362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3587706076843884362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/12/ainda-temos-outro-turismo-para-oferecer.html' title='AINDA TEMOS OUTRO TURISMO PARA OFERECER'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-9149404394076723147</id><published>2011-12-01T16:50:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T06:07:32.240-08:00</updated><title type='text'>JÁ É TEMPO PARA PENSAR NO TURISMO….</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portugal tem estado sempre ligado ao mar e aos oceanos em todos os planos: na história, na vivência das nossas gentes, na poesia, na nossa cultura…&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para além da legitimidade histórica que tal nos dá, esta ligação ao mar é-nos reconhecida internacionalmente e…ainda esta semana ouvi Pedro Passos Coelho referenciar publicamente esse facto como a “nossa porta aberta para o Mundo”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por sua vez, os oceanos ligam-se ao tema das Descobertas (que foi uma primeira experiência de globalização…), ao sentimento, que se expressa na poesia mas, em muito no fado que, tendo começado a internacionalizar-se com nomes como Mariza ou Carlos do Carmo, isto depois de Amália, foram garante para que este viesse a conquistar o epíteto de “Património Imaterial da Humanidade” pela UNESCO.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na área do Turismo – que tem de ser encarada como uma actividade económica capaz de gerar trabalho e riqueza, aí Portugal tem tudo... ou quase tudo. Tem praias fantásticas, tem "resorts", tem uma hotelaria de grande qualidade, tem uma restauração fantástica (pena é a incompreensão do Governo, para a sua importância turística, não acedendo aos pedidos feitos continuamente pelo meio e tendo aumentando o seu IVA para 23%), tem vinhos reconhecidos e premiados internacionalmente como diversos Douros ou o do Porto, tem termas, tem montanhas, tem planícies, tem vestígios pré-históricos, um incontornável património. É um país de religião (Fátima é um ícone poderoso) mas tolerante para com todas as religiões, que têm os seus locais de culto próprios. Tem campos de golfe e espaços outros desportos de elite.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na área da cultura, Portugal possui eventos de forte impacto internacional, de música, cinema, teatro ou até design, tem escritores conhecidos mundialmente, tem poetas de reconhecida importância, tem música e criadores musicais e culturais que ajudam a tornar a língua portuguesa mais poderosa (porquê este acordo ortográfico?). Também na área do desporto, como o têm demonstrado numerosas iniciativas, Portugal tem a capacidade de acolher e organizar eventos capazes de chamar novos visitantes e de ligar esses motivos de interesse a tudo aquilo que, no campo do turismo e da cultura, tem para oferecer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que se faz nestes terrenos tem de ser visto como uma actividade capaz para atrair novos visitantes, para gerar trabalho e logicamente receitas. Esta valência tem de ser encarada de um ponto de vista industrial, de fundamental interesse público e não apenas como complementar a outras políticas. Ela tem capacidade de poder reanimar a economia em geral, mas, também, pode revitalizar os centros urbanos, sobretudo os que são ainda marcos históricos, inclusivamente pelo desenvolvimento de um comércio de novo tipo que apoie os pequenos e médios comerciantes e que transforme as grandes superfícies em elementos de modernidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acredito que o caminho para a reanimação económica realista e com resultados materiais imediatamente visíveis está na análise e compreensão de que um outro futuro passa por um Portugal voltado para o exterior, captando mais e mais visitantes para as suas ofertas no campo da cultura, do turismo e do desporto. Ou seja, desenvolvendo e incentivando as indústrias da cultura e do turismo. Copiemos a experiência já feitas em outros países...copiar o inteligente é inteligente. Não é por acaso que nos últimos anos as INDÚSTRIAS DO LAZER foram as mais rentáveis e aquelas em que mais investimento privado tiveram em Portugal...e que todos sabem que a Europa tem aí a sua maior aposta...sendo que do outro lado do Atlântico já há muito que isso acontece. Para isso são precisos bons técnicos de turismo – que os há em Portugal – criar um plano de acção e...promover Portugal em todo o Mundo. Temos um Ministério da Economia que através da sua Secretaria de Estado do Turismo e do Turismo de Portugal tem de criar urgentemente politicas capazes de, considerando esta área como um desígnio nacional, possa juntamente com os seus parceiros privados “reabrir” este sector, motor de economia e um dos meios de criação de emprego imediato.  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mário Dorminsky hoje&lt;i&gt; in Grande Porto&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-9149404394076723147?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/9149404394076723147/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=9149404394076723147' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/9149404394076723147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/9149404394076723147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/12/ja-e-tempo-para-pensar-no-turismo.html' title='JÁ É TEMPO PARA PENSAR NO TURISMO….'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-8983047985791674659</id><published>2011-11-24T05:44:00.000-08:00</published><updated>2011-11-24T05:44:07.086-08:00</updated><title type='text'>A “VELHA” EUROPA A CAMINHO DO CADAFALSO?</title><content type='html'>Afinal parece que a UE se quer libertar do jugo alemão (!) e avançou esta semana com a proposta, já há meses abordada, da criação de obrigações europeias (eurobonds). Segundo a UE e a maioria dos países europeus, sobretudo aqueles em que a sua dívida pública é mais elevada, esta é das poucas soluções para salvar a “moeda única”. A opção pela criação destas obrigações é fundamental para que este instrumento passasse a ser utilizado para financiar integralmente todos os Estados, embora isso exija alterações aos Tratados da EU. &lt;br /&gt;Esta criação de títulos de dívida europeus, através dos quais os Estados do euro possam satisfazer inteiramente as suas necessidades de financiamento, é a opção que melhores garantias oferece de estabilização dos mercados financeiros. &lt;br /&gt;A substituição integral de títulos de dívida nacionais por títulos europeus - a que Bruxelas chama de "obrigações de estabilidade" exige, por exemplo, alterações profundas ao Tratado de Lisboa, que a Comissão reconhece poderem exigir anos antes de serem implementadas, já que teriam de ser acordadas e aprovadas por todos os países, nalguns casos possivelmente através de referendos. Em paralelo, os Governos teriam de ser submetidos a um endurecimento da disciplina orçamental.&lt;br /&gt;A grande vantagem das obrigações europeias é que, no imediato, travariam o risco de mais crises de liquidez e, no longo prazo, criariam condições de financiamento mais aceitáveis para países como Portugal ou Grécia que, de outro modo, se arriscam a ver o seu estatuto de países periféricos cristalizar-se indefinidamente. &lt;br /&gt;Esta harmonização tenderá a traduzir-se, em contrapartida, em taxas de juro mais elevadas para países como a Alemanha ou a França, que dizem que só aceitarão equacionar essa possibilidade numa fase mais adiantada de integração económica e mesmo política da Zona Euro.&lt;br /&gt;Sem surpresa, Berlim continua a manifestar a sua opinião negativa sobre a criação destes títulos europeus considerando que este não é solução capaz de travar a crise. &lt;br /&gt;Muito embora economistas respeitados de todo o Mundo considerem esta solução é a única que pode salvar o euro a médio prazo, a UE terá ainda de arranjar soluções alternativas a curto prazo para ultrapassar a passividade dos mercados financeiros Mundiais. Mas tal terá de ser concretizado rapidamente até porque, por exemplo, a Fitch alertou já para o facto de que, caso a crise da Zona Euro se intensifique, os bancos poderão ser forçados a cortar o financiamento aos países emergentes da Europa.&lt;br /&gt;O director e responsável pela análise às dívidas soberanas da Fitch, chamou claramente a atenção para o facto de que os bancos da Zona Euro têm sido um dos motores de crescimento dos países da Europa Central e do Leste, através das filiais que mantêm nesses países mas que as crescentes pressões financeiras na Zona Euro sobre os bancos criam demasiados riscos. A agência de notação financeira preveniu ainda que se os bancos da Zona Euro começarem a retirar fundos das filiais exteriores à Zona Euro, existe o risco de uma crise sistémica que se alargará à Europa Central e de Leste e que tal pode provocar o colapso da economia europeia.&lt;br /&gt;No fundo parece que a “velha” Europa começa a “cair aos bocados” e não caso haja uma acção consertada entre os países no sentido de lhe proporcionar uma dinâmica capaz de responder às necessidades da vida actual, seguramente que caminharemos lentamente para o cadafalso. Os Estados Unidos e a Ásia agradecerão…&lt;br /&gt;PS. A chanceler alemã não poupou a iniciativa de Bruxelas de criação de eurobonds. Durante o debate sobre o Orçamento do Estado alemão para 2012, Merkel sublinhou, “que se trata de uma proposta desadequada e inquietante, já que não deve ser permitido o refinanciamento dos países endividados junto dos mercados mas, exigir que os tratados sejam vinculativos a fim de evitar que sejam violados sistematicamente”.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Dorminsky in Grande Porto 25/11&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-8983047985791674659?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/8983047985791674659/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=8983047985791674659' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/8983047985791674659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/8983047985791674659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/11/velha-europa-caminho-do-cadafalso.html' title='A “VELHA” EUROPA A CAMINHO DO CADAFALSO?'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-9124910636305017111</id><published>2011-11-21T14:46:00.001-08:00</published><updated>2011-11-21T14:46:46.540-08:00</updated><title type='text'>UM CARTÃO PARA VER 60 FILMES PELO PREÇO DE 12!</title><content type='html'>O iva para a cultura vai subir de 6 para 23%..Ao fim de 10 anos os bilhetes do Fantas vao aumentar 1 euro...aproveite para comprar os livres transitos do fantas a 60 euros...um valor que corresponde a 12 bilhetes!.&lt;br /&gt;O Livre-Trânsito “Participante”: permite a entrada em todas as sessões do Fantasporto, quer para o Grande Auditório (onde tem lugar marcado) ou para o Pequeno Auditório; Preço: agora ATÉ 30 DE DEZEMBRO - 60€ (numero limitado). Os Livres-Trânsito Participante estão à venda na sede do Fantasporto na Rua Aníbal Cunha, 84 - sala 1.6 entre as 10.30h e as 13.00h e das 14.30h às 18.00h dos dias úteis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-9124910636305017111?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/9124910636305017111/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=9124910636305017111' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/9124910636305017111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/9124910636305017111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/11/um-cartao-para-ver-60-filmes-pelo-preco.html' title='UM CARTÃO PARA VER 60 FILMES PELO PREÇO DE 12!'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-379673401231087861</id><published>2011-11-21T14:39:00.000-08:00</published><updated>2011-11-21T14:39:16.646-08:00</updated><title type='text'>ED WOOD NO FANTASPORTO 2012</title><content type='html'>ED WOOD NO FANTASPORTO 2012&lt;br /&gt;TÃO MAU QUE É BOM!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tão mau que é bom” é a frase que define o trabalho Ed Wood. Considerado o “o pior cineasta de todos os tempos” Edward Davis Wood Jr. vai ter no Fantasporto 2012 com uma retrospectiva do seu trabalho. Norte-americano, de nascimento, foi produtor, realizador e argumentista de filmes de terror, "love story´s" e ficção científica que se destacavam pela criatividade face aos limitados recursos que possuia para o fazer, tanto a nível técnico como de orçamento. Foi rapidamente que Ed Wood se tornou num cineasta de culto.&lt;br /&gt;Os seus filmes “Glen or Glenda” e “Plan 9 from Outer Space” são indicados como os “piores filmes da história do cinema”, por causa dos seus diálogos idiossincráticos, efeitos especias tão naifes como divertidos e contínuos erros de “racord”. Ed Wood nasceu em Nova Iorque em 1924. Ainda criança desenvolveu o gosto pelo cinema e começou a fazer filmes amadores. Enquanto trabalhava num cinema juntou alguma memorabilia como posters e fotografias de obras primas como “Frankenstein”, “A Múmia” ou “Drácula”, os seus favoritos.&lt;br /&gt;Depois da Segunda Guerra Mundial foi para Hollywood convencendo o produtor de filmes série B, George Weiss, que era capaz de fazer um filme sobre a mudança de sexo de Christine Jorgensen. Nasceu “Glen Or Glenda” (1953) e criou-se uma lenda! Uma das partes mais interessantes da vida de Ed Wood é a sua amizade com Bela Lugosi, o actor romeno que imortalizaria conde Drácula. Nos anos 30 Lugosi era a face do mal por causa do famoso vampiro, mas a fama não durou. Primeiro porque Lugosi nunca conseguiu deixar o papel, aparecia várias vezes em público com a capa vestida pela personagem, e depois porque ninguém lhe dava outros papeis que não fosse em filmes de terror. Por essa altura conheceram-se, e ficaram amigos. Bela Lugosi é o cientista de “Glen or Glenda”.&lt;br /&gt;Em 1959 realizou o que seria considerado o pior de todos os filmes que fez: “Plan 9 from Outer Space”. Contava a história de uma invasão alienígena. Os extraterrestres tentam conquistar a terra ressuscitando os mortos. Mas o que faz de “Plan 9” um filme tão divertido são as falhas de “racord” contínuas, os diálogos bizarros e os artesanais efeitos especiais. Uma curiosidade, Bela Lugosi morreu durante as filmagens. Wood substitui-o por outro actor, o quiroprático da mulher, que até ao fim do filme teve de tapar a cara com a capa que usa no filme.&lt;br /&gt;Actualmente, os filmes de Ed Wood são considerados demasiado divertidos para serem maus. E, de uma coisa não haja dúvidas, Wood criou alguns dos filmes mais bizarros do cinema.&lt;br /&gt;A sua paixão cinéfila inspirou realizadores como Tim Burton que o homenageou. “Ed Wood” de Burton tem Johnny Depp como protagonista e Martin Landau como “Bela Lugosi. Landau ganhou um Oscar da Academia pela interpretação.&lt;br /&gt;Ed Wood é único. Apesar de ficar para sempre conhecido como o pior realizador de todos os tempos, deixa os amantes do cinema fascinados com o seu trabalho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-379673401231087861?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/379673401231087861/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=379673401231087861' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/379673401231087861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/379673401231087861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/11/ed-wood-no-fantasporto-2012.html' title='ED WOOD NO FANTASPORTO 2012'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-8469123149840632604</id><published>2011-11-21T14:36:00.001-08:00</published><updated>2011-11-21T14:36:57.454-08:00</updated><title type='text'>UMA LENDA DO CINEMA RUSSO NO FANTASPORTO 2012</title><content type='html'>Presidente da MOSFILM, Karen Shakhnazarov&lt;br /&gt;UMA LENDA DO CINEMA RUSSO NO FANTASPORTO 2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos mais importantes realizadores russos da actualidade é homenageado na edição 32 do Fantasporto. O argumentista, produtor e realizador Karen Shakhnazarov é, ainda, director do maior estúdio de cinema russo, o qual ajudou a recuperar após a queda do Muro de Berlim – a Mosfilm.&lt;br /&gt;Em 2010 Shakhnazarov foi premiado no Fantasporto pelo filme «Ward Number 6», que nos mostra como é fácil tornarmo-nos naquilo que mais tememos. Agora, o Festival Internacional de Cinema do Porto presta-lhe a devida homenagem exibindo um lote de filmes escolhidos pelo próprio realizador, atribuindo-lhe também um justíssimo Prémio de Carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Karen Georgievich Shakhnazarov nasceu a 8 de Julho de 1952 em Krasnodar, Rússia. Enquanto criança balançava entre a pintura e o cinema. Foi a Sétima Arte que o conquistou.&lt;br /&gt;Entre 1969 e 1975 estudou no «Film Direction Faculty», tendo como mentor principal Igor Talankin. Entretanto, começou a trabalhar como assistente de produção e em 1975 realizou o seu primeiro filme: «Shire Shag: Maestro» (Step Wide, Maestro) - o seu trabalho de final de curso. A primeira longa-metragem vem em 1979 – «Dobryaki» (Kind Men) – filme multi premiado em festivais de cinema europeus. Até hoje realizou uma quinzena de filmes, muitos deles tendo também sido responsável pelo argumento.&lt;br /&gt;O filme que traz a Shakhanazarov o reconhecimento mundial é «We're From Jazz» um musical protagonizado por Igor Sklyar, sobre as dificuldades de implementação deste tipo de música na USSR dos anos 1920. O filme foi considerado por muitos críticos como o melhor do ano (1983).&lt;br /&gt;Um ano depois adquire a «Mosfilm Studio» que dirige desde 1998. Os estudios Mosfilm são os maiores estúdios de cinema da Europa e têm no seu acervo os clássicos russos intemporais de homens como Tarkovsky ou Eisenstein.&lt;br /&gt;Com «Kurier» (The Messenger Boy) de 1987, Shakhnazarov consegue descrever a vida da juventude que cresceu no final da «época da Estagnação», bem como as suas estranhas relações pessoais.&lt;br /&gt;A filmografia de Karen Shakhnazarov é diversificada. Os filmes dramáticos estão no topo da preferência do autor, mas todos eles têm toques de fantasia que os diferencia do habitual filme do género. Um bom exemplo é «Gorod Zero» (Zero City) de 1988 com Leonid Filatov no principal papel.&lt;br /&gt;No romance histórico Tsareubiytsa (Assasin) de 1991, Shakhnazarov conta a trágica história de Nicholas II, o último Imperador da Rússia, e da sua família. Malcom McDowell e Oleg Yankovsky são os protanogistas.&lt;br /&gt;Em 1998 lançou aquele que muitos acham ser a sua obra prima – «Den polnoluniya» (Day of the Full Moon) – uma narrativa perculiar marca este trabalho onde a realidade é intercalada com recordações românticas, fazendo do filme uma viagem poética no tempo e no espaço.&lt;br /&gt;«Poisons or World History of Poisoning» é outro ponto de paragem obrigatória. Uma comédia negra sobre os desejos mais secretos de cada um de nós. Já «The Rider Named Death» em 2004 aborda o tema do terrorismo nos finais do século XX. E, «The Vanished Empire» é um filme nostálgico sobre a juventuide russa dos anos 1970.&lt;br /&gt;O mais recente «Ward number 6» (2009) ganhou o prémio especial do Juri da Semana dos Realizadores do Fantasporto 2010. Baseado num conto de Chekov, «Ward No. 6» conta a história de um psiquiatra que se torna paciente do asilo que antes comandava. Adaptado para a Rússia dos dias actuais, o filme é uma mistura de ansiedade e mistério, mostrando como é fácil nos tornarmos o que mais tememos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os filmes que compõem a sua Retrospectiva Karen Shakhnazarovno Fantasporto 2012 são&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zero City- 1988&lt;br /&gt;Assasin – 1991&lt;br /&gt;Day of Full Moon -1998&lt;br /&gt;Poisons or World History of Poisoning -2000&lt;br /&gt;The Rider Named Death- 2004&lt;br /&gt;The Vanished Empire - 2008&lt;br /&gt;Ward Number 6 – 2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-8469123149840632604?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/8469123149840632604/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=8469123149840632604' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/8469123149840632604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/8469123149840632604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/11/uma-lenda-do-cinema-russo-no.html' title='UMA LENDA DO CINEMA RUSSO NO FANTASPORTO 2012'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-171963819158768097</id><published>2011-11-21T14:32:00.000-08:00</published><updated>2011-11-21T14:32:07.527-08:00</updated><title type='text'>FANTASPORTO ABRE AINDA MAIS AS PORTAS AO CINEMA PORTUGUÊS</title><content type='html'>Como novidade um concurso entre Escolas de Cinema&lt;br /&gt;FANTASPORTO ABRE AINDA MAIS AS PORTAS AO CINEMA PORTUGUÊS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As escolas de cinema vão ter pela primeira vez uma oportunidade de ouro para participar como colectivo no Fantasporto 2012. A 32ª edição do Festival Internacional de Cinema do Porto criou um prémio para o melhor conjunto de filmes apresentados por uma escola de cinema, para o qual cada filme não poderá exceder a duração de 15 minutos, tendo de ser produzidos entre 2011 e 2012. No máximo cada Escola poderá apresentar programas globais com a duração máxima de uma hora e meia. Mais uma iniciativa, no âmbito do cinema feito em Portugal, que tem por objectivo fomentar a competição entre as escolas de cinema portuguesas e, com isso contribuir para a melhoria da produtividade do cinema feito em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projecto complementa os dois prémios já atribuídos por um júri, especialmente convidado para o efeito, no sentido de atribuir os Prémios para Jovem Cineasta e Melhor Filme português. Estes também terão de ser produzidos ou em 2011 ou em 2012 e serem absolutamente inéditos em Portugal.&lt;br /&gt;Secções não competitivas também fazem parte do programa, bem como serão exibidos filmes portugueses no âmbito de sessões especiais da Casa da Animação, da Agência da Curta-Metragem ou do Cinanima, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para além destes programas é importante referir a retrospectiva/homenagem que será prestada a António Pedro Vasconcelos, o qual receberá na Sessão Oficial de Encerramento o Prémio por uma Carreira e, logicamente, a participação de diversos filmes nas secções competitivas do Festival tais como a de Cinema Fantástico e Semana dos Realizadores.&lt;br /&gt;O Fantasporto é, assim, claramente um fórum para o cinema feito em Portugal, dando-lhe a visibilidade que merece e permitindo sobretudo aos programadores de festivais estrangeiros presentes no certame a hipótese verem o cinema que se faz em Portugal e aos realizadores a chance de vir a ter uma carreira internacional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-171963819158768097?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/171963819158768097/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=171963819158768097' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/171963819158768097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/171963819158768097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/11/fantasporto-abre-ainda-mais-as-portas.html' title='FANTASPORTO ABRE AINDA MAIS AS PORTAS AO CINEMA PORTUGUÊS'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3768212194529462166</id><published>2011-11-21T14:29:00.000-08:00</published><updated>2011-11-21T14:29:17.808-08:00</updated><title type='text'>FANTAS SOB O SIGNO DO FUTURO E DOS 30 ANOS DE BLADE RUNNER</title><content type='html'>2012...a 32ª edição do Fantas vai ser realizada sob a égide da comemoração do 30º aniversário do Blade Runner, o FILME DE CULTO DO FANTAS...um dos grandes filmes da HISTÓRIA DO CINEMA...antestreado no Fantas...mais noticias em breve, Será exibido em projecção digital a sua versão original...e...tudo acontecerá entre 20 de Fevereiro e 4 de Março no Rivoli. GET CARTER, por sua vez, faz 40 ANOS e vai ser exibido em cópia restaurada pelo British Film Archive...será altura para homenagear o realizador do Grande Prémio do Fantasporto com BLACK RAINBOW. Mike Hodges receberá no Fantas´2012 o prémio por uma carreira. E Não é todos os dias que vos podemos dar uma noticia do "outro mundo"...A próxima edição do Fantasporto vai contar com uma retrospectiva única...do pior realizador da história do cinema...Ed Wood, dos piores filmes da Historia do Cinema...todos realizados por...Ed Wood e vai exibir o pior filme da historia do cinema "Plan 9 from outer space"...uma “bomba” realizada por...Ed Wood. O cinema de culto passa também por aqui...será tempo de venera-lo...;))))))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 32ª edição do Festival Internacional de Cinema do Porto decorrerá no Teatro Rivoli entre os próximos dias 20 de Fevereiro e 4 de Março de 2012. Importante será de referir que na 31ª edição do Fantasporto, que decorreu em Fevereiro passado, foi alcançado o número de 47 395 espectadores com bilhete pago, sendo que este número representa 87% de ocupação das salas do Festival, e um total de 75 332 visitantes que participaram em todas as iniciativas paralelas que decorreram no Rivoli e em outros espaços da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2012, o Festival Internacional de Cinema do Porto admite poder vir a ter um número ainda mais elevado de visitantes e de espectadores, até porque no seio desta crise que vivemos, a cultura tem sido o escape para esquecer o quotidiano, como tem sido notório na maioria dos eventos que se vêm realizando em Portugal, sobretudo nos Festivais de música que se vêm realizando em todo o País. A 32ª edição do Fantasporto, contará ainda com mais motivos de atracção nas mais diversas valências da Cultura, continuando "passo a passo" a transformar-se num autêntico “Fórum das Artes” que vem tornando o festival num evento muito mais ecléctico e logicamente abrangente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3768212194529462166?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3768212194529462166/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3768212194529462166' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3768212194529462166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3768212194529462166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/11/fantas-sob-o-signo-do-futuro-e-dos-30.html' title='FANTAS SOB O SIGNO DO FUTURO E DOS 30 ANOS DE BLADE RUNNER'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-5859424769119142688</id><published>2011-11-21T14:27:00.001-08:00</published><updated>2011-11-21T14:27:51.575-08:00</updated><title type='text'>Fantasporto cria competição para Escolas de Cinema</title><content type='html'>Em parceria com muitas entidades, sobretudo Universidades, que têm cursos na área do audiovisual, o Fantasporto decidiu alargar o conceito dos prémios de Cinema Português que atribui desde a sua última edição. Assim, também, as escolas de cinema (ou entidades com cursos de cinema) vão ter uma oportunidade para participar no Fantasporto 2012 num concurso entre Escolas e que terá como base a produção do final de curso dos seus alunos. Este prémio destina-se à Escola que apresente o melhor conjunto de filmes (de 3 a 5), que não excedam os 15 minutos cada e no limite máximo de uma hora. Estes terão de ser produzidos entre 2011 e 2012. Com esta iniciativa o Fantasporto pretende fomentar a competição entre as escolas de cinema portuguesas e, com isso, contribuir para a melhoraria do cinema feito em Portugal.&lt;br /&gt;O Cinema Português no Fantasporto passa assim a ter uma imagem e um tratamento ainda mais forte com a introdução do Prémio do Melhor Filme, em 2012 só para filmes inéditos, com selecção de um juri próprio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-5859424769119142688?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/5859424769119142688/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=5859424769119142688' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5859424769119142688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5859424769119142688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/11/fantasporto-cria-competicao-para.html' title='Fantasporto cria competição para Escolas de Cinema'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-5101735275231598094</id><published>2011-11-21T14:26:00.000-08:00</published><updated>2011-11-21T14:26:06.299-08:00</updated><title type='text'>CONCURSO DE CONTOS SCI-FI FANTASPORTO 2012</title><content type='html'>CONCURSO DE CONTOS SCI-FI FANTASPORTO 2012&lt;br /&gt;O Fantasporto dedica o Programa Especial de 2012 à Ficção Científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Festival Internacional de Cinema do Porto solicitou a Rogério Ribeiro a coordenação de um fantástico Concurso de Contos de Ficção Científica, para posterior publicação numa Antologia de Ficção Científica a editar pela Gailivro (Grupo Leya) que terá apresentação na 32º edição do Fantasporto. Os contos deverão ser submetidos em ficheiro electrónico, formato rtf ou word, como anexo de um email enviado para contos.fantas@gmail.com . O ficheiro do manuscrito terá formatação A4, espaçamento de linha e meia, fonte Times New Roman, tamanho 12. O manuscrito apenas será identificado, na página de rosto, pelo título do conto e pseudónimo do autor. O corpo do email de submissão incluirá o pseudónimo, o nome verdadeiro, morada e contacto telefónico. O título do email de submissão deverá incluir a referência “Concurso de Contos de Ficção Científica – Fantasporto 2012”. Os contos seleccionados serão incluídos na Antologia de Contos de Ficção Científica – Fantasporto 2012, organizada por Rogério Ribeiro e publicada na colecção 1001 Mundos (Ed. Gailivro). Caberá ao organizador determinar quantos contos a concurso, para além do vencedor, poderão ser publicados; respeitando para isso a ordenação atribuída pelo Júri. A par dos contos a concurso seleccionados, a Antologia conterá também contos de autores convidados, nacionais ou estrangeiros. A data limite de submissão de manuscritos é 14 de Outubro de 2011. Os contos recebidos em data posterior serão automaticamente excluídos. O resultado do Concurso será anunciado até ao fim de Novembro. A Antologia será lançada durante o Fantasporto 2012.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-5101735275231598094?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/5101735275231598094/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=5101735275231598094' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5101735275231598094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5101735275231598094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/11/concurso-de-contos-sci-fi-fantasporto.html' title='CONCURSO DE CONTOS SCI-FI FANTASPORTO 2012'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-6867242657908160674</id><published>2011-11-21T14:21:00.000-08:00</published><updated>2011-11-21T14:21:35.809-08:00</updated><title type='text'>ANTÓNIO-PEDRO VASCONCELOS HOMENAGEM NO FANTAS</title><content type='html'>Um realizador que foi capaz de atrair mais de 1 milhão de espectadores às salas de cinema para ver filmes portugueses merece naturalmente uma homenagem no Fantasporto 2012. António-Pedro Vasconcelos é o único realizador que se pode gabar deste feito e o Festival Internacional de Cinema do Porto convidou-o para ser a personalidade ligada ao cinema em Portugal em destaque na edição 32. Porque ele é um cinéfilo e, em tom de brincadeira, porque nos seus filmes lançou belíssimas actrizes. Nada melhor que parafrasear o título do filme de Truffaut – António Pedro Vasconcelos é realmente o “Homem que gosta de Mulheres”. A próxima edição do Fantasporto está marcado para os dias 20 de Fevereiro a 4 de Março de 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António-Pedro Vasconcelos nasceu em Leiria em 1939. Cavaleiro da Ordem do Infante D. Henrique começou por querer ser advogado, estudando Direito, mas o convívio com homens do cinema como João César Monteiro ou Alberto Seixas Santos levou-o para a Sétima Arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciou-se na crítica de cinema no final dos anos 50, do século XX. Viria a ser chefe de redacção da revista “Cinéfilo” (1973) ou responsável pelo programa “Cine-Clube” da RTP 2 (1976).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1968 realizou os seus primeiros filmes de publicidade e documentários como “Exposição de Tapeçaria” (1968) e “Fernando Lopes-Graça” (1971), entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É co-fundador do Centro Português de Cinema (CPC) em 1970, sendo um dos responsáveis pela revitalização do cinema português. Realiza nessa época a sua primeira longa-metragem – “Perdido por Cem” (1973), um filme fortemente influenciado pela “Nouvelle Vague” francesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir à Revolução de Abril, faz para a RTP o documentário “Adeus, até ao meu Regresso” (1974) sobre a geração de portugueses que estiveram na Guerra Colonial. A trabalhar como programador televisivo, realiza “Oxalá” (1981) e depois, um dos grandes sucessos da sua carreira. “O Lugar do Morto” (1984), baseado numa história de Mário Zambujal, seria o filme que fez de Ana Zannati uma “sex symbol”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As dificuldades económicas sentidas nos anos 80 na sociedade portuguesa atrasaram o renascer do cinema nacional. Só em 1992 volta a realizar – é uma série para a RTP – “Aqui d’El-Rei!” – abordando a presença do exército português em Moçambique nos finais do século XIX. Em 1999 António-Pedro Vasconcelos tem mais um sucesso de público com “Jaime”. Seguem-se “Os Imortais” (2003), “Call Girl” (2007) – o papel de sex symbol é agora de Soraia Chaves e, novamente com a actriz e modelo portuguesa realiza “A Bela e o Paparazo” (2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerado pela crítica o mais americano dos cineastas portugueses, António-Pedro Vasconcelos aceita com “fair play” o rótulo que até considera um elogio. Adepto incondicional do Benfica, António Pedro Vasconcelos vai fazer uma selecção de filmes seus e “sobe” até ao Porto para mostrar parte da sua carreira e ser distinguido pelo Fantasporto com o Prémio de Carreira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-6867242657908160674?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/6867242657908160674/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=6867242657908160674' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6867242657908160674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6867242657908160674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/11/antonio-pedro-vasconcelos-homenagem-no.html' title='ANTÓNIO-PEDRO VASCONCELOS HOMENAGEM NO FANTAS'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-9006509851829922743</id><published>2011-11-21T14:19:00.000-08:00</published><updated>2011-11-21T14:19:16.695-08:00</updated><title type='text'>Fantasporto dá prémio de carreira a Mike Hodges</title><content type='html'>Fantasporto dá prémio de carreira a Mike Hodges&lt;br /&gt;Galardão assinala os 40 anos de «Get Carter»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fantasporto anunciou que na edição de 2012 do festival vai atribuir o «Prémio por uma Carreira» ao realizador inglês Mike Hdoges.&lt;br /&gt;O Festival Internacional de Cinema do Porto refere que a homenagem pretende coincidir com os 40 anos de «Ger Carter», o filme de culto de um realizador que diz que, como refere a nota de imprensa, «os filmes devem ter alma e expressar as verdades difíceis da condição humana».&lt;br /&gt;Em 1990, Mike Hodges ganhou dois prémios no Fantasporto pelo thriller sobrenatural «Black Rainbow» («O Arco-Íris Negro»), com Rosanna Arquette.&lt;br /&gt;Da filmografia de Hodges constam filmes como «Pulp» (1972), «The Terminal Man» (1974) e «Croupier» (1998), ou ainda «Flash Gordon» (1980), que voltou a trazer para a ribalta o herói da ficção científica com a música dos Queen.&lt;br /&gt;Mas é a sua longa-metragem de estreia (1971) que continua a ser o filme mais conhecido de Hodges. Escrito também pelo realizador inglês (a partir do livro «Jack`s Return Home», de Ted Lewis), «Get Carter» tem Michael Caine como um gangster de Londres que regressa a Newcastle para investigar a morte misteriosa do seu irmão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-9006509851829922743?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/9006509851829922743/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=9006509851829922743' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/9006509851829922743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/9006509851829922743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/11/fantasporto-da-premio-de-carreira-mike.html' title='Fantasporto dá prémio de carreira a Mike Hodges'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-4993191321777866460</id><published>2011-11-21T14:10:00.001-08:00</published><updated>2011-11-21T14:10:36.180-08:00</updated><title type='text'>30 ANOS DE BLADE RUNNER</title><content type='html'>Fantasporto’2012 sob o signo dos&lt;br /&gt;30 ANOS DE BLADE RUNNER&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...I've seen things you people wouldn't believe. Attack ships on fire off the shoulder of Orion. I watched C-beams glitter in the dark near the Tannhauser gate. All those moments will be lost in time... like tears in rain... Time to die...”&lt;br /&gt;Roy Batty (Rutger Hauer) in Blade Runner&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta 32ª edição do Festival Internacional de Cinema do Porto emerge sob o signo do futuro. De um Futuro incerto que o cinema e as artes em geral nos têm trazido com uma frequência dir-se-ia assustadora. Mas o Fantas foi marcado quase na sua origem pela apresentação em antestreia de um daqueles filmes que não se esquecem. Que marcam. Que transformam o futuro, até do cinema, “Blade Runner”. Encerrando o programa especial dedicado ao Futuro que o Fantasporto este ano organiza entre 20 e 24 de Fevereiro será exibida a versão original deste filme, por muitos considerado o melhor filme da história do cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que um filme genial se transforme num filme de culto, não basta que seja uma obra prima. É preciso que desencadeie uma paixão intensa e duradoura e esse estado de graça é raro. Mas há filmes que entram no nosso imaginário e marcam definitivamente a memória cinéfila. ”Blade Runner” é um desses raros filmes, um ícone do Fantasporto, símbolo da nossa concepção de cinema e da nossa visão do fantástico e do imaginário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simbiose perfeita de uma novela extraordinária de Philip K. Dick “Do androids dream of electric sheep?” recriada mais que adaptada para cinema por um cineasta de talento como é Ridley Scott, “Blade Runner” que primeiro foi “Perigo Iminente” depois “Director´s Cut” e agora simplesmente “Blade Runner” é o filme das nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2019, um futuro não muito longínquo, a humanidade está à beira do fim. Os andróides, ou replicantes modelo Nexus 6, são quase tão humanos como os humanos, demasiado humanos mesmo. Quatro deles fugiram ao controlo e vagueiam pela Terra, misturados nas caóticas metrópoles futuristas. Um detective privado - um caçador de robots – é contratado para os destruir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futuro que Dick nos promete não é nada radioso mas a visualização cenográfica de Scott é fabulosa. Douglas Trumbull recria uma Los Angeles futurista e decadente, mas cheia de encanto, numa antevisão dos desafios que se colocam à arquitectura das metrópoles nos séculos que se avizinham. Ao som de Vangelis, Harrison Ford, Sean Young, Rutger Hauer e Daryl Hannah, recriam este western policial de ficção científica, filosófico e pessimista. Uma obra prima para a eternidade, obviamente imperdível em ecrã gigante no Rivoli…no Fantas…em 2012!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-4993191321777866460?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/4993191321777866460/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=4993191321777866460' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4993191321777866460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4993191321777866460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/11/30-anos-de-blade-runner.html' title='30 ANOS DE BLADE RUNNER'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-869198642880571909</id><published>2011-11-21T14:06:00.000-08:00</published><updated>2011-11-21T14:06:53.403-08:00</updated><title type='text'>OS 100 ANOS DA MORTE DE BRAM STOKER</title><content type='html'>Autor de “Drácula” renasce no Fantas’2012&lt;br /&gt;OS 100 ANOS DA MORTE DE BRAM STOKER&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bram Stoker morreu há 100 anos. A propósito da efeméride o Fantasporto 2012 homenageia o criador do romance gótico “Drácula”. Poucas foram as histórias deixadas por um escritor tantas vezes transpostas para o cinema. Deste romance emergiu também um dos personagens mais destacados das novelas gráficas ou do cinema, o Conde Drácula.  Apesar de não ter sido a primeira história sobre vampiros que foi escrita, foi aquela que deu “forma” e conteúdo à lenda. À lenda dos “sugadores de sangue”. Nesta 32ª edição do Festival Internacional de Cinema do Porto surge assim uma espécie de homenagem a este grande escritor irlandês com a exibição de duas das mais significativas incursões no cinema deste mito: “Nosferatu” de Murnau e “Dracula” de Francis Ford Coppola, “servidos” em écran gigante e, no caso de “Nosferatu” em cópia restaurada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraham (Bram) Stoker nasceu a 8 de Novembro de 1847 em Dublin.&lt;br /&gt;A mãe era escritora e o pai funcionário público. Bram Stoker foi uma criança pouco saudável tendo passado muito tempo de cama – até aos 7 anos não conseguia caminhar (dificuldade que conseguiu contrariar tendo-se tornado um excelente atleta e jogador de futebol na universidade onde estudou). A mãe para o divertir contava-lhe histórias, muitas delas de terror, o que influenciou a sua vida e carreira. &lt;br /&gt;Em 1864 entrou para o Trinity College of Dublin e enquanto estudava começou a trabalhar com o pai. Mais tarde, foi jornalista free lancer e crítico de teatro. &lt;br /&gt;A vida de Bram Stoker mudou em 1876 quando conheceu um actor famoso – Henry Irving – tendo sido seu secretário pessoal durante vários anos. &lt;br /&gt;Em 1879 casou-se com a actriz Florence Balcombe, de quem viria a ter um filho. Já a viver em Londres, lança o primeiro livro – “The Duties of Clerks of Petty Sessions in Ireland", um manual de administração fiscal, foi publicado em 1879. A sua primeira obra de ficção é de 1881 – “Under the Sunset” e apesar de ser mais conhecido pela história de horror gótico “Drácula” (1897),  Stoker escreveu dezoito livros (entre eles, “The Snaker’s Pass”, “The Mystery of the Sea”, The Jewel of Seven Stars” e “The Lady of the Shroud”) antes da sua morte a 20 de Abril de 1912. Morreu tinha 64 anos. &lt;br /&gt;“Drácula” foi escrito com uma estrutura de diários das principais personagens: Jonathan Harker, que é quem tem o primeiro contacto com o vampiro Conde Drácula; Wilhelmina (Mina) Harker, a futura mulher de Jonathan; Dr. John (Jack) Seward, um psiquiatra e administrador do sanatário; e Lucy Westenra, uma amiga de Mina e vítima de Drácula que se transforma em vampira.  &lt;br /&gt;Nesta 32ª edição do Festival Internacional de Cinema do Porto surge assim uma homenagem a este grande escritor irlandês com a exibição de duas das mais significativas incursões no cinema deste livro de Bram Stoker: “Nosferatu” de Murnau e “Dracula” de Francis Ford Coppola, “servidos” em écran gigante e, no caso de “Nosferatu”, em cópia restaurada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-869198642880571909?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/869198642880571909/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=869198642880571909' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/869198642880571909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/869198642880571909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/11/os-100-anos-da-morte-de-bram-stoker.html' title='OS 100 ANOS DA MORTE DE BRAM STOKER'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-1570731712630808468</id><published>2011-11-16T07:30:00.000-08:00</published><updated>2011-11-16T07:30:23.753-08:00</updated><title type='text'>PAÍS EM BRASA, ECONOMIA PARA ONDE VAIS?</title><content type='html'>Passe a publicidade, ainda há pouco lancei um livro de crónicas que reflecte sobre este País e as saídas que, no meu entender, poderia ter para “dar a volta” a esta macro crise em que nos encontramos. O nome do livro é o mesmo desta crónica que mais não é do que uma superficial reflexão sobre o actual estado do País e o reafirmar de duas iniciativas que considero prioritárias e que continuam na gaveta deste novo Governo: a Regionalização e o Turismo. &lt;br /&gt;Portugal está em brasa e os contínuos aumentos de juros da dívida soberana fazem arder as melhores expectativas de recuperação financeira. O nosso gigantesco buraco nas contas, parece não ter fundo. Um fundo para onde vamos todos se não funcionarem os mecanismos que estranhamente, até agora, desconhecemos e que levarão às tais mudanças urgentes que permitirão o tão falado crescimento económico do País.&lt;br /&gt;Aqueles que, apesar de tudo, emprestam as verbas negociadas com a troika a Portugal desconfiam cada vez mais, sobretudo devido ao terrível panorama da economia europeia, da nossa capacidade de honrar os compromissos de pagamento desses mesmos empréstimos, apesar de publicamente dizerem o contrário. Se não o fizessem teriam mais um grave problema para “salvar” o Euro da grave situação em que se encontra na contínua luta contra o dólar, ou vice-versa. &lt;br /&gt;Não há volta a dar. Temos que provar que somos capazes de produzir riqueza e de pagar a dívida para que esses receios façam baixar os juros que o País paga e os impostos que saem, e cada vez mais, dos bolsos de todos nós.&lt;br /&gt;Em resumo, o novo Governo tem algum crédito e quando assim é a credibilidade política e social não fica totalmente abalada. Sendo a recessão uma realidade que não é possível disfarçar, nem os números do desemprego, nem o encerramento de centenas de empresas por mês, urgem alterações nas políticas vigentes antes que a hecatombe seja agora mesmo irreversível. Temos, acredito, técnicos competentes a gerir o País. De criatividade e acção, porque de política (e de políticos) já se espera pouco, a não ser que sejam todos (e bons) economistas!&lt;br /&gt;É importante que o próximo Governo, que emergiu da escolha do Povo, não caia nos mesmos erros estruturais do anterior. Mudem-se as mentalidades, esqueça-se de vez o “desejo” de “poder” e “mãos à obra”, uma obra gigantesca que, a ser bem explicada aos cidadãos, e tem de o ser, poderá ter deles todo o apoio, apesar dos sacrifícios gigantescos que nos estão a pedir.&lt;br /&gt;Mais do que as políticas imediatas e necessárias, é vital que a estrutura administrativa de Portugal recupere não só a credibilidade como a sua funcionalidade e eficácia. Ora, nestes dois últimos casos, não é mais possível manter gabinetes políticos num esquema centralista a decidir sobre infra-estruturas a 200, 300 ou 400 quilómetros do Terreiro do Paço. São ineficazes e desbaratam recursos financeiros pela distância e obrigatoriedade de intermediação.&lt;br /&gt;Apenas com um processo célere de Regionalização, readaptando até numa primeira fase as actuais Comissões de Coordenação Regionais, se poderá reactivar a economia com sustentabilidade e em velocidade de “cruzeiro”. O fortalecimento das cidades pelo País fora, de Norte a Sul, do Litoral ao Interior, revitalizará as contas do Estado, promoverá a economia, fomentará o investimento e criação de empresas, beneficiará o número de empregos e, definitivamente, fará de Portugal uma nação capaz de sobreviver a estes tempos difíceis. O País não pode continuar parado. Sem poder aceder ao crédito bancário, não podendo investir, até porque os empresários mais empreendedores, não podem sequer adquirir as matérias-primas para garantir a continuidade do funcionamento das mais diversas indústrias. Mas é assim que Portugal está. A todos os níveis. E volto ao tema do costume…aposte-se fortemente no Turismo, uma indústria com rendimentos imediatos e que objectivamente já salvou outras economias no Mundo. Aposte-se na tecnologia, na inovação…nos jovens. Aposte-se num renovado Portugal.&lt;br /&gt;in Grande Porto de 18/11&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-1570731712630808468?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/1570731712630808468/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=1570731712630808468' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/1570731712630808468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/1570731712630808468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/11/pais-em-brasa-economia-para-onde-vais.html' title='PAÍS EM BRASA, ECONOMIA PARA ONDE VAIS?'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3953757187058410877</id><published>2011-11-10T13:28:00.000-08:00</published><updated>2011-11-10T13:28:04.974-08:00</updated><title type='text'>A QUE INFORMAÇÃO TEREMOS DIREITO?</title><content type='html'>Longe vão os tempos em que a informação tinha o preço do ouro. Com a evolução tecnológica hoje ela é gratuita sendo uma necessidade básica do Homem do século XXI. E porquê? Porque toda a gente consegue, através da internet, obter a notícia, seja lá qual for, com a maior actualidade possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembramo-nos vagamente do poder de comunicação que a rádio teve no passado e posteriormente a televisão, quando esta, anos depois, apareceu. Hoje, sobretudo a “caixa mágica” é apenas um agregador de entretenimento e lazer, até porque a informação surge só naqueles que aderiram aos sistemas de TV por cabo. Nos canais abertos restam os telejornais que procuram sobretudo o insólito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num pequeno país como Portugal e, numa altura em que a web já conquistou um forte peso na vertente dos conteúdos, é sobretudo estranho que a política adoptada pela generalidade dos gestores dos meios tradicionais de comunicação leve também à desertificação das suas redacções fora de Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde há uma década e, muito pela influência dos vários Governos que temos tido, as empresas de Comunicação Social foram acompanhando a cada vez maior centralização da vida politica, económica e social na Capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos o caso da Imprensa. As empresas sedeadas em Lisboa coordenam e controlam tudo o que é publicado. Mas para manterem a lógica de jornais nacionais criaram, há já alguns anos, umas secções denominadas de “local” nas quais são publicadas algumas poucas notícias que, se podem ser lidas na “província”, nas edições de Lisboa não aparecem. Assim a informação escrita passou a ser destinada a menos de metade da população portuguesa restringindo-se ao que acontece em Lisboa. Isto acontece nos jornais ditos de referência e, nos mais generalistas, só mesmo os acontecimentos trágicos ou anedóticos que possam ter lugar fora da capital é que têm direito a algum destaque especial nas suas edições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Norte lá se vai mantendo este “Grande Porto” e, um jornal forte em vendas, que tem a vantagem de dar informação diária do que por ali vai acontecendo, mas nunca esquecendo “naturalmente” o que se passa na capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente as televisões e as rádios concentraram igualmente a sua informação a Sul, até porque “é aí que tudo acontece”, dizem. Diverte-me, embora me irrite, ouvir por exemplo “hoje Portugal está sob chuva intensa”, quando a Norte o Sol brilha ou então: “são 11 horas em Lisboa”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que a informação actualmente é global devido à Web. De qualquer forma não deixa de ser curioso que mesmo os jornais on-line que vão sendo criados pela maioria desses mesmos órgãos de comunicação social – a maior parte incluindo vídeo a complementar as notícias - assumam a mesma lógica das suas edições impressas. Esta situação “corta” a voz do resto do País junto do Poder Político, em particular a do Norte, que naturalmente perdeu toda a capacidade de fazer ouvir os seus anseios junto de um Poder cada vez mais centralizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que não têm noção de que na internet a informação circula e que, não é só através dos jornais, da rádio ou da TV que podemos ter acesso à notícia. Cada vez mais sites, blogues ou até redes sociais são veículos da informação “na hora” e sem qualquer tipo de bloqueios ou complexos “critérios” jornalísticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fundo o que se tenta fazer é “matar" mediaticamente acontecimentos ou eventos com potencial nacional e até internacional, gerar um cada vez mais amplo centralismo de Lisboa para que esta se afirme como o único "local" de Portugal onde tudo de importante acontece, esquecendo o resto do País, a denominada "paisagem para que, quem manda, o possa fazer sem qualquer tipo de oposição. Esta, mais uma realidade que vem ajudar, e muito, as assimetrias cada vez maiores existentes que se vêm criando há anos entre a região de Lisboa e o resto deste Portugal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3953757187058410877?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3953757187058410877/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3953757187058410877' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3953757187058410877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3953757187058410877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/11/que-informacao-teremos-direito.html' title='A QUE INFORMAÇÃO TEREMOS DIREITO?'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-6777789107711860893</id><published>2011-11-03T16:51:00.000-07:00</published><updated>2011-11-03T16:51:24.701-07:00</updated><title type='text'>SIM, PODE HAVER CRESCIMENTO DA NOSSA ECONOMIA...</title><content type='html'>Poderia hoje aqui abordar o “caso” Duarte Lima, o “esquecimento” do Governo em avisar os Conselhos de Administração dos STCP e do Metro do Porto de que essas empresas serão fundidas, as implicações de um Orçamento de Estado, que esta semana foi discutido no Parlamento, os resultados práticos do último Conselho de Estado, as questões que se levantam pelo anúncio da situação de uma Alemanha e de uma França que admitem já a possibilidade de uma estagnação da sua economia para 2012 e o que tal situação provocará, sobretudo para países como Portugal, que sentirão uma grande quebra nas suas exportações, etc, etc. &lt;br /&gt;Já muitas vezes e, desde há muito, que manifesto a minha opinião sobre aquelas que são as grandes indústrias do Futuro, a do Turismo, as chamadas Indústrias Criativas e Tecnológicas e, naturalmente a da Cultura. Todas elas são indústrias com grande impacto económico na maioria dos países Ocidentais e, em muitos casos, as que mais importância assumem para as suas economias, até porque permitem um crescimento exponencial dos serviços e uma diminuição significativa do desemprego. Aliás é curioso verificar que, estas Indústrias são das poucas em que ainda há investidores privados que nelas apostam, ao contrário das que são consideradas as “tradicionais”. Estranho ainda não terem sido ainda anunciadas as politicas deste Governo para estas áreas e, pior ainda, sabendo-se da sua importância vital para um país como Portugal, praticamente todas elas foram “penalizadas” com um violento aumento do IVA para a taxa máxima, iniciativa que “destrói” a confiança dos investidores, que vai limitar o crescimento das mesmas e, naturalmente a nossa economia. Se tal é grave, essa decisão é totalmente ilógica e demonstra também ausência de uma perspectiva clara para garantir a continuidade destes investimentos privados, num Estado que vive uma situação de total bloqueio da sua economia. &lt;br /&gt;Sei, qualquer politica eficaz terá de contar com uma lógica “macro”, que só os grandes e médios investimentos permitem, dado que também eles implicam que, quem investe, os possa rentabilizar. Há valências em que estas apostas dos privados implicam um pequeno investimento do Estado (sobretudo as vocacionadas para a Cultura) mas as feitas no Turismo e nas Tecnologias “aguentar-se-iam” por si próprias se este ataque do IVA não tivesse surgido.&lt;br /&gt;Não é difícil (até porque há dados concretos sobre isso) verificar que cada vez mais se vêm hotéis a “abrir portas”, que há um muito maior movimento nos aeroportos com um crescimento exponencial da vinda de turistas, que estão a ser feitos investimentos destinados a um turismo de “luxo”, desde campos de golfe, ténis, marinas, restaurantes de alta qualidade, parques temáticos, eventos musicais, teatrais e de cinema de grande dimensão nacional e sobretudo internacional. Não há turista que não adira ao produto cultural que uma cidade, um pais oferece, sendo este na maioria dos casos “chamado” por esses mesmos eventos. Não há turista que também não queira ficar bem instalado, comer e beber bem, relaxar num spa ou praticando um golfe ou um ténis e logicamente apreciar o nosso Património ou visitar um Museu (estes agora também com entradas pagas, mesmo para os alunos das escolas que ali iniciavam o seu processo da criação de gosto pela Cultura).&lt;br /&gt;Sem querer desprestigiar Guimarães e a sua Capital Cultural, tenho quase a certeza que os mega vencimentos dos seus gestores e programadores, bem como todo o investimento que está ser feito na reorganização urbana e num orçamento demasiadamente elevado para eventos culturais, a maioria deles entregues a gestores muito bem pagos, aumentaria substancialmente o micro orçamento atribuído pelo Governo à Direcção Geral das Artes, organismo dependente da SEC. Esse aumento no orçamento desta estrutura permitiria, estou seguro, a realização de muitas iniciativas de forte envergadura e impacto mediático no ano de 2012 em Portugal, “motores” que são para a continuidade do crescimento que tem existido a nível turístico.&lt;br /&gt;Fica aqui o alerta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Dorminsky in Grande Porto, hoje&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-6777789107711860893?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/6777789107711860893/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=6777789107711860893' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6777789107711860893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6777789107711860893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/11/sim-pode-haver-crescimento-da-nossa.html' title='SIM, PODE HAVER CRESCIMENTO DA NOSSA ECONOMIA...'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-4530749578650340801</id><published>2011-10-27T10:55:00.000-07:00</published><updated>2011-10-27T10:55:09.080-07:00</updated><title type='text'>UM TURISMO DE EXCELÊNCIA PARA EXPLORAR</title><content type='html'>Se nos esquecermos por um pouco das politicas promocionais de Turismo que temos tido em Portugal e que se resumem à promoção do sol, da praia e de Lisboa, já se realizaram algumas experiências, creio que sustentadas, pelo menos financeiramente, para promover internacionalmente algumas regiões do país.&lt;br /&gt;Uma delas foi da Associação Portuguesa de Investimento a quem lhe foi dada em tempos a tarefa de promover o Douro como destino turístico de excelência e de aí serem implementadas novas indústrias que, de alguma forma, emergiriam de um novo potencial turistico da região. &lt;br /&gt;Pena é que o projecto para promover esse fantástico Douro se tenha praticamente perdido sem que tenha havido quaisquer resultados práticos. O Douro tem vindo a construir a sua imagem através de privados. Os mais empreendedores da região uniram-se, concorreram aos apoios europeus e paulatinamente têm conquistado nichos de prestígio (e outros nem tanto…) que se associam de forma inteligente à denominação conquistada junto da UNESCO de Património Mundial da Humanidade. O resultado começa a ver-se na qualidade da oferta hoteleira, de restauração, também cultural, mas aí ainda em pequena escala, tudo suportado em algo que é uma das mais fortes imagens de Portugal no Mundo – o vinho do Porto. Não é por acaso que ali, bem perto da Régua esta implantado o Museu do Vinho do Porto cuja actividade tem sido factor de chamamento para muitos.&lt;br /&gt;A Região de Turismo do Porto e Norte de Portugal, na qual o Douro se integra através das cidades que lhe são contíguas é estranhamente uma amalgama de Municípios que tem de ser repensada e reestruturada. Há conceitos de promoção turística teóricos, admito que mais ou menos estudados, mas tem de existir no seio desta nova região uma lógica de acção que entre em conta com a realidade turística de cada cidade e áreas envolventes nas suas mais diversas valências, das culturais às gastromómicas passando inclusivamente pelo turismo religioso, uma das vertentes referenciadas no seu programa de acção e a que raramente se dá importância.&lt;br /&gt;Na amálgama referida temos assim também o Grande Porto, um Minho marcado entre a tradição e o seu fantástico património que tem de ser explorado de uma forma activa e realista. Basta pensar no Gerês...esse parque nacional e natural, dos mais belos do Mundo, o Douro ou o urbano Grande Porto, isto para só referirmos algumas áreas geográficas bem distintas e que têm de ser trabalhadas diferentemente em termos turísticos. A Região de Turismo do Porto e Norte de Portugal pretende conceptualmente dar conteúdo a tudo aquilo que cada região tem para oferecer e, pelo que sei, não pretende inibir acções directas de promoção nacional ou internacional dos Municípios que a integram.&lt;br /&gt;Mas esta região de turismo tem dossiers bem pesados a tratar que passam pelos transportes, pelo chamamento de turismo de congressos, um dos mais rentáveis de todos e estudar muito bem essa que é a maior indústria dos nossos vizinhos espanhóis...a indústria do turismo cultural. A interligação destes diversos projectos, ou linhas de acção, se assim lhe quisermos chamar, é assim fundamental para ser possível apresentar à actual Secretária de Estado do Turismo um plano sustentado de acção para a promoção de toda a região e da sua excelência turística. Tirando acções pontuais e cujo resultado é praticamente desconhecido continuamos a aguardar o que vai emergir de tão ampla região de turismo e que abarca em si mesmo muito do melhor que Portugal tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Dorminsky in Prize de Novembro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-4530749578650340801?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/4530749578650340801/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=4530749578650340801' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4530749578650340801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4530749578650340801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/10/um-turismo-de-excelencia-para-explorar.html' title='UM TURISMO DE EXCELÊNCIA PARA EXPLORAR'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-5259984293366732382</id><published>2011-10-27T10:33:00.000-07:00</published><updated>2011-10-27T10:33:14.035-07:00</updated><title type='text'>SEM ALTERNATIVA</title><content type='html'>No fundo esta crónica é “mais do mesmo” mas, apesar de levantar algumas situações grave pelas quais Portugal está a passar, pretende dar pistas no sentido de, concomitantemente com a aplicação do OE, obrigar a repensar este Portugal dos tempos em que vivemos. Sobre os cortes na “despesa” pagos pelos funcionários públicos, directa ou indirectamente também já muito se disse e sabe-se quase tudo sobre o que vai acontecer no seu futuro próximo bem como as dificuldades que todos os portugueses vão viver. Erros de um passado recente…com muitas vozes a alertarem para a situação de descontrolo em que se vivia mas a que sucessivos governos fizeram “orelhas moucas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, e se quisermos ultrapassar esta situação, o Estado terá de fazer um grande “encaixe” financeiro que sobra para nós que vamos ter de pagar os excessos de uma vida “descontrolada” que fomos vivendo e que foi incentivada por esses mesmos Governos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frase “não temos alternativa”, vai ficar para a história. E foi corajosamente dita por um actual governante. Algo raro quando a linguagem que ouvimos, por exemplo no ultimo Governo de José Sócrates, era que tudo estava controlado. Tudo estava bem. Nem precisaríamos do FMI e do BEI…Agora já sabemos que o défice orçamental atingiu 8,1%, um valor bem distante da meta de 5,9% definida em função de dados novos. De “buracos” atrás de “buracos” que se foram descobrindo nas contas públicas, ainda há bem pouco tempo, anunciada pelo Governo. Agora é tempo de “fechar as portas”, “fundir” comissões, institutos de Estado, empresas municipais, freguesias, eventualmente Municípios. Tempo de deixar cair” obras megalómanas (apesar de estranhamente se ter voltado a falar do TGV para Madrid, mas a preço de saldo!), de privatizar empresas públicas…Mas serão só estas as tais “gorduras” do Estado que podem ser cortadas? Não, seguramente que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convém é explicar pedagogicamente e de forma muito clara o porquê da necessidade da aplicação deste tipo de OE e, de que forma as medidas lá implícitas vão ser sentidas por quem “paga”. E, quais são os seus responsáveis. Já sei que fomos perdendo a nossa “soberania”, isto num sentido lato, porque dependemos agora da Europa e dos empréstimos da ECOFIN. Mas quem assinou o acordo com a troika? E porque é que, quem conquistou o poder, teve também de “assinar” o dito acordo? Simplesmente porque de outra forma não havia empréstimo. Claro que agora surge um novo argumento, sobretudo do Partido Socialista: Estas medidas tomadas pelo Governo (está lá à 120 dias!) são mais violentas do que aquelas que foram acordadas. Claro…e que deixou as dívidas “encobertas”? Não foi só o Sr. Jardim…Obviamente  ele não tem desculpa, muito embora diga que fez obra. E será que a obra que fez justifica, numa região turística como é a Madeira, que não tenha conseguido investimentos privados para a área do turismo que pagassem também, por exemplo, grande parte do sistema viário?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eventualmente até será necessário tomar medidas tão violentas como as já anunciadas mas não adianta muito pedir ainda mais esforço aos portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que olhando para este Portugal de hoje, tem também de se pensar em apoiar os idosos que têm pensões de miséria, diminuir o aumento galopante do desemprego, bloquear os mercados paralelos que emergem desde há meses em Portugal, aplicar as anunciadas politicas para apoiar a pesca e a agricultura, travar o fecho continuado das pequenas e médias empresas, capitalizar a banca, apoiar a Cultura e a Educação dado que se sabe que sem essas valências continuaremos a viver na ignorância e avançar com politicas urgentes para o Turismo, uma das pouquíssimas áreas que tem amplo potencial de crescimento para ser a maior Indústria portuguesa…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não há alternativa”. Até acredito mas…há muito que fazer para que todos nós possamos sentir que vale a pena sofrer mais uns tempos para sairmos desta “crise” em que nos encontramos.&lt;br /&gt;in Grande Porto de 28 Nov&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-5259984293366732382?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/5259984293366732382/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=5259984293366732382' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5259984293366732382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5259984293366732382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/10/sem-alternativa.html' title='SEM ALTERNATIVA'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-6122160192391443617</id><published>2011-10-19T09:24:00.000-07:00</published><updated>2011-10-19T09:24:33.276-07:00</updated><title type='text'>CULTURA, PARA QUE TE QUERO…</title><content type='html'>&lt;i&gt;Um funcionário público que comigo trabalha, saiu-se há poucos dias com uma frase que, creio, deve ter sido dita ou passou pela cabeça de muitos portugueses: “hoje descobri que sou rico!”. Ganha 1.000 euros líquidos por mês! É um técnico superior!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Orçamento de Estado para 2012 discutido esta semana e pré-apresentado por Pedro Passos Coelho tentando justificar, entre outras medidas de contenção, os “cortes” nos vencimentos dos trabalhadores da Função Pública e os aumentos dos Impostos directos e indirectos que vamos ter, não trouxe demasiadas novidades e só tornou claro que, afinal, ainda não será no final de 2012 que os portugueses verão a tal “luz ao fundo do túnel”. Avisou ainda que iremos entrar numa recessão ainda maior no próximo ano no sentido de em 2013, “ isto se a conjuntura internacional o permitir”, começar a sair da “crise”. &lt;br /&gt;Novidades maiores do Orçamento agora apresentado, a ampla diminuição de verbas para as autarquias (116 milhões) ou, e esse aspecto interessa-me particularmente, que a Cultura vai ainda ver ainda mais reduzida a sua capacidade de investimento, já de si quase inexistente. Mas nessa área as “gorduras” do Estado mantêm-se, até porque os cortes feitos nas estruturas culturais dependentes da SEC permitem por exemplo ao Teatro S. João publicar, ainda no passado fim de semana, páginas inteiras de publicidade nos jornais com a sua programação. Pelo contrário, irão existir cortes significativos nos orçamentos da Direcção Geral da Artes e do Instituto Português de Cinema, entidades de quem dependem todos os produtores culturais privados. Curiosamente e, só mais para dar mais um exemplo, a Cinemateca Portuguesa tem um orçamento correspondente a mais de 50% do que o referido Instituto de Cinema, a única entidade que apoia o Cinema em Portugal nas suas mais diversas valências. Lendo o OE com atenção também não se fazem sentir alterações nos altíssimos vencimentos das administrações da Capital da Cultura em Guimarães, nem me pareceu que o orçamento previsto para esse evento tenha sido reduzido. No fundo o Estado mantém orçamentos semelhantes para os equipamentos e entidades que dele dependem directamente, mas diminui consideravelmente a sua comparticipação na actividade dos privados, sem lhes proporcionar alternativas para a rentabilização das suas iniciativas, até pela inconcebível decisão de aumentar o IVA “da Cultura” para 23%, o que vai limitar ainda mais o acesso dos portugueses ao produto cultural. Tal só vem provar que mesmo aqui, nesta área sempre marginalizada pelos sucessivos Governos, a “despesa” do Estado não é quase abalada, mas o seu investimento na cultura em Portugal vai “sofrer” fortemente. Com este OE nas autarquias, a área da cultura vai, como parente pobre de qualquer orçamento autárquico, sentir também um forte ataque. E, note-se, não estou a falar de subsídio-dependência. No fundo o que estranho é que a diminuição da despesa do Estado para 2012 seja feita basicamente através do corte de subsídios de Natal e/ou de Férias e pelos impostos directos e indirectos que vão recair sobre os portugueses e que estes sejam justificados pelo facto dos funcionários públicos terem vencimentos superiores em 15% aos trabalhadores do “privado”. Sinceramente não sei quem fez essas contas para chegar a essa conclusão. Será que também foram aí contabilizados os vencimentos principescos pagos nas empresas público privadas? Os ordenados desiguais tidos com médicos, funcionários judiciais e magistrados ou até professores? “Não há alternativa” diz-se. Talvez não haja, e esta até seja a opção mais lógica no momento, mas analisando o OE, sente-se imediatamente que quem vai pagar a famosa “despesa” são os contribuintes, todos nós…isso sim é verdade. E já agora, onde é que estão os “cortes” nas “gorduras do Estado”?  &lt;br /&gt;Mário Dorminsky in Grande Porto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-6122160192391443617?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/6122160192391443617/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=6122160192391443617' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6122160192391443617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6122160192391443617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/10/cultura-para-que-te-quero.html' title='CULTURA, PARA QUE TE QUERO…'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-6863348230800987552</id><published>2011-10-19T08:57:00.000-07:00</published><updated>2011-10-20T04:01:58.561-07:00</updated><title type='text'>Governo: Cultura…</title><content type='html'>O orçamento da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) para 2012 situa-se nos 180,4 milhões de euros, subindo a um total de 200,6 milhões com as dotações do Ministério das Finanças, de acordo com a proposta do Orçamento do Estado ontem entregue no Parlamento.&lt;br /&gt;Segundo os números adiantados à Agência Lusa por fonte governamental, aos 180,4 milhões de euros da SEC devem juntar-se os 20,2 milhões a atribuir pela Direcção Geral do Orçamento ao sector empresarial do Estado, com tutela conjunta da SEC e do Ministério das Finanças, perfazendo assim os 200,6 milhões de euros inscritos na proposta do OE 2012, no mapa da despesa consolidada da Presidência de Conselho de Ministros, na qual a SEC está integrada.&lt;br /&gt;Os 180,4 milhões de euros orçamentados para a SEC em 2012 correspondem a uma redução absoluta de 31,7 milhões face aos 212,1 milhões de euros efectivamente atribuídos ao antigo Ministério da Cultura em 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Introdução ao OE sobre a Cultura&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos próximos anos o Governo afirmará  uma visão clara  sobre  o que deve ser  o futuro da Cultura em Portugal:  uma atitude  geradora de riqueza, emprego e qualidade de vida, e um  instrumento para a afirmação de Portugal no exterior. Neste contexto, constituir-se-á como prioridade a preservação do Património Cultural, herança comum a todos os portugueses, através da manutenção responsável e da valorização dos museus e monumentos nacionais, numa estratégia integrada com o sector do Turismo, Municípios, Escolas e Sociedade Civil. A adopção do Acordo Ortográfico, constituirá uma oportunidade para colocar a Língua Portuguesa no centro Políticas Sectoriais para 2012 e Despesa Consolidada da agenda política, tanto interna como externamente. Igualmente importante é a reavaliação do Plano Nacional de Leitura, peça chave na articulação entre a linguagem falada e a linguagem escrita. Será implementada uma nova política de atribuição de apoios às artes, ao teatro e ao cinema, procurando desburocratizar procedimentos e agilizar candidaturas. Pretende-se, deste modo, uma transparência absoluta na  sua  atribuição, com identificação das mais-valias que representam, seja no âmbito de serviço público, seja na  receptividade e atractividade das iniciativas e dos espectáculos.  O trabalho dos criadores nacionais é também fundamental para a definição da identidade contemporânea de Portugal, sendo importante contribuir para o desenvolvimento das indústrias criativas, aumentando a autos sustentabilidade do sector cultural, assegurando a difusão e defesa dos Direitos de Autor e gerando emprego qualificado. O Governo  legislará e actuará, com urgência, na área da pirataria de  música, de cinema e de livros, defendendo os criadores, os direitos dos autores, as empresas e a qualidade das plataformas em que circulam os seus trabalhos e produtos. Sendo a Cultura património de cada um de nós, devemos ser formados, enquanto público não especialista, para a importância das várias formas e conteúdos produzidos. Reforçar a ligação  à escola, permite estimular a introdução de hábitos culturais a partir da idade escolar. A paisagem que nos envolve é um pilar da identidade cultural de cada região, pelo que a sua alteração deverá ser entendida como uma eventual interferência nessa raiz cultural, logo, sujeita a um parecer prévio desta tutela. A par do alargado esforço de consolidação orçamental, promover-se-á um novo Modelo Organizacional,  com vista à redução dos custos; ao aumento da eficiência de funcionamento e à reavaliação do papel do Estado na vida cultural: Fusão/extinção de organismos, reduzindo-se o número de estruturas de 16 para 11, os cargos de dirigentes de 191 para 122, e uma redução da despesa na ordem dos 2,6 milhões de euros; Criação de um Agrupamento Complementar de Empresas, durante o 1º trimestre de 2012, que permitirá uma gestão mais eficaz e racional das várias empresas públicas, reduzindo as despesas com pessoal, nomeadamente ao nível dos Conselhos de Administração, e os encargos com as contratações e serviços externos; Limitação das admissões de pessoal, contribuindo para a redução de efectivos na Administração Central em pelo menos 2%; Reorganização e racionalização das instalações da propriedade da tutela, permitindo a redução dos encargos de locação de imóveis, que poderá atingir os 0,8 milhões de euros em 2012 e 2 milhões de euros em 2013; Generalização das aquisições na Unidade Ministerial de Compras, permitindo obter preços mais competitivos e reduzidos; Avaliação, no decorrer do 1º semestre, do custo/benefício e da viabilidade financeira das fundações que beneficiem de apoios financeiros concedidos no âmbito das actividades culturais, exigindo-se uma maior disciplina na utilização dos mesmos; Revisão do regime de gratuitidade dos museus e património cultural e alteração dos seus horários de funcionamento, a aplicar durante o 1.º semestre, promovendo o aumento das receitas; Reforço do acompanhamento e monitorização da execução económica e financeira dos Serviços e Organismos sujeitos à tutela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-6863348230800987552?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/6863348230800987552/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=6863348230800987552' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6863348230800987552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6863348230800987552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/10/governo-cultura.html' title='Governo: Cultura…'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3807219717647128168</id><published>2011-10-19T08:14:00.001-07:00</published><updated>2011-10-19T08:14:37.115-07:00</updated><title type='text'>MAIS DE 100 CONCORRENTES À ANTOLOGIA DE CONTOS DE FICÇÃO CIENTÍFICA FANTASPORTO 2012</title><content type='html'>O Fantasporto 2012 promoveu um Concurso de Contos de Ficção Científica a propósito do seu programa autónomo “O FUTURO AGORA. AGORA O FUTURO” e que se enquadra no âmbito da Comemoração Oficial dos 30 anos do filme clássico “Blade Runner”.  A esse concurso, que teve coordenação do director do Fórum Fantástico das Conversas Imaginárias, Rogério Ribeiro, concorreram mais de 100 trabalhos, vindos de 4 países e representando 3 continentes. Os contos vencedores vão ser publicados  na “Antologia de  Contos de Ficção Científica do Fantasporto 2012”, conjuntamente com outros contos de autores convidados nacionais e estrangeiros. A edição está a cargo da ASA, Grupo Leya.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Programa “O FUTURO AGORA. AGORA O FUTURO” é realizado em colaboração com diversas entidades e personalidades de reconhecido mérito no âmbito da Ciência, do Saber e das Artes em geral, num cruzamento com o Cinema. O objectivo é fazer um levantamento das múltiplas visões do Futuro em áreas como o teatro, o cinema, a literatura, ou a arquitectura, a par das artes plásticas,  da óptica, da robótica, das ciências bio-médicas ou dos têxteis.&lt;br /&gt;O Fantasporto, Festival Internacional de Cinema do Porto,  é considerado nacional e internacionalmente o maior festival de cinema em Portugal e inclusivamente a revista norte-americana Variety volta a referi-lo como “um dos 25 mais importantes do Mundo”, estando a caminho da sua 32ª edição em Fevereiro 2012. Mais concretamente entre 20 de Fevereiro a 4 de Março.&lt;br /&gt;Para além do Cinema eixo fulcral do evento, o Fantasporto tem sabido sempre inovar com programas especiais realizados em parcerias com Universidades e outras estruturas de prestígio, em projectos nos quais que faz o cruzamento do Cinema com as Artes e as Ciências. Só para referir os últimos programas concretizados o  festival abordou anteriormente a Arquitectura em 2009 com a Ordem dos Arquitectos, Robótica com a Sociedade Portuguesa de Robótica e diversas Universidades, Efeitos Especiais em 2010 com a presença de nomes importantes do panorama mundial nesta valência, tais como Colin Arthur, co-responsável pelos efeitos especiais de “2001 Odisseia no Espaço” ou as  Artes Plásticas em 2011, onde para além de exposições, workshops, conferências concretizou com a colaboração da Faculdade de Belas Artes e a Universidade Católica 17 filmes de média metragem sobre outros tantos artistas plásticos de prestígio nacional. A música tem sido igualmente uma área que sempre tem sido trabalhada em cruzamento com o festival propriamente dito.  &lt;br /&gt;Sobre o programa “O FUTURO AGORA. AGORA O FUTURO” mais notícias surgirão a curto prazo sobretudo no âmbito da sua ligação ao cinema através da produção e exibição de filmes de ficção e científicos, de entre os quais o filme de culto que o Fantas antestreou em Portugal: “Blade Runner” e que será exibido na sua versão original, a primeira realizada por Ridley Scott.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3807219717647128168?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3807219717647128168/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3807219717647128168' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3807219717647128168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3807219717647128168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/10/mais-de-100-concorrentes-antologia-de.html' title='MAIS DE 100 CONCORRENTES À ANTOLOGIA DE CONTOS DE FICÇÃO CIENTÍFICA FANTASPORTO 2012'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-4403621618195405211</id><published>2011-10-14T10:52:00.000-07:00</published><updated>2011-10-14T10:52:01.738-07:00</updated><title type='text'>CULTURA &amp; TURISMO DE MÃOS DADAS! revisto!</title><content type='html'>CULTURA &amp; TURISMO DE MÃOS DADAS!&lt;br /&gt;É interessante ver que uma das iniciativas anunciadas esta semana pelo Secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, foi a da criação de uma comissão que, juntamente com o Turismo, admito que com a Secretaria de Estado do Turismo, vai estudar a possibilidade de interligação destas duas valências para a difusão e promoção da Cultura e dos nossos ícones turísticos no estrangeiro. Já não era sem tempo, poder-se-á dizer. Espero é que tal não seja algo só de “fachada” até porque esta comissão tem o trabalho praticamente feito! Basta copiar o óbvio, e este está, por exemplo, já aqui ao lado, em Espanha, onde há muito esta ligação entre cultura e turismo existe. &lt;br /&gt;Portugal enfrenta uma crise que tende a agravar-se. A débil situação económica em que nos encontramos, a deslocalização de indústrias (nacionais e estrangeiras) para outros países onde as condições laborais são mais fáceis, a dificuldade em criar padrões de qualidade e de competitividade atraentes para o investimento na indústria e no comércio e a crescente perda de referências e de capacidade de criar trabalho e receitas por parte das pequenas e médias empresas (que constituem a maioria do tecido empresarial português) são alguns dos factores que infelizmente caracterizam este País. Se Portugal é débil em numerosos campos, tem um forte potencial nessas duas áreas onde a tradição, a criatividade e os recursos naturais fornecem todas as mais-valias para a criação de zonas de mercado capazes de dinamizarem a economia e de atraírem novos visitantes e novos investimentos, privados, públicos, nacionais e estrangeiros. Refiro-me às INDÚSTRIAS DO TURISMO E DA CULTURA e da sua ligação intrínseca aos SERVIÇOS. &lt;br /&gt;Portugal tem sido visto, em geral, como um país do Sul da Europa, com uma oferta turística centrada em dois únicos produtos (sol/mar e golfe), um país de gentes hospitaleiras, do passado e das tradições. Estes elementos eram, e são, factores de atracção, a que se deve adicionar conceitos tão importantes como a qualidade, o “life-style”, a modernidade, os eventos culturais de qualidade ou o património.  Os novos hotéis, restaurantes, eventos culturais de impacto, os novos equipamentos de cultura que têm surgido por todo o País e que têm os privados a investir são uma realidade que tem de ser aproveitada pelo Governo, até porque estas duas valências representam cerca de 21% do PIB nacional. Vamos a isso…será um primeiro passo de gigante para ultrapassarmos a “crise”. Haja coragem para apoiar os investidores e transformar Portugal num espaço de grande chamamento turístico. Mas…Ilógico é taxar a Cultura e o Turismo com um IVA de 23%!&lt;br /&gt;Mário Dorminsky&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-4403621618195405211?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/4403621618195405211/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=4403621618195405211' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4403621618195405211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4403621618195405211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/10/cultura-turismo-de-maos-dadas-revisto.html' title='CULTURA &amp; TURISMO DE MÃOS DADAS! revisto!'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3795037213007313727</id><published>2011-10-14T10:50:00.001-07:00</published><updated>2011-10-14T10:50:50.667-07:00</updated><title type='text'>FANTAS SOB O SIGNO DO FUTURO E DOS 30 ANOS DE BLADE RUNNER</title><content type='html'>2012 traz-nos a 32ª edição do Fantasporto que vai ser realizada sob a égide da comemoração do 30º aniversário de “Blade Runner”, o FILME DE CULTO DO FANTAS...uma das grandes obras da HISTÓRIA DO CINEMA que teve a particularidade de ser antestreado no Fantas. Será exibido em projecção digital na sua versão original, tudo acontecendo entre 20 de Fevereiro e 4 de Março no Rivoli. “Get Carter”, uma obra que não necessita de apresentações faz por sua vez, 40 ANOS e vai ser exibido em cópia restaurada pelo British Film Archive. Será altura para homenagear o realizador do Grande Prémio do Fantasporto com “Black Rainbow”. Mike Hodges receberá assim no Fantas´2012 o Prémio por uma Carreira.  E não é todos os dias que vos podemos dar uma noticia do "outro mundo"! A próxima edição do Fantasporto vai contar com uma retrospectiva única...do chamado “pior realizador da história do cinema”, Mr.Ed Wood, exibindo logicamente o considerado “pior” filme da história do cinema "Plan 9 from Outer Space", uma “bomba” realizada, naturalmente, por...Ed Wood. O cinema de culto vai assim passar pelo Fantas. Será tempo de venera-lo...mas muito mais vai acontecer nesta 32ª edição do Festival Internacional de Cinema do Porto. A seu tempo dar-se-á a conhecer o seu programa geral.&lt;br /&gt;A 32ª edição do Festival Internacional de Cinema do Porto decorrerá no Teatro Rivoli entre os próximos dias 20 de Fevereiro e 4 de Março de 2012. Importante será de referir que na 31ª edição do Fantasporto, que decorreu em Fevereiro passado, foi alcançado o número de 47 395 espectadores com bilhete pago, sendo que este número representa 87% de ocupação das salas do Festival, e um total de 75 332 visitantes que participaram em todas as iniciativas paralelas que decorreram no Rivoli e em outros espaços da cidade.&lt;br /&gt;Em 2012, o Festival Internacional de Cinema do Porto admite poder vir a ter um número ainda mais elevado de visitantes e de espectadores, até porque no seio desta crise que vivemos, a cultura tem sido o escape para esquecer o quotidiano, como tem sido notório na maioria dos eventos que se vêm realizando em Portugal, sobretudo nos Festivais de música que se vêm realizando em todo o País. A 32ª edição do Fantasporto, contará ainda com mais motivos de atracção nas mais diversas valências da Cultura, continuando "passo a passo" a transformar-se num autêntico “Fórum das Artes” que vem tornando o festival num evento muito mais ecléctico e logicamente abrangente.&lt;br /&gt;Fantasporto cria competição para Escolas de Cinema&lt;br /&gt;Em parceria com muitas entidades, sobretudo Universidades,  que têm cursos na área do audiovisual, o Fantasporto decidiu alargar o conceito dos prémios de Cinema Português que atribui desde a sua última edição. Assim, também, as escolas de cinema (ou entidades com cursos de cinema) vão ter uma oportunidade para participar no Fantasporto 2012 num concurso entre Escolas e que terá como base a produção do final de curso dos seus alunos. Este prémio destina-se à Escola que apresente o melhor conjunto de filmes (de 3 a 5), que não excedam os 15 minutos cada e no limite máximo de uma hora. Estes terão de ser produzidos entre 2011 e 2012. Com esta iniciativa o Fantasporto pretende fomentar a competição entre as escolas de cinema portuguesas e, com isso, contribuir para a melhoraria do cinema feito em Portugal.&lt;br /&gt;O Cinema Português no Fantasporto passa assim a ter uma imagem e um tratamento ainda mais forte com a introdução do Prémio do Melhor Filme, em 2012 só para filmes  inéditos, com selecção de um júri próprio.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;António Pedro de Vasconcelos é o realizador português homenageado&lt;br /&gt;Um realizador que foi capaz de atrair mais de 1 milhão de espectadores às salas de cinema para ver filmes portugueses merece naturalmente uma homenagem no Fantasporto 2012. António-Pedro Vasconcelos é o único realizador que se pode gabar deste feito e o Festival Internacional de Cinema do Porto convidou-o para ser a personalidade ligada ao cinema em Portugal em destaque na edição 32. Porque ele é um cinéfilo e, em tom de brincadeira, porque nos seus filmes lançou belíssimas actrizes. Nada melhor que parafrasear o título do filme de Truffaut – António Pedro Vasconcelos é realmente o “Homem que gosta de Mulheres”.&lt;br /&gt;António-Pedro Vasconcelos nasceu em Leiria em 1939. Cavaleiro da Ordem do Infante D. Henrique começou por querer ser advogado, estudando Direito, mas o convívio com homens do cinema como João César Monteiro ou Alberto Seixas Santos levou-o para a Sétima Arte. António Pedro Vasconcelos vai fazer uma selecção de filmes seus e “sobe” até ao Porto para mostrar parte da sua carreira e ser distinguido pelo Fantasporto com o Prémio de Carreira. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;CONCURSO DE CONTOS SCI-FI FANTASPORTO 2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fantasporto dedica o Programa Especial de 2012 à Ficção Científica. &lt;br /&gt;O Festival Internacional de Cinema do Porto solicitou a Rogério Ribeiro a coordenação de um fantástico Concurso de Contos de Ficção Científica, para posterior publicação numa Antologia de Ficção Científica a editar pela Gailivro (Grupo Leya) que terá apresentação na 32º edição do Fantasporto. Os contos deverão ser submetidos em ficheiro electrónico, formato rtf ou word, como anexo de um email enviado para contos.fantas@gmail.com . O ficheiro do manuscrito terá formatação A4, espaçamento de linha e meia, fonte Times New Roman, tamanho 12. O manuscrito apenas será identificado, na página de rosto, pelo título do conto e pseudónimo do autor. O corpo do email de submissão incluirá o pseudónimo, o nome verdadeiro, morada e contacto telefónico. O título do email de submissão deverá incluir a referência “Concurso de Contos de Ficção Científica – Fantasporto 2012”. Os contos seleccionados serão incluídos na Antologia de Contos de Ficção Científica – Fantasporto 2012, organizada por Rogério Ribeiro e publicada na colecção 1001 Mundos (Ed. Gailivro). Caberá ao organizador determinar quantos contos a concurso, para além do vencedor, poderão ser publicados; respeitando para isso a ordenação atribuída pelo Júri. A par dos contos a concurso seleccionados, a Antologia conterá também contos de autores convidados, nacionais ou estrangeiros. A data limite de submissão de manuscritos é 14 de Outubro de 2011. Os contos recebidos em data posterior serão automaticamente excluídos. O resultado do Concurso será anunciado até ao fim de Novembro. A Antologia será lançada durante o Fantasporto 2012. Consulte o regulamento completo em  http://contos-fantas.blogspot.com/.&lt;br /&gt;ESPECIAL FÃS DO FANTAS &lt;br /&gt;Livre-Trânsito “Participante”: permite a entrada em todas as sessões do Fantasporto desde 20 de Fevereiro a 4 de Março, quer para o Grande Auditório (onde tem lugar marcado) ou para o Pequeno Auditório; Preço: ATÉ 30 DE NOVEMBRO - 60€ (numero limitado). Os Livres-Trânsito Participante estão à venda na sede do Fantasporto na Rua Aníbal Cunha, 84 - sala 1.6 entre as 10.30h e as 13.00h e das 14.30h às 18.00h dos dias úteis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3795037213007313727?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3795037213007313727/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3795037213007313727' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3795037213007313727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3795037213007313727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/10/fantas-sob-o-signo-do-futuro-e-dos-30.html' title='FANTAS SOB O SIGNO DO FUTURO E DOS 30 ANOS DE BLADE RUNNER'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-4810238947727505351</id><published>2011-10-14T10:49:00.001-07:00</published><updated>2011-10-14T10:49:36.792-07:00</updated><title type='text'>Fantasporto…um espaço para Cinéfilos Fantásticos…</title><content type='html'>O Festival Internacional de Cinema do Porto, vulgo Fantasporto nasceu em 1981, à mesa de um café, a cinquenta metros do Teatro Carlos Alberto.&lt;br /&gt;Nasceu da paixão e da vontade de um grupo de jovens cineclubistas em mostrar cinema de qualidade, no sentido de tentar alterar a lógica conceptual até então existente sobre o chamado cinema fantástico, tornando claro que se tratava de cinema do imaginário e não de terror. De qualquer forma o objectivo foi o de chegar junto a um número alargado de cinéfilos menos convencionais para a época e tentando agregar em torno do projecto uma vasta comunidade de amantes do cinema não realista, que se identificariam e que viveriam o festival de uma forma frenética.&lt;br /&gt;Desde sempre existiu a preocupação de estabelecer uma forte relação com os espectadores, num conceito de programação de gradual dificuldade, isto é patamar a patamar, e de criar de entre os espectadores um ambiente de franco convívio e de discussão sobre a cultura e o cinema em particular, até porque o Fantasporto sempre interveio em outras valências da Cultura, do Saber e da Ciência, no fundo do Conhecimento. Antes do aparecimento da web, da web 2 e até da 3 outros projectos ganharam destaque na cidade e no País como foi o caso da Festa de Encerramento do Festival denominada de Baile dos Vampiros onde o convívio entre organizadores, realizadores e fãs da Dance Music podiam conhecer-se melhor e conviver. Hoje em dia o Fantas, para além do seu impacto mediático nacional e internacional (talvez seja o evento cultural existente em Portugal mais implantado internacionalmente) tem uma muito forte presença nas redes virtuais, (ou sociais) sendo a página do facebook do Fantasporto um espaço de diálogo de entre mais de 27 mil aos quais se juntam mais de 12 mil “amigos” em páginas conexas, isto sem falar em sites e blogues. Durante o mês de fevereiro e a primeira quinzena de Março (de 2011) a média de visitas diárias superou as 200 mil tendo a informação difundida através deste meio atingido os mais de seis milhões de cibernautas. A estes dados pode ainda adicionar-se o site do Festival, isto falando apenas dos meios detidos pelo evento e utilizados pelos cinéfilos que ainda vão existindo.&lt;br /&gt;Há, assim, uma forte comunidade portuguesa e estrangeira que se liga e interliga com o Fantasporto, que partilha uma paixão comum, muitas vezes transformada em ação voluntária durante a realização do Festival, que se encontra, que conversa, que trabalha, que acede a acções e programas de Arquitectura, de Robótica, de Efeitos Especiais, de Artes Plásticas, de Teatro, Música, em projectos realizados com as mais prestigiadas Universidades e Institutos portugueses e estrangeiros, que organiza a sua vida de acordo com o calendário de um Evento que tem uma cada vez mais forte ligação com o Turismo e que logicamente promove a cidade e a região em todo o Mundo.&lt;br /&gt;Mário Dorminsky&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-4810238947727505351?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/4810238947727505351/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=4810238947727505351' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4810238947727505351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4810238947727505351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/10/fantasportoum-espaco-para-cinefilos.html' title='Fantasporto…um espaço para Cinéfilos Fantásticos…'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-200517957046664013</id><published>2011-10-14T10:48:00.001-07:00</published><updated>2011-10-14T10:48:28.739-07:00</updated><title type='text'>O FUTURO AGORA. AGORA O FUTURO</title><content type='html'>O FUTURO AGORA. AGORA O FUTURO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIVOLI-TEATRO MUNICIPAL&lt;br /&gt;20 de Fevereiro a 23 de Fevereiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este programa é feito em colaboração com diversas entidades e personalidades de reconhecida qualidade da Ciência e das Artes, num cruzamento com o Cinema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - CELEBRAÇÃO OFICIAL DO 30º ANIVERSÁRIO DO FILME “BLADE RUNNER” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Celebração dos 30 anos de “Blade Runner”, clássico de Ridley Scott, por especial licença dos representantes americanos do filme. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - EDIÇÃO E APRESENTAÇÃO DO LIVRO “ ANTOLOGIA DE CONTOS DE FICÇÃO CIENTÍFICA- FANTASPORTO 2012”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira Apresentação do livro “Antologia de Contos de Ficção Científica- Fantasporto 2012”, editado por Rogério Ribeiro e pelo Fantasporto e publicado pela Gailivro (Grupo Leya) . O livro inclui  os textos dos vencedores  do Concurso de Contos Fantásticos Fantasporto 2012 que teve lugar em Setembro e Outubro 2011 e ainda contos de reconhecidos escritores nacionais e internacionais expressamente convidados para esta edição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - CONFERÊNCIA DAS ARTES E IDEIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Ficção Científica e a Realidade Expectável nas Artes ”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convidados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rogério Ribeiro- director das “Conversas Imaginárias” e coordenador da “Antologia de Contos de Ficção Científica- Fantasporto 2012”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luís Rosales- crítico de cinema, director da revista Sci-fi World (Espanha)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isabel Barros- directora do Teatro de Marionetas do Porto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fátima Ramos- directora da Escola de Dança Ginasiano de Gaia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - CONFERÊNCIA DAS CIÊNCIAS&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“O Futuro da Ciência, a Ciência do Futuro”  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Convidados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof Alexandre Quintanilha- Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar- da Universidade do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof Helder M Crespo –  Departamento de Física e Astronomia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof Eduardo Silva – Director do Departamento de Robótica do Instituto Superior de Engenharia do Porto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - EXIBIÇÃO DE FILMES NOVOS PRODUZIDOS PARA ESTE PROGRAMA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As escolas de cinema  portuguesas e os produtores independentes foram convidados pelo Fantasporto a  produzir novos filmes dentro do tema “Ficção Científica”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - SELECCÇÃO DE FILMES DE FICÇÃO CIENTÍFICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma selecção de filme de ficção científica.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - EXPOSIÇÃO DE HOLOGRAMAS E TECNOLOGIA ÓPTICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programa elaborado em parceria com o Museu de Ciência da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, com a colaboração do Prof Luís Miguel Bernardo, Director do Museu, e coordenado pelo Prof Helder M. Crespo, Professor Assistente do Departamento de Física e Astronomia da Universidade do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exposição de Hologramas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Exposição pretende demonstrar alguns aspectos da tecnologia óptica desenvolvida no Porto, estabelecendo também uma  ponte com o Cinema, nomeadamente pela ilustração de métodos de estereoscopia, os quais estão hoje  na base do Cinema 3-D, mas cujos princípios foram já estabelecidos no Séc. XIX. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novo Holograma &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Construído tendo em conta a Comemoração Especial dos 30 anos do filme “Blade Runner”, será criado expressamente para este programa um elemento novo em tecnologia holográfica, estabelecendo assim uma relação visual forte entre o clássico do cinema e a sua celebração, o  Fantasporto e a Cidade do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 – VISITA AO MUSEU DA ÓPTICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edifício da Reitoria da Universidade do Porto (data a combinar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 – APRESENTAÇÕES PÚBLICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haverá ainda Apresentações para o grande público sobre óptica, holografia e investigação óptica feita na Universidade do Porto durante a 32ª edição Festival Internacional de Cinema do Porto que decorrerá entre 24 de Fevereiro e 4 de Março.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 - ROBÓTICA E  A INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Programa a anunciar coordenado pela Sociedade Portuguesa de Robótica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciativa da Cinema Novo CRL&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-200517957046664013?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/200517957046664013/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=200517957046664013' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/200517957046664013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/200517957046664013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/10/o-futuro-agora-agora-o-futuro.html' title='O FUTURO AGORA. AGORA O FUTURO'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3220112056600587672</id><published>2011-10-11T05:33:00.001-07:00</published><updated>2011-10-11T05:33:52.802-07:00</updated><title type='text'>CULTURA &amp; TURISMO DE MÃOS DADAS!</title><content type='html'>É interessante ver que uma das iniciativas anunciadas esta semana pelo Secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, foi a da criação de uma comissão que, juntamente com o Turismo, admito que com a Secretaria de Estado do Turismo, vai estudar a possibilidade de interligação destas duas valências para a difusão e promoção da Cultura e dos nossos ícones turísticos no estrangeiro. Já não era sem tempo, poder-se-á dizer. Espero é que tal não seja algo só de “fachada” até porque esta comissão tem o trabalho praticamente feito! Basta copiar o óbvio, e este está, por exemplo, já aqui ao lado, em Espanha, onde há muito esta ligação entre cultura e turismo existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal enfrenta uma crise que tende a agravar-se. A débil situação económica em que nos encontramos, a deslocalização de indústrias (nacionais e estrangeiras) para outros países onde as condições laborais são mais fáceis, a dificuldade em criar padrões de qualidade e de competitividade atraentes para o investimento na indústria e no comércio e a crescente perda de referências e de capacidade de criar trabalho e receitas por parte das pequenas e médias empresas (que constituem a maioria do tecido empresarial português) são alguns dos factores que infelizmente caracterizam este País. Se Portugal é débil em numerosos campos, tem um forte potencial nessas duas áreas onde a tradição, a criatividade e os recursos naturais fornecem todas as mais-valias para a criação de zonas de mercado capazes de dinamizarem a economia e de atraírem novos visitantes e novos investimentos, privados, públicos, nacionais e estrangeiros. Refiro-me às INDÚSTRIAS DO TURISMO E DA CULTURA e da sua ligação intrínseca aos SERVIÇOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal tem sido visto, em geral, como um país do Sul da Europa, com uma oferta turística centrada em dois únicos produtos (sol/mar e golfe), um país de gentes hospitaleiras, do passado e das tradições. Estes elementos eram, e são, factores de atracção, a que se deve adicionar conceitos tão importantes como a qualidade, o “life-style”, a modernidade, os eventos culturais de qualidade, o património ou a inovação.  Há experiências que, em contra-ciclo, tal como acontece na generalidade das valências da gestão do Município que Gaia, em que este olha a cidade e a tenta valorizar através do que melhor tem. A Cultura e o Turismo estão assim intrinsecamente ligados e cruzam todas políticas municipais. Sendo sempre a cidade do Vinho do Porto, Gaia apostou no turismo criando condições para um investimento privado cada vez mais forte nesta área, capaz de fixar o cada vez maior número de turistas que nos visitam e se sediam neste Grande Porto. Novos hotéis, teleférico, marina, eventos culturais, novos equipamentos de cultura serão, ou já são, um garante de que esta aposta é uma realidade que tem de ser alargada ao país, adaptando naturalmente os objectivos a atingir conforme as diversificadas zonas do país que possuímos. Vamos a isso…será um primeiro passo de gigante para ultrapassarmos a “crise”. Haja coragem para abrir as portas aos investidores e transformar Portugal de uma vez por todas naquilo que ele tem para oferecer de melhor…o turismo e a cultura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3220112056600587672?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3220112056600587672/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3220112056600587672' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3220112056600587672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3220112056600587672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/10/cultura-turismo-de-maos-dadas.html' title='CULTURA &amp; TURISMO DE MÃOS DADAS!'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-1176843508961934145</id><published>2011-10-04T05:59:00.001-07:00</published><updated>2011-10-04T05:59:45.678-07:00</updated><title type='text'>SERÁ POSSÍVEL ACABAR COM A SUBSÍDIO-DEPENDÊNCIA?</title><content type='html'>Há uma diferença significativa entre ser “programador” e “gestor” cultural. &lt;br /&gt;É a mesma diferença que existe entre o realizador de cinema e o seu produtor. É a diferente função do artista plástico e do seu galerista, do escritor e do seu editor. Isto é, de um lado estão os “artistas”, do outro estão aqueles que têm de gerir financeiramente um projecto, uma edição ou cativar os potenciais usufrutuários de um produto cultural.&lt;br /&gt;Mas se ser editor, galerista ou até produtor de cinema são profissões que se enquadram numa área específica de actividade, onde os cálculos da relação despesas/receitas são possíveis, isto é, se há risco para a colocação de um produto no mercado, este não é lançado.  Na área das “artes vivas” a gestão é diferente e muito arriscada. Existe um longo e burocrático trabalho prévio que passa pela concepção do projecto, pelo seu estudo financeiro e pela tentativa de, “batendo porta a porta”, sobretudo a empresas privadas, mas também a entidades oficiais e outras, obter uma base financeira que, em conjunto com a receita possível da venda de bilhetes, possa garantir a concretização e um qualquer evento. &lt;br /&gt;Poder-se-á dizer que este trabalho tem algo a ver com a chamada subsídio - dependência? &lt;br /&gt;Seguramente que não. É que em Portugal, devido à sua dimensão, não temos a capacidade de produzir nenhum tipo de espectáculo ou evento capaz de pagar integralmente a sua produção simplesmente com a venda de bilhetes. O mesmo não acontece em alguns outros países do Mundo onde uma produção média já pode ter um tempo de vida muito superior a qualquer evento criado ou montado em Portugal.  Basta pensar nas grandes cidades europeias…nos milhões de habitantes que têm e nos turistas que as visitam.&lt;br /&gt;Sobre os apoios institucionais – Estado e Autarquias - pouco há a dizer. Ao contrário de em todo o Mundo onde, sobretudo as cidades, querem ter eventos de qualidade capazes de levar o seu nome para fora, por cá...parece que é um favor dar um pequeno apoio a projectos culturais.&lt;br /&gt;Dizia-me um amigo, ainda a semana passada: “quem me dera estar a trabalhar nos Estados Unidos”. Aí o envolvimento das empresas na vida cultural é total. O Estado criou uma “Lei do Mecenato” capaz de atrair a atenção dos privados e estes naturalmente aderem a muitas das propostas que lhe são feitas. Mas por cá a situação é bem  diferente.&lt;br /&gt;Se por um lado a Lei do Mecenato Cultural que existe está exclusivamente “virada” para os apoio ao próprio Estado, na situação de crise em que vivemos, para obter patrocínios de empresas já os promotores têm de ir para o estrangeiro è procura de patrocínios(!) As grandes multinacionais, capazes de ter alguma sensibilidade para o produto cultural, já só trabalham em Madrid, Paris, Suiça ou Helsínquia (!!) onde centralizam a sua actividade de marketing/comunicação. A estas empresas, só mesmo grandes projectos realizados em Portugal é que lhes chamam a atenção – um Europeu de Futebol, uma Expo… Mas se virmos bem, nem uma Capital Europeia da Cultura os atrai para se envolverem enquanto patrocinadores. E o pior é que estas empresas não estão particularmente interessadas em trabalhar a sua imagem em Portugal...é que somos tão poucos! Quanto às empresas portuguesas com algum poder económico, têm uma prática bem diversa das suas congéneres europeias. Algumas (poucas) dão pequenos passos em relação à sua ligação a eventos realizados em Portugal.  Talvez já tenham essa forma de estar no mercado porque há uma maior aproximação aos eventos, um maior conhecimento do seu potencial e retorno de imagem. E alguns bons exemplos  se podem citar de excelente relação entre empresas portuguesas e eventos. Veja-se a Super Bock e o Fantasporto, um autêntico “case study” para o meio. Mas infelizmente é quase uma excepção. Ou então a Optimus, a Sagres, a TMN e a ainda a Super Bock, que recentemente começaram a apoiar com os Festivais de Música de Verão. &lt;br /&gt;E porquê esta situação? Tal como já dissemos porque é mais fácil para um gabinete de comunicação ou de marketing fazer uma campanha de meios tradicional, através da rádio , da TV ou da imprensa, do que estar a desenvolver acções que implicam um estudo aprofundado de um evento para dele tirar o melhor retorno de imagem. &lt;br /&gt;Nesta situação resta assim o Estado e as autarquias para apoiar a Cultura. Sobretudo aquelas iniciativas que já têm uma imagem internacional sedimentada. No fundo, um país, uma cidade…faz-se de cultura e temos de ter consciência desse facto!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-1176843508961934145?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/1176843508961934145/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=1176843508961934145' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/1176843508961934145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/1176843508961934145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/10/sera-possivel-acabar-com-subsidio.html' title='SERÁ POSSÍVEL ACABAR COM A SUBSÍDIO-DEPENDÊNCIA?'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3984136212492886429</id><published>2011-09-27T08:37:00.001-07:00</published><updated>2011-09-27T08:37:49.539-07:00</updated><title type='text'>FANTAS SOB O SIGNO DO FUTURO E DOS 30 ANOS DE BLADE RUNNER</title><content type='html'>2012...a 32ª edição do Fantas vai ser realizada sob a égide da comemoração do 30º aniversário do Blade Runner, o FILME DE CULTO DO FANTAS...um dos grandes filmes da HISTÓRIA DO CINEMA...antestreado no Fantas...mais noticias em breve, Será exibido em projecção digital a sua versão original...e...tudo acontecerá entre 20 de Fevereiro e 4 de Março no Rivoli. GET CARTER, por sua vez, faz 40 ANOS e vai ser exibido em cópia restaurada pelo British Film Archive...será altura para homenagear o realizador do Grande Prémio do Fantasporto com BLACK RAINBOW. Mike Hodges receberá no Fantas´2012 o prémio por uma carreira.  E Não é todos os dias que vos podemos dar uma noticia do "outro mundo"...A próxima edição do Fantasporto vai contar com uma retrospectiva única...do pior realizador da história do cinema...Ed Wood, dos piores filmes da Historia do Cinema...todos realizados por...Ed Wood e vai exibir o pior filme da historia do cinema "Plan 9 from outer space"...uma “bomba” realizada por...Ed Wood. O cinema de culto passa também por aqui...será tempo de venera-lo...;))))))A 32ª edição do Festival Internacional de Cinema do Porto decorrerá no Teatro Rivoli entre os próximos dias 20 de Fevereiro e 4 de Março de 2012. Importante será de referir que na 31ª edição do Fantasporto, que decorreu em Fevereiro passado, foi alcançado o número de 47 395 espectadores com bilhete pago, sendo que este número representa 87% de ocupação das salas do Festival, e um total de 75 332 visitantes que participaram em todas as iniciativas paralelas que decorreram no Rivoli e em outros espaços da cidade.Em 2012, o Festival Internacional de Cinema do Porto admite poder vir a ter um número ainda mais elevado de visitantes e de espectadores, até porque no seio desta crise que vivemos, a cultura tem sido o escape para esquecer o quotidiano, como tem sido notório na maioria dos eventos que se vêm realizando em Portugal, sobretudo nos Festivais de música que se vêm realizando em todo o País. A 32ª edição do Fantasporto, contará ainda com mais motivos de atracção nas mais diversas valências da Cultura, continuando "passo a passo" a transformar-se num autêntico “Fórum das Artes” que vem tornando o festival num evento muito mais ecléctico e logicamente abrangente.Fantasporto cria competição para Escolas de CinemaEm parceria com muitas entidades, sobretudo Universidades,  que têm cursos na área do audiovisual, o Fantasporto decidiu alargar o conceito dos prémios de Cinema Português que atribui desde a sua última edição. Assim, também, as escolas de cinema (ou entidades com cursos de cinema) vão ter uma oportunidade para participar no Fantasporto 2012 num concurso entre Escolas e que terá como base a produção do final de curso dos seus alunos. Este prémio destina-se à Escola que apresente o melhor conjunto de filmes (de 3 a 5), que não excedam os 15 minutos cada e no limite máximo de uma hora. Estes terão de ser produzidos entre 2011 e 2012. Com esta iniciativa o Fantasporto pretende fomentar a competição entre as escolas de cinema portuguesas e, com isso, contribuir para a melhoraria do cinema feito em Portugal.O Cinema Português no Fantasporto passa assim a ter uma imagem e um tratamento ainda mais forte com a introdução do Prémio do Melhor Filme, em 2012 só para filmes  inéditos, com selecção de um juri próprio. ANTÓNIO-PEDRO VASCONCELOS TERÁ HOMENAGEM NO FANTASPORTO 2012Um realizador que foi capaz de atrair mais de 1 milhão de espectadores às salas de cinema para ver filmes portugueses merece naturalmente uma homenagem no Fantasporto 2012. António-Pedro Vasconcelos é o único realizador que se pode gabar deste feito e o Festival Internacional de Cinema do Porto convidou-o para ser a personalidade ligada ao cinema em Portugal em destaque na edição 32. Porque ele é um cinéfilo e, em tom de brincadeira, porque nos seus filmes lançou belíssimas actrizes. Nada melhor que parafrasear o título do filme de Truffaut – António Pedro Vasconcelos é realmente o “Homem que gosta de Mulheres”.António-Pedro Vasconcelos nasceu em Leiria em 1939. Cavaleiro da Ordem do Infante D. Henrique começou por querer ser advogado, estudando Direito, mas o convívio com homens do cinema como João César Monteiro ou Alberto Seixas Santos levou-o para a Sétima Arte. António Pedro Vasconcelos vai fazer uma selecção de filmes seus e “sobe” até ao Porto para mostrar parte da sua carreira e ser distinguido pelo Fantasporto com o Prémio de Carreira.  CONCURSO DE CONTOS SCI-FI FANTASPORTO 2012O Fantasporto dedica o Programa Especial de 2012 à Ficção Científica. O Festival Internacional de Cinema do Porto solicitou a Rogério Ribeiro a coordenação de um fantástico Concurso de Contos de Ficção Científica, para posterior publicação numa Antologia de Ficção Científica a editar pela Gailivro (Grupo Leya) que terá apresentação na 32º edição do Fantasporto. Os contos deverão ser submetidos em ficheiro electrónico, formato rtf ou word, como anexo de um email enviado para contos.fantas@gmail.com . O ficheiro do manuscrito terá formatação A4, espaçamento de linha e meia, fonte Times New Roman, tamanho 12. O manuscrito apenas será identificado, na página de rosto, pelo título do conto e pseudónimo do autor. O corpo do email de submissão incluirá o pseudónimo, o nome verdadeiro, morada e contacto telefónico. O título do email de submissão deverá incluir a referência “Concurso de Contos de Ficção Científica – Fantasporto 2012”. Os contos seleccionados serão incluídos na Antologia de Contos de Ficção Científica – Fantasporto 2012, organizada por Rogério Ribeiro e publicada na colecção 1001 Mundos (Ed. Gailivro). Caberá ao organizador determinar quantos contos a concurso, para além do vencedor, poderão ser publicados; respeitando para isso a ordenação atribuída pelo Júri. A par dos contos a concurso seleccionados, a Antologia conterá também contos de autores convidados, nacionais ou estrangeiros. A data limite de submissão de manuscritos é 14 de Outubro de 2011. Os contos recebidos em data posterior serão automaticamente excluídos. O resultado do Concurso será anunciado até ao fim de Novembro. A Antologia será lançada durante o Fantasporto 2012. Consulte o regulamento completo em  http://contos-fantas.blogspot.com/.ESPECIAL FÃS DO FANTAS Livre-Trânsito “Participante”: permite a entrada em todas as sessões do Fantasporto desde 20 de Fevereiro a 4 de Março, quer para o Grande Auditório (onde tem lugar marcado) ou para o Pequeno Auditório; Preço: ATÉ 30 DE NOVEMBRO - 60€ (numero limitado). Os Livres-Trânsito Participante estão à venda na sede do Fantasporto na Rua Aníbal Cunha, 84 - sala 1.6 entre as 10.30h e as 13.00h e das 14.30h às 18.00h dos dias úteis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3984136212492886429?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3984136212492886429/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3984136212492886429' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3984136212492886429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3984136212492886429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/09/fantas-sob-o-signo-do-futuro-e-dos-30.html' title='FANTAS SOB O SIGNO DO FUTURO E DOS 30 ANOS DE BLADE RUNNER'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-1713204303153864347</id><published>2011-09-27T05:44:00.001-07:00</published><updated>2011-09-27T05:44:50.820-07:00</updated><title type='text'>CIVISMO E CORAGEM COM A MADEIRA PELO MEIO</title><content type='html'>NÃO HÁ SENTIDO CÍVICO…Não há Formação, não há Saber, não há Cultura, não há Sentido Cívico, não há Futuro. Não se cria o gosto pela cultura sobretudo nos mais jovens nem a necessidade da ligação destes com o produto cultural. Em tempos e, sobre um tema semelhante, falava da população em geral que volta a “prender” os seus olhinhos em frente dos televisores para ver futebol ou telenovelas. Falava dos pais que, pelos mais diversos motivos, deixam os seus filhos isolar-se para se “agarrarem” aos computadores, não à procura do SABER, mas para passarem o seu tempo “colados” aos jogos de vídeo, redes sociais e sabe-se lá mais o quê. Falava de uma juventude que procura o lazer, bebendo uns copos nos locais da moda das várias cidades. Falava da ausência de Cultura Viva para “oferecer” a quem nos visita, sobretudo do estrangeiro - e eles são cada vez mais, particularmente nas cidades do Litoral. No fundo, falava do vazio que é a sociedade actual, particularmente a portuguesa, que vê nos centros comerciais a alternativa às visitas aos museus, a ver um bom espectáculo de teatro ou de música, ler um livro ou até ouvir música. Não há em Portugal, até porque o problema é transversal à nossa sociedade, a necessidade de aceder à representação viva do SABER. É urgente criar gerações futuras com outra forma de estar no Mundo e para isso é fundamental um forte investimento do Estado e das Autarquias para que esta situação que vivemos possa mudar. MADEIRAAté tenho vergonha de falar neste tema…UMA LEI CORAJOSA QUE TEM DE SER APLICADA RAPIDAMENTEA proposta em que a maioria parlamentar defende a punição, com prisão efectiva até cinco anos, para quem tiver um "incremento significativo do seu património ou nas despesas realizadas" e "que não possam razoavelmente (?) por ele ser justificados, em manifesta desproporção relativamente aos seus rendimentos legítimos", foi aprovada esta semana. Sinceramente espero que a coragem que este Governo tem demonstrado seja aqui claramente posta em prática. As notícias que quase diariamente surgem nos média levam-me a pensar que o Governo terá de aumentar o orçamento da Justiça para mandar fazer mais prisões (!). E, apesar de não conhecer o teor completo do diploma, considero fundamental que ele tenha efeitos retroactivos de, pelo menos, 6/8 anos…quando esta “balda” toda se iniciou!!! Haja coragem para implementar esta legislação que o POVO percebe e apoia. Esta é uma medida óbvia e que não precisa de explicações, ao contrário de algumas outras que necessitam que o Executivo de Passos Coelho torne claro o porquê. É fundamental quando se implementam medidas (e têm sido violentas) que se diga que efeitos elas vão provocar na sociedade portuguesa, até porque queremos acreditar que vamos no caminho certo ou, pelo menos, no caminho possível, tendo em conta as condições do país e a conjuntura internacional que naturalmente o afecta.Estranhamente o PS votou contra este diploma, sendo os socialistas acusados pela maioria parlamentar de se colocarem de fora de uma solução para criminalizar o enriquecimento ilícito, "fugindo" não se sabe bem de quê, até porque António José Seguro assumiu no último congresso do Partido Socialista a necessidade de "uma solução respeitadora das garantias constitucionais que sancione acréscimos patrimoniais injustificados". A política tem destas coisas…enfim!Mário Dorminsky&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-1713204303153864347?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/1713204303153864347/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=1713204303153864347' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/1713204303153864347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/1713204303153864347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/09/civismo-e-coragem-com-madeira-pelo-meio.html' title='CIVISMO E CORAGEM COM A MADEIRA PELO MEIO'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-6712974637263784872</id><published>2011-09-23T07:10:00.000-07:00</published><updated>2011-09-23T07:10:27.019-07:00</updated><title type='text'>TEMOS PAISAGEM MAS…AINDA NOS FALTAM POLÍTICAS</title><content type='html'>Numa altura em que ainda há pouco tempo se celebrou de diversas formas o denominado “Mês do Turismo” de, em muitos centros urbanos, ter decorrido a “Semana do Turismo” ou o “Dia do Turismo”, quando os aeroportos e os hotéis foram espaços ainda mais especiais na recepção a quem nos visita, numa altura em que se prepara mais uma Bolsa de Turismo onde as novas, ou diga-se, renovadas Regiões de Turismo vão ter de mostrar o seu trabalho, destes últimos dois anos, e qual  o potencial turístico das suas regiões, aguardo ansiosamente que, o Ministério da Economia, através da sua Secretaria de Estado do Turismo, esteja a delinear aquilo a que se poderão chamar as novas, e espero bem que sejam pró-activas, politicas para esta Indústria, a mais importante na maioria dos países europeus e americanos, mas que tão maltratada tem sido em Portugal. Quando me refiro a POLÍTICAS quero dizer algo com uma renovada lógica para o Turismo em Portugal e…não vale a pena pensar muito ou reflectir demasiadamente sobre o tema. As indústrias do Turismo existem, e bem estruturadas, na maioria dos países do Mundo e…basta fazer o óbvio, copiar. Não vale a pena tentarmos ser inovadores nesta Indústria dado que praticamente tudo está ou já foi feito e, o esta andar de mãos dadas com a Cultura, será naturalmente fundamental para o desenvolvimento económico de Portugal. Olhemos mesmo aqui para o lado, para Espanha. Para além das cidades de praia, convém repararmos, por exemplo, para o que foi feito sucessivamente em Madrid, Barcelona ou em Bilbao, cidade onde um “simples” museu transformou completamente uma cidade. Basta pensarmos em todo o investimento que se vem fazendo na Galiza, e agora mais precisamente na região de Santiago de Compostela e, não haja o cuidado de “fixarmos” JÁ no Aeroporto Sá Carneiro as companhias de aviação, sejam as tradicionais, sejam as low cost e, com a construção desse grande aeroporto em Santiago, o perigo ataca o Norte de Portugal. Será o “matar” por completo o já significativo aumento do número de turistas que vem visitando o Porto e toda a região. Mas para quem tem dúvidas em relação a forte interligação que o turismo tem com a cultura ficam aqui, entre muitas outras situações óbvias, só umas perguntas. Como conheceríamos nós Pisa se ali não existisse a sua famosa torre inclinada e, Avignon, se não tivesse um fabuloso festival de teatro, ou Annecy, o seu festival de cinema de animação, ou Angoulême, por ali se realizar o maior evento europeu de banda desenhada, Saltzburgo pelo seu Festival de Música, ou até Cannes..uma cidade criada à custa dos eventos e congressos que ali decorrem durante todo o ano. E como se conheceriam outras cidades do Mundo que só vivem do seu património edificado ou natural, do seu artesanato, da sua gastronomia, das suas tradições ou até das suas agradáveis condições atmosféricas. Logicamente que não se deve desprezar os eventos desportivos que atraem visitantes estrangeiros…mas tal é um turismo diferente, efémero. O motivo para a entrada destes “turistas” num país é exclusivamente para participar num evento, tal e qual como se faz uma viagem de negócios. E isso não é turismo. Tal não chega a ser rentável para o país. Mas, apesar disso,  nunca se pode desprezar as “marcas”, isto é, nome dos clubes, normalmente coincidentes com os das cidades que, quando tem sucesso desportivo, se tornam mediaticamente “algo” a que o turismo se pode também “agarrar”, tal como às já referidas acções culturais de curta duração que se realizam. Congressos e eventos culturais que permitem ao visitante fazer sede numa cidade ou, equipamentos culturais de referência internacional, são de facto aqueles que mais turismo de longa duração garantem…e não me venham falar dos cruzeiros! É excelente que Lisboa, Porto e Funchal já sejam pontos de paragem para os grande paquetes mas pergunto de novo: o que deixa no país o turista? O que fica ele a conhecer de uma cidade quando anda de autocarro às voltas, pára em um ou dois locais, e regressa ao barco sem gastar um cêntimo? Se já fazemos algo pelo turismo em Portugal? Sim…mas não o aproveitamos de forma satisfatória, eu até diria, minimamente. Os responsáveis oficiais pelo turismo em Portugal tem feito até agora mais do mesmo…promovendo a praia, o sol e Lisboa. Ora bolas. Então para que serve a “paisagem”, como o centralizado Poder lisboeta, chamava e creio que ainda chama, ao resto do pais…não será esta “bonita q.b.”para se promover internacionalmente?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-6712974637263784872?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/6712974637263784872/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=6712974637263784872' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6712974637263784872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6712974637263784872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/09/temos-paisagem-masainda-nos-faltam.html' title='TEMOS PAISAGEM MAS…AINDA NOS FALTAM POLÍTICAS'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-5911137920410673277</id><published>2011-09-19T14:45:00.001-07:00</published><updated>2011-09-19T14:45:42.833-07:00</updated><title type='text'>EU ATÉ ACREDITO MAS…</title><content type='html'>Concluía a minha última crónica, aqui no Grande Porto, fazendo perguntas. Perguntas que necessitam de respostas urgentes para sabermos quando os portugueses poderão ver a tal ”luz ao fundo do túnel”. Essas perguntas não eram dirigidas só a quem nos Governa mas também a quem está na oposição que, como políticos responsáveis e eleitos pelo povo, têm de dar respostas. Quem foi eleito para cumprir este novo desígnio nacional que será o de ultrapassarmos a crise que vivemos, tem de assumir claramente o seu papel, agora mais importante do que nunca e, trabalhar para propor e implementar soluções capazes de permitir o ultrapassar da estagnação da nossa economia e, dizer claramente aos portugueses que mais sacrifícios lhe vão ser pedidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tenho logicamente ainda mais questões a levantar. É importante saber o que se vai fazer com o exagero de institutos, comissões, fundações, empresas públicas…que temos em Portugal. Ouvimos falar que estão à vista fusões, que vai ser feita a revisão do financiamento dos organismos do Estado, que vão terminar os recibos verdes (a forma mais fácil de “fugir” aos impostos), que vão continuar os cortes (espero que não muitos!) na Função Pública. Fala-se muito das autarquias virem a ter de reduzir, no seu todo, cerca de 300 milhões de euros. Que vai haver menos deputados, menos autarcas, menos autarquias. Fala-se de privatizações…muitas (e espero, pelo menos que, com bom retorno financeiro para o Estado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que também possa haver um controlo total dos impostos a pagar pelas empresas, pelos ricos que dizem ser “trabalhadores” e que conseguem fugir às suas obrigações fiscais. Espero que haja um travão nas obras públicas, sobretudo nas ditas megalómanas. Espero que o Governo aposte em áreas que têm tido uma continuidade de investimento em Portugal, como é o caso do Turismo e do Lazer, de forma a chamar mais visitantes a Portugal, permitindo assim um aumento do retorno no sector dos serviços e a necessária circulação do dinheiro que o País precisa, para fazer crescer a sua economia. Espero que haja aposta nas tecnologias, não deixando fugir para o estrangeiro aqueles que mais valor têm. Que se apoiem as indústrias que têm sido o suporte da nossa débil economia e que se abram as portas às empresas, através de diplomacia económica, para as exportações. Que se aproveite o estranho repto que a UE nos fez, para olharmos de novo para o mar incentivando as pescas e, para o interior, garantindo uma agricultura renovada - isto apesar dessa mesma EU (na altura CEE) ter sido a responsável pelo quase desaparecimento dessas indústrias. Que se repovoe o país aproveitando todo o seu potencial. Que se criem linhas de crédito bonificado às pequenas e médias empresas de forma a que estas não fiquem estranguladas. E, que seja o próprio Estado a dar o exemplo, cortando a sério na sua despesa, para que todos nós possamos sentir que estamos a trabalhar em conjunto para sair da crise em que nos encontramos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é preciso ter cuidado, sobretudo como se transmite aos media as acções que se levam a cabo. É que às vezes ficamos com a sensação que muitas das iniciativas governamentais para se fazerem “encaixes” financeiros são pagas por nós e, mesmo assim não chegam para diminuir a nossa dívida pública. Servem, isso sim, para pagar a “factura” da má gestão e do esbanjamento feito pelos vários Governos nestes últimos anos. Depois de mais noticias sobre o défice da Madeira, ouve-se agora também falar que se vão ter de investir 400 milhões na TAP, 200 milhões na RTP, isto para não falar dos, não sei quantos milhões, para o BPN…de forma a que as privatizações dessas empresas possam avançar.  A “culpa” de tudo isto até não será deste Governo…mas a memória das pessoas é curta e eu, quero acreditar no futuro deste Portugal mas, não pode haver tabus e tudo tem de ser feito às claras…&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-5911137920410673277?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/5911137920410673277/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=5911137920410673277' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5911137920410673277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5911137920410673277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/09/eu-ate-acredito-mas.html' title='EU ATÉ ACREDITO MAS…'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-251172744541693575</id><published>2011-09-18T11:44:00.001-07:00</published><updated>2011-09-18T11:44:58.017-07:00</updated><title type='text'>“PAÍS EM BRASA” tem lançamento público em Lisboa a 21 de Setembro</title><content type='html'>Com lançamento público às 18hs de 21 de Setembro na FNAC do Chiado, em Lisboa, “País em Brasa” de Mario Dorminsky e com prefacio de Luis Filipe Meneses, terá a apresentação de Marco Antonio Costa, actual Secretario de Estado da Solidariedade e da Segurança Social.&lt;br /&gt;“País em Brasa” é, ou pretende ser, um retrato deste Portugal em brasa e no qual temas recorrentes são as Indústrias do Turismo, as da Cultura e a Regionalização. Será eventualmente um livro efémero porque é opinativo, perspectiva o futuro e reflecte sobre o estranho percurso deste País nos últimos dois anos: o final da época José Sócrates e os primeiros tempos de Pedro Passos Coelho no Governo.&lt;br /&gt;A opção que o autor teve em editar estas crónicas por ordem de publicação ajuda também a entender a sua leitura deste período conturbado, com a curiosidade destas surgirem por antecipação ao que, de facto, viria a acontecer. No fundo “País em Brasa” contem em si mesmo, também alguns contributos para o ultrapassar de uma situação que todos pretendemos seja rapidamente colmatada, de forma a podermos reaver a dignidade de cidadãos do Mundo.&lt;br /&gt;O livro encerra com uma crónica ficcionada. Uma ficção que Mário Dorminsky gostava não viesse a ser uma realidade até porque diz na Introdução que “está seguro de que, apesar dos tempos difíceis que vivemos, poderemos, sem sobressaltos de maior, começar a ver a tal “luz ao fundo do túnel” e, passo a passo, atingirmos o nosso objectivo.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-251172744541693575?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/251172744541693575/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=251172744541693575' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/251172744541693575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/251172744541693575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/09/pais-em-brasa-tem-lancamento-publico-em.html' title='“PAÍS EM BRASA” tem lançamento público em Lisboa a 21 de Setembro'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-207168448933299813</id><published>2011-09-12T07:29:00.001-07:00</published><updated>2011-09-12T13:39:31.193-07:00</updated><title type='text'>SÃO PRECISAS RESPOSTAS, MAIS IDEIAS E…MUITOS PROJECTOS</title><content type='html'>Terminava a minha última crónica com uma ideia chave: Não vale a pena estar sempre a falar do mesmo. O que é necessário urgentemente são propostas para ultrapassar esta situação em que vivemos. Não sou detentor de nenhuma verdade mas ficam aqui algumas perguntas sobre temas sensíveis, muitos deles que permitem encaixes financeiros significativos, e que requerem respostas urgentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irá o Governo cativar empresas estrangeiras para investir em Portugal? Haverá apoios para garantir que os empresários da área do Turismo possam continuar a investir em Portugal? E que incentivos podem ser dados às Indústrias da Cultura para acompanharem o desenvolvimento turístico do país? Haverá sensibilidade para tornar os sectores dos vinhos ou da cortiça em indústrias verdadeiramente competitivas a nível mundial, como aliás já o foram? Como se pode garantir que os nossos jovens das áreas tecnológicas e das Indústrias criativas se fixem em Portugal e ajudem este País a sair da crise? Vamos aproveitar todo o potencial da fronteira com a Espanha e não continuar a deixar os espanhóis a fazer o inverso? Vamos repovoar este País proporcionando-lhe uma dinâmica capaz de reduzir, de forma considerável, o desemprego através da criação de pequenas e médias empresas, capazes de ser competitivas a nível nacional e internacional? Vamos regionalizar o País e acabar com a concentração da população existente nas grandes cidades do litoral? Vamos aniquilar de vez com as assimetrias existentes no País? Conseguiremos da Europa apoios necessários para implementar de novo as fortes indústrias das pescas ou a agricultura?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode o Governo dizer claramente o que nos espera? Até porque a tal “luz ao fundo do túnel” parece estar cada vez mais longínqua e todos precisamos de saber que há um futuro para Portugal. Como poderemos sem o crescimento da nossa economia “pagar a dívida externa” ?&lt;br /&gt;Com o encerramento continuado de pequenas e médias empresas, com os juros pedidos pela banca e quase impossíveis de pagar, com o IRS e IRC a subir estrondosamente e tudo o mais que aí virá até ao final deste ano, em 2012 e provavelmente em 2013, até onde se poderá “apertar o cinto”?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É agora mais claro, até para os menos atentos, o porquê dos protestos, muitas vezes violentos, que têm ocorrido em muitos países europeus devido às medidas tomadas pelos seus Governos, medidas muitas vezes semelhantes às que vêm sendo adoptadas em Portugal. Sabemos que estas têm de ser aplicadas, mas quem é que as está a pagar? Os ricos ou a ex-classe média, agora a caminho da pobreza? Como será possível “salvar” um país quando nos tiram a capacidade de investir em Portugal? Será só através de mais impostos directos e indirectos, de mais cortes nos vencimentos, aumentando o custo dos medicamentos, das taxas moderadoras nos serviços de saúde, dos transportes públicos, da gasolina, das portagens nas vias rápidas ou nas auto estradas, do IVA, do IRS?  &lt;br /&gt;Sempre é verdade que o Estado vai, também ele, “apertar o cinto” e baixar os custos da administração pública? E os negócios, tipo BPN, quem os vai pagar? E como vão ser feitas as privatizações que se anunciam? Quais são os “sacrifícios” que vão ser pedidos mais aos portugueses?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São tudo perguntas, e muitas outras há, que necessitam de uma resposta urgente, até porque precisamos de saber objectivamente o que vai o Governo fazer para que Portugal ultrapasse a crise e que implicações tal vai ter na vida dos portugueses?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos à espera de respostas…(continua…)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Dorminsky&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-207168448933299813?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/207168448933299813/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=207168448933299813' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/207168448933299813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/207168448933299813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/09/sao-precisas-respostas-mais-ideias.html' title='SÃO PRECISAS RESPOSTAS, MAIS IDEIAS E…MUITOS PROJECTOS'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-2057531124143626923</id><published>2011-09-09T11:59:00.000-07:00</published><updated>2011-09-09T11:59:37.138-07:00</updated><title type='text'>“PAÍS EM BRASA” tem lançamento público a 14 de Setembro</title><content type='html'>Com lançamento público às 18hs de 14 de Setembro na FNAC de Sta. Catarina, no Porto, “País em Brasa” terá a apresentação de Luís Filipe Menezes, o qual assina também o prefácio ao livro.&lt;br /&gt;“País em Brasa” é, ou pretende ser, um retrato deste Portugal em brasa e no qual temas recorrentes são as Indústrias do Turismo, as da Cultura e a Regionalização. Será eventualmente um livro efémero porque é opinativo, perspectiva o futuro e reflecte sobre o estranho percurso deste País nos últimos dois anos: o final da época José Sócrates e os primeiros tempos de Pedro Passos Coelho no Governo.&lt;br /&gt;A opção que o autor teve em editar estas crónicas por ordem de publicação ajuda também a entender a sua leitura deste período conturbado, com a curiosidade destas surgirem por antecipação ao que, de facto, viria a acontecer. No fundo “País em Brasa” contem em si mesmo, também alguns contributos para o ultrapassar de uma situação que todos pretendemos seja rapidamente colmatada, de forma a podermos reaver a dignidade de cidadãos do Mundo.&lt;br /&gt;O livro encerra com uma crónica ficcionada. Uma ficção que Mário Dorminsky gostava não viesse a ser uma realidade até porque diz na Introdução que “está seguro de que, apesar dos tempos difíceis que vivemos, poderemos, sem sobressaltos de maior, começar a ver a tal “luz ao fundo do túnel” e, passo a passo, atingirmos o nosso objectivo.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-2057531124143626923?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/2057531124143626923/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=2057531124143626923' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/2057531124143626923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/2057531124143626923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/09/pais-em-brasa-tem-lancamento-publico-14_09.html' title='“PAÍS EM BRASA” tem lançamento público a 14 de Setembro'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3528631976223923836</id><published>2011-09-06T06:17:00.000-07:00</published><updated>2011-09-06T06:17:09.247-07:00</updated><title type='text'>COMO PODEMOS AGUENTAR-NOS?</title><content type='html'>Os portugueses estão cada vez mais pobres. Posso dizer que já estamos a perder de vez a “vontade” de fazer todo o gigantesco esforço que nos tem sido pedido para sair da crise. Eu sei que os responsáveis por termos chegado a esta situação são os Governos que, desde 2000, quando os sinais da crise já se faziam sentir, não “atacaram” de imediato o problema.&lt;br /&gt;Agora deparamo-nos com cada vez mais desemprego, mais dificuldades para os jovens terem acesso ao ensino que pretendem, mais custos nos serviços de saúde, mais impostos, directos e indirectos e, isso é que é grave, mais fome, até porque os bens de consumo essenciais já não são para todos. Apesar dos mais esclarecidos terem a noção de que somos obrigados a cumprir o “acordo” feito com a troika, ninguém teve noção até há pouco tempo, sobretudo aqueles que trabalham por conta de outrem, das dificuldades que se vivem. &lt;br /&gt;Surgem assim situações incompreensíveis. Vemos jovens e menos jovens que, às prestações, compraram casa há uns três, quatro anos, que adquiriram um carro, que tiveram filhos, que pediram um simples empréstimo para fazer obras ou para uma qualquer necessidade urgente…sendo estes que ainda vão sofrer mais. Assumiram responsabilidades financeiras quando podiam e agora não sabem o que fazer à vida. Dizem-nos que até 2015 não teremos as nossas obrigações cumpridas para com o exterior. Do estrangeiro chegam notícias de que vamos entrar numa “recessão brutal”… Vamos tendo conhecimento de que as empresas públicas continuam a dar prejuízos que obrigam o Estado a “tapar” com dinheiro que não há. Entretanto ouvimos estupefactos, que os empresários portugueses “são trabalhadores”, sendo que num dos casos expostos publicamente, Américo Amorim, paga menos impostos do que Marcelo Rebelo de Sousa!  Foi ele que o disse, não sou eu e ainda vemos os bancos a pagar dividendos e a não proporcionar aos potenciais “investidores” o crédito necessário para a criação de novas empresas, de emprego. Entretanto vão ser anunciadas as medidas para o chamado “emagrecimento” das despesas do Estado. Esse “corte” era fundamental e espera-se demonstre que o Estado vai, também ele “apertar o cinto”. Mas continuamos sem saber onde está “a luz ao fundo do túnel”. Até o próprio Ministro das Finanças, a quem aliás reconheço total competência, diz…”não sabemos”! &lt;br /&gt;Curiosamente, a EU diz que estamos a fazer um excelente trabalho. Mas esquece-se que as medidas acordadas com o PS e que contaram posteriormente com a obrigatória concordância do PSD e do CDS, matam a nossa economia. Se o dinheiro não existe nas mãos da população portuguesa, não circula, não há poder de investimento. Desta forma, como se pode criar riqueza no País? &lt;br /&gt;Diz-se que os portugueses sempre conseguiram ultrapassar as dificuldades. Devemos dar sugestões construtivas com saídas objectivas para a situação em que vivemos, mas exemplos como os da Madeira, à qual a crise ainda não chegou, deixam-nos perplexos.&lt;br /&gt;Como poderão os portugueses aguentar-se assim? É que, ao contrário de todos os outros países que se encontram com a sua dívida pública descontrolada, os vencimentos em Portugal, a começar pelo ordenado mínimo nacional, são dos mais baixos da Europa, sendo o nosso custo de vida idêntico, ou até mais elevado do que na maioria desses países. Acredito na boa vontade deste Governo em vencer a crise a que chegamos devido a erros graves cometidos no passado recente, mas tal não altera a situação que se vive no presente e se viverá num futuro próximo. Aguentemos o melhor possível. (continua…)&lt;br /&gt;Mário Dorminsky&lt;br /&gt;6.9.2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3528631976223923836?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3528631976223923836/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3528631976223923836' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3528631976223923836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3528631976223923836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/09/como-podemos-aguentar-nos.html' title='COMO PODEMOS AGUENTAR-NOS?'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-4960418791979745401</id><published>2011-09-01T07:13:00.001-07:00</published><updated>2011-09-01T07:13:56.670-07:00</updated><title type='text'>“PAÍS EM BRASA” tem lançamento público a 14 de Setembro</title><content type='html'>Novo livro de Mário Dorminsky  &lt;br /&gt;“PAÍS EM BRASA” tem lançamento público a 14 de Setembro  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com lançamento público às 18hs de 14 de Setembro na FNAC de Sta. Catarina, no Porto, “País em Brasa” terá a apresentação de Luís Filipe Menezes, o qual assina também o prefácio ao livro. &lt;br /&gt;“País em Brasa” é, ou pretende ser, um retrato deste Portugal em brasa e no qual temas recorrentes são as Indústrias do Turismo, as da Cultura e a Regionalização. Será eventualmente um livro efémero porque é opinativo, perspectiva o futuro e reflecte sobre o estranho percurso deste País nos últimos dois anos: o final da época José Sócrates e os primeiros tempos de Pedro Passos Coelho no Governo. &lt;br /&gt;A opção que o autor teve em editar estas crónicas por ordem de publicação ajuda também a entender a sua leitura deste período conturbado, com a curiosidade destas surgirem por antecipação ao que, de facto, viria a acontecer. No fundo “País em Brasa” contem em si mesmo, também alguns contributos para o ultrapassar de uma situação que todos pretendemos seja rapidamente colmatada, de forma a podermos reaver a dignidade de cidadãos do Mundo. &lt;br /&gt;O livro encerra com uma crónica ficcionada. Uma ficção que Mário Dorminsky gostava não viesse a ser uma realidade até porque diz na Introdução que “está seguro de que, apesar dos tempos difíceis que vivemos, poderemos, sem sobressaltos de maior, começar a ver a tal “luz ao fundo do túnel” e, passo a passo, atingirmos o nosso objectivo.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Dorminsky  &lt;br /&gt;Foi Fundador da Cooperativa Cinema Novo CRL em 1976 e do Festival Internacional de Cinema do Porto em 1981. Jornalista desde 1977 em “O Primeiro de Janeiro”, exerceu a profissão até 1991 no “Sete”, “Notícias da Tarde”, ”Jornal de Notícias” e “Comércio do Porto”. Mantém desde 1971 actividade de cronista nos mais diversos órgãos de Comunicação Social. É desde 2005 vereador da Câmara Municipal de Gaia, ocupando os pelouros da Cultura e Turismo.&lt;br /&gt;O livro é lançado sob a chancela da Cinema Novo CRL sendo este distribuído em exclusivo nas Fnac´s.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-4960418791979745401?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/4960418791979745401/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=4960418791979745401' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4960418791979745401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4960418791979745401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/09/pais-em-brasa-tem-lancamento-publico-14.html' title='“PAÍS EM BRASA” tem lançamento público a 14 de Setembro'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-7373204440560396576</id><published>2011-08-31T05:26:00.000-07:00</published><updated>2011-08-31T05:26:42.768-07:00</updated><title type='text'>VAMOS CONSTRUIR UM PORTO EUROPEU?</title><content type='html'>Talvez por ser Verão. Por ser início de Setembro. Por ser o período em que os portuenses estão de volta de mais uma “silly season”, esta será a quarta crónica seguida que aqui deixo sobre a cidade do Porto, centro de uma região que tem tudo (ou quase) para ser um dos polos mais atractivos, a nível europeu, de chamamento turístico. Mas a realidade é que ainda está praticamente tudo por fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho consciência de que Lisboa e Algarve são ainda os locais de eleição para a débil promoção turística que se tem feito no exterior mas volto a chamar a atenção para o facto de que continua a ser urgente mudar de políticas e dar visibilidade às mais diversas regiões do País, que muito têm a oferecer a quem nos visita nesta importante e fundamental valência para o crescimento da nossa economia. É fácil constatar que nós, portugueses, com todos os “cortes” que têm sido feitos e, aqueles que virão, só podemos aplicar o nosso dinheiro naquilo que é essencial, sendo assim obrigatório trazer cá quem o possa fazer…os turistas. De outra forma a nossa economia, já quase estagnada, pára de vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com todas as alterações estruturais que existiram nos últimos anos, o Porto só tem uma hipótese de reforçar a sua imagem internacional: apoiando-se na cultura, no turismo e no comércio. Considero o Porto uma das cidades mais belas do Mundo. Em cada edição do Fantasporto percebo melhor, pelas conversas que vou tendo sobretudo com os estrangeiros que nos visitam, que toda esta região é um local de prazer para todos eles. Mas então o que falta a esta cidade de que todos gostam? Antes de mais resolver o problema da segurança, tema que abordei ao de leve ainda recentemente. Sem isso a cidade não pode ser vivida e logicamente exprimir-se, tal como é. Andar a pé na Batalha, na Avenida dos Aliados, Praça da Liberdade, Carlos Alberto, Leões, ou Ribeira e até em Cedofeita ou na Boavista, é perigoso. A cidade, sobretudo à noite de semana, está deserta sendo dominada pelos sem abrigo e outros “nativos”. Foi essa “população” que “conquistou” a baixa do Porto e que a “controla”. Como podem assim os turistas e naturalmente quem ali ainda vive fruir a cidade? Como pode uma cidade afirmar-se assim a nível europeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que soluções poderão existir para alterar esta situação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre muitas outras, porque não manter abertos os restaurantes da baixa, os bares, as livrarias, as discotecas, as lojas de “lembranças” (que o Porto quase não tem e, deveria ter) à noite. Colocar à disposição de todos mais esplanadas junto a restaurantes e cafés garantindo um controlo policial, discreto, mas eficaz. Ganhar-se-ia seguramente a afluência de uma população que assim poderia fugir dos Centros Comerciais e que optaria pela vivência da cidade ao ar livre. Conseguir isto seria muito difícil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O eixo Batalha, Aliados, Carlos Alberto com a ligação à Ribeira poderia ser um percurso aprazível para ser vivido e tudo isto em ligação com os espaços culturais aí existentes que serviriam de motor para toda uma nova “movida”. O S. João e o (fechado) Batalha, o Coliseu e o Passos Manuel (se ele se mantiver após as obras que ali estão a ser feitas), o Rivoli e Sá da Bandeira, o Teatro Carlos Alberto, o Mercado Ferreira Borges e a Alfândega, trabalhariam em melhores condições oferecendo uma cada vez maior oferta cultural à cidade e logicamente garantiriam mais turismo e mais comércio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que, concomitantemente, ter-se-ia de repensar o que fazer aos milhares de fogos desabitados do centro do Porto “obrigando” o regresso ao Porto dos seus habitantes naturais. Só aí a cidade poderia renascer, tornar-se viva. E uma urbe assim traz novas empresas, uma economia renovada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É só preciso fazer um pequeno esforço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS. Não me esqueço ainda da Casa da Música ou de Serralves que, só por si, como ícones culturais da cidade têm sido desde a sua criação espaços culturais de apelo turístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Dorminsky in Grande Porto (2/09)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-7373204440560396576?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/7373204440560396576/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=7373204440560396576' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/7373204440560396576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/7373204440560396576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/08/vamos-construir-um-porto-europeu.html' title='VAMOS CONSTRUIR UM PORTO EUROPEU?'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-322563106060621436</id><published>2011-08-25T06:28:00.003-07:00</published><updated>2011-08-25T06:28:07.400-07:00</updated><title type='text'>ACABAR DE VEZ COM OS PRECONCEITOS…</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Quem vai lendo as minhas mais recentes crónicas, particularmente as publicadas na chamada “silly season”, seguramente que começa a pensar que tenho uma obsessão pelos temas da Cultura e do Turismo. Tenho repetido até à exaustão algumas propostas que admito serem as mais correctas para este Portugal de hoje, dando exemplos concretos de políticas que, com êxito, são implementadas por esse Mundo fora. Assim, e antes que venham aí ainda mais impostos, cortes drásticos nas nossas garantias constitucionais e outras decisões austeras que Governo vai tomar (para já anunciam-se para Setembro mais “75 medidas duras”), volto ao tema.&lt;br /&gt;Sou dos que acredito piamente que o País deveria perder os preconceitos que tem para com áreas de actividade que poderão ajudar a crescer, em definitivo, a economia portuguesa: o turismo e a cultura, associadas…os produtos e eventos culturais, o  sol, as praias, o turismo, o jogo, os vinhos, a gastronomia, o património, a hotelaria...&lt;br /&gt;Quando digo perder preconceitos, não é transformar o País numa latina Hong Kong ou numa qualquer Las Vegas. Mas que o Douro, o Algarve, Trás-os-Montes, as Beiras, a Serra da Estrela, o Alentejo interior e marítimo, a lezíria ribatejana, os rios, o Gerês... no fundo, este Portugal, é uma imensidão de locais bafejados por uma série de atractivos em tudo idênticos aos que os turistas, mais ou menos abastados, procuram: um bom vinho, gastronomia de excelência, paisagens bonitas e acolhedoras e  a possibilidade de recreio em áreas ainda pouco concorridas.&lt;br /&gt;Claro que não é fácil fazer convergir o esforço nacional no sentido da diversão alheia. Há sempre uma quantidade de desconfianças associadas a estes sectores. Desconfianças sociais, desconfiança das comunidades, interesses instalados... Não é fácil explicar aos portugueses que se devem criar condições extraordinárias aos sectores da hotelaria, dos espectáculos e cultura e do jogo, da mesma forma que se convenceram os cidadãos de quem eram necessários estádios de futebol novos para o Euro. Não sou dos que persigo o futebol em particular. E, até consigo enquadra-lo neste cenário de uma política de investimento destinada ao lazer. Tenho a consciência que ele dá emprego (directa e indirectamente) a muitas centenas de milhar de portugueses (diz-se que a 10% deles!). É que, para além dos jogadores, há milhares de trabalhadores, gestores, directores de recinto, marketeers, treinadores, preparadores físicos, médicos... gente da indústria dos equipamentos, nos serviços, que a ele estão associados que dele vivem. O mesmo acontece na Cultura, na produção cultural propriamente dita e, logicamente no Turismo que representam em conjunto quase um quarto do PIB nacional.&lt;br /&gt;Seria importante que 2011/2012 fosse altura para essa viragem. Em que se começassem a encarar estes sectores associados ao lazer e ao turismo com outros olhos. Sem os olhos da inveja e sem os olhos da desconfiança. Estou convicto de que uma política séria de apoio às actividades que já enunciei poderia manter e ainda criar alguns milhares de empregos até 2015/16 e, sobretudo, ajudaria a crescer zonas do País que estão votadas ao abandono, de onde os jovens saem à procura de uma vida melhor e onde os que lá estão vivem cada vez pior e mais afastados dos centros de decisão.&lt;br /&gt;Basta ver que somos uma das portas, a porta do Atlântico, e que por aí temos muito que aproveitar nestas áreas, até porque é estranho nós termos essa “facilidade” estratégica a explorar e vermos que é precisamente nas áreas do turismo, da cultura, no fundo, do lazer que muitas das economias europeia se suportam para continuar vivas e com um grande vigor.&lt;br /&gt;in Grande Porto, 26 Agosto&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-322563106060621436?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/322563106060621436/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=322563106060621436' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/322563106060621436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/322563106060621436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/08/acabar-de-vez-com-os-preconceitos.html' title='ACABAR DE VEZ COM OS PRECONCEITOS…'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-820783252922745091</id><published>2011-08-17T06:53:00.000-07:00</published><updated>2011-08-17T06:53:24.031-07:00</updated><title type='text'>UM GRANDE EQUÍVOCO</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Centro estudantil por excelência, a vivência cultural do Porto sempre foi suportada numa população jovem que aderia às propostas que lhe eram feitas pelos muitos agentes culturais ali sedeados. A oferta cultural existente ia sendo garantida através do funcionamento continuado dos equipamentos culturais da cidade. Mas entretanto algo aconteceu, que alterou por completo essa vivência normal do quotidiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jovens, particularmente os estudantes universitários, que num número de cerca de 70 mil se deslocam em período de aulas para a cidade eram, há uns 8/9 anos, a população nocturna fixa do centro do Porto. As faculdades que estavam sediadas sobretudo na zona urbana de Cedofeita, garantiam um negócio seguro aos pequenos restaurantes, cafés e aos arrendatários de quartos que se situam nessa área da cidade. Só que nos últimos anos estes ramos universitários foram, pouco a pouco, fechando portas e os estudantes “corridos” para as zonas limítrofes da cidade, onde se construiram os novos pólos. Logicamente, essa massa estudantil passou a viver na periferia, isto é, nas cidades fronteiriças ao Porto. A principal vantagem é a de ficarem mais perto das faculdades, a outra, o preço dos alojamentos, seguramente mais barato tendo em conta a politica de arrendamento que vem sendo adoptada na cidade. O Porto foi assim ficando mais triste. Mais desertificado. E sem juventude a percorrer as ruas, a encher bares, restaurantes e cafés nem acedendo à cultura e ao lazer dado a oferta cultural ter também diminuído largamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; E basta pensarmos que, se falarmos em espaços de cultura, temos o Batalha fechado, o Sá da Bandeira, quase, o Rivoli e o Coliseu servindo de salas de aluguer a privados e os Teatros S. João e Carlos Alberto sempre à espera de saber quais as novas politicas definidas para esses equipamentos geridos pelo Estado. Com a Casa das Artes à espera de resolução – Cinemateca? quando? - a funcionar está exclusivamente a Casa da Música. Serralves é igualmente um ponto de encontro regular dos portuenses e...pouco mais são as opções que nos são dadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim foi nascendo uma nova “geração centro comercial.” Podem deixar o seu carro guardado sem nada pagar, comer algo, e ir ao cinema…caso ainda sobrem uns euros para o bilhete. Recuperar a Baixa do Porto é possivel mas esta tem de mudar de rosto primeiro. Tem de se chamar a juventude a ocupar as centenas e centenas de andares ali existentes, criando uma politica de habitação sustentada com o apoio de programas específicos para que tal aconteça. Tem de se reabrir as portas para uma vivência cultural da cidade. Com isso também o comércio e os serviços serão naturalmente beneficiados. Haverá assim ainda mais chamamento turístico, mais gente nas ruas, menos sem abrigo, menos “lumpen”, enfim, mais segurança, outro dos dramas actuais do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que a noite portuense passou a ser errante. Uns espectáculos dispersos. Mas o que é certo é que, aos fins de semana, se bebe até cair no meio da rua! Mas será isto cultura ou lazer? Será isto que pretendemos para o nosso Porto no futuro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há seguramente aqui um grande equívoco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-820783252922745091?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/820783252922745091/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=820783252922745091' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/820783252922745091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/820783252922745091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/08/um-grande-equivoco.html' title='UM GRANDE EQUÍVOCO'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3195479469361339231</id><published>2011-08-10T16:07:00.000-07:00</published><updated>2011-08-10T16:07:03.132-07:00</updated><title type='text'>PORTO, CIDADE DE TURISMO E CULTURA...</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Porto Cidade, Porto Invicta, Porto Tripeiro. Porto Capital do Norte foi sendo nos últimos anos destruído aos poucos por Lisboa que lhe  criando uma imagem de mediocridade, suburbana, provinciana. Assim quer Lisboa ver o Porto de hoje. Mas estará o Porto e toda esta região mesmo assim? Não, em definitivo. Continuamos a ter gente culta, com visão e que sabe o que quer. É urgente criar um lobby forte que inclua as forças “vivas” da região, os seus políticos, as gentes da cultura e do saber (temos das melhores Universidades da Europa), os bons (poucos) empresários que restam e até, mesmo que tal possa provocar alguma controvérsia, as incontornáveis e mediáticas personalidades do desporto. É imprescindível não continuarmos a ser obrigados a ir para Lisboa para “existirmos”, para sermos “respeitados”. &lt;br /&gt;As sedes das empresas, alguns políticos promissores, os media e os seus jornalistas, bem como estruturas de produção cultural, infelizmente, têm ido para Sul e…para o estrangeiro. Terá de se inverter esta lógica de forma a acabar de vez com as assimetrias existentes. Mas torna-se urgente repensar a região. Torna-se obrigatório voltar a criar uma identidade própria para este Grande Porto.&lt;br /&gt;É verdade que o Porto/cidade foi mudando, sobretudo nos anos mais recentes. Muitas são as razões para tal e que devem ser analisadas aprofundadamente, mas tudo foi acontecendo porque foi perdendo os seus habitantes, as suas “gentes”, sobretudo na Baixa. Agora quem ali vive são “seniores” e alguns (poucos) jovens que quase não dão para manter abertas as escolas básicas e secundárias do centro do Porto. Não há números certos, mas creio que o Porto-centro tem actualmente cerca de 200 mil habitantes! De que serve o Porto ser Património Mundial da Humanidade? De que serve ter sido Capital Europeia da Cultura? De que serve ter Serralves, a Casa da Música, o Fantasporto, o Futebol Clube do Porto, o Vinho do Porto? Se de dia ainda parece uma cidade pujante, chega a noite e é uma “vila”, a que acresce o problema de ser dominada por fortes núcleos de marginalidade difíceis de erradicar. Viver actualmente no centro do Porto, é uma aventura. Não é “saudável” para ninguém. Não é seguro. Há que mudar isto para se conseguir uma cidade que  seja dinâmica, segura, que seja invejada por todos.&lt;br /&gt;Numa cidade e numa região que tem crescido substancialmente em número de turistas, como se pode, sem um aumento da segurança, reconquistar o centro da cidade, voltando este a ser um espaço de prazer para os cidadãos e permitindo deixar ficar ao turista que nos visita uma imagem atractiva, capaz de o obrigar a voltar? Para haver turismo é demasiado o número de restaurantes e tradicionais cafés que se encontram fechados à noite por falta de clientes. A animação nocturna é irregular e extremamente limitada. Tirando os novos bares da zona da Praça dos Leões e de Passos Manuel que chamam às sextas e sábados a atenção dos mais jovens, e as esplanadas que o Verão tem oferecido à cidade, o centro até tem turistas mas está vazio de conteúdo quanto ao lazer. Em qualquer cidade do Mundo, Turismo e Cultura estão de mãos dadas. É Agosto e o Teatro S. João está fechado, o mesmo acontecendo com o Rivoli e o Coliseu, este em obras. Pouco ou nada acontece para oferecer aos turistas que nos visitam. Como poderá o Porto ser assim uma cidade turística? E já agora, para que serve termos um dos melhores aeroportos da Europa quando tão pouco temos para oferecer a quem nos visita? Todas estas perguntas têm respostas óbvias e que se resumem numa frase simples “O Porto é um cidade turística”. Agora…é só fazer por isso. Basta um pouco de criatividade e trabalho e nunca esquecendo que não se está a “gastar dinheiro” em lazer mas a investir no presente e, sobretudo, no futuro da cidade e da região.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3195479469361339231?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3195479469361339231/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3195479469361339231' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3195479469361339231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3195479469361339231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/08/porto-cidade-de-turismo-e-cultura.html' title='PORTO, CIDADE DE TURISMO E CULTURA...'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-8281020291364243189</id><published>2011-08-03T14:38:00.000-07:00</published><updated>2011-08-03T14:38:19.981-07:00</updated><title type='text'>ESTAMOS A AJUDAR. AJUDEM-NOS TAMBÉM…</title><content type='html'>Portugal está cada vez mais isolado do Mundo. Tal sente-se no dia a dia. E, se já somos "lixo" segundo as agências de “rating” norte-americanas, qualquer dia seremos triturados e reciclados...perdendo de vez todo o esforço que nos tem sido pedido para sair da crise. Sabemos que há demasiado desemprego, muita fome, dificuldades em garantir que os mais jovens frequentem a escola, que a saúde e a justiça estão quase num caos. No entanto, devemos e podemos lutar pela nossa dignidade e pelos nossos direitos, dando sugestões construtivas com saídas objectivas para a situação em que vivemos. Não serve de nada continuar a “abrir a boca” para dizermos o que todos já sabem. Vivemos num pais cheio de contradições e assimetrias e a prova disso, ainda ocorreu no passado fim de semana nessa Madeira à qual a crise ainda não chegou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como pode tudo mudar quando nos obrigam a fazer sacrifícios constantes? Ou através de mais impostos e cortes nos vencimentos, ou das dificuldades que aí vêm, afectando sobretudo aqueles que menos meios têm para sobreviver a esta crise. Já aumentou o custo dos medicamentos, das taxas moderadoras nos serviços de saúde, dos transportes públicos, da gasolina, das portagens nas vias rápidas ou nas auto estradas, do IVA, o que faz aumentar o preço dos bens de consumo e de tudo o que é imprescindível adquirir pelos privados ou pelas empresa. E tudo numa altura em que nos dizem abertamente que durante “13 meses” não vamos conseguir ter um real crescimento económico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o aumento do desemprego, o encerramento continuado de pequenas e médias empresas, com o aumento das prestações das casas, com juros quase impossíveis de pagar, com o IRS a subir estrondosamente e tudo o mais que aí virá até ao final deste ano, em 2012 e 2013, até onde se poderá “apertar o cinto”? É agora claro, até para os menos atentos, o porquê dos protestos, muitas vezes violentos, que têm ocorrido em muitos países europeus devido a medidas, muitas vezes semelhantes, às que vêm sendo adoptadas em Portugal. Dizem-nos que têm de ser aplicadas. Que o Estado vai baixar os custos da administração pública. E os negócios, tipo BPN, quem os vai pagar? E o aumento do orçamento para a Defesa que vai ser aumentado como se prevê. Quem é que vai pagar isso tudo? E como poderão os portugueses aguentar-se? É que, ao contrário de todos os outros países que se encontram com a sua dívida pública descontrolada, os nossos vencimentos, a começar pelo ordenado mínimo nacional, são os mais baixos desses países sendo o custo de vida o mesmo, ou até mais elevado do que por essa Europa fora. Acredito na boa vontade deste Governo em ultrapassar esta situação em que vivemos e a que chegamos por erros graves cometido no passado recente, mas tal não altera a situação que se vive e viverá num futuro próximo. Precisamos de sugestões para viver o nosso dia a dia. Vai o Governo cativar empresas estrangeiras a investir em Portugal? Conseguiremos da Europa apoios necessários para implementar de novo indústria como as pescas ou a agricultura? Haverá apoios para garantir que os empresários da área do Turismo possam continuar a investir em Portugal? E que incentivos podem ser dados às Indústrias da Cultura para acompanharem o desenvolvimento turístico do país? Haverá sensibilidade para tornar os sectores dos vinhos ou da cortiça em indústrias verdadeiramente competitivas a nível mundial, como aliás já o foram? Como se pode garantir que os nossos jovens das áreas tecnológicas e das Industrias criativas que se fixem em Portugal e ajudem este País a sair da crise? Vamos aproveitar todo o potencial da fronteira com a Espanha e não continuar a deixar os espanhóis a fazer o inverso. Vamos repovoar este País proporcionando-lhe uma dinâmica capaz de reduzir de forma considerável o desemprego através da criação de pequenas e médias empresas capazes de ser competitivas a nível nacional e Internacional. Vamos regionalizar o País e acabar com a concentração de população existente nas grandes cidades do litoral, aniquilando de vez as assimetrias existentes? Pode o Governo dizer claramente o que nos espera? Até porque a tal “luz ao fundo do túnel” parece estar cada vez mais longínqua e todos precisamos de saber que há futuro para Portugal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-8281020291364243189?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/8281020291364243189/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=8281020291364243189' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/8281020291364243189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/8281020291364243189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/08/estamos-ajudar-ajudem-nos-tambem.html' title='ESTAMOS A AJUDAR. AJUDEM-NOS TAMBÉM…'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3450991005399845528</id><published>2011-07-31T09:03:00.000-07:00</published><updated>2011-07-31T09:03:32.825-07:00</updated><title type='text'>AS SETE MARAVILHAS GASTRONOMICAS....VOTA NAS TRIPAS...</title><content type='html'>O Povo foi comer tripas para a beira rio...se foi na beira rio do Porto ou de Gaia não interessa....temos e que votar nas tripas ( e no bacalhau) e acabar de vez com as politiquices em torno desta divertida iniciativa da responsabilidade da Confraria das Tripas...de as levar a Patrimonio Gastronomico de Portugal. Vota...e vota muitas vezes..&lt;br /&gt;_________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tripas à Moda do Porto   Vote nas Tripas à Moda do Porto.Contribua para que sejam consideradas como o Prato Campeão da Gastronomia Portuguesa  vote tambem no Bacalhau a Moda de Sa   Por telefone 760 302 715) (custo: 0,60€ + iva) Por SMS Enviar uma sms para o nº 68933 com o texto: 715. (custo: 0,50€ + iva) FacebookBrevemente será também possível votar via Facebook na página:www.facebook.com/7MGastronomia   Cada utilizador tem direito a votar uma vez e implica a seleção de 7 Maravilhas. Site OficialFaça a sua escolha e vote no site oficial #www.7maravilhas.pt#  Cada endereço de e-mail tem direito a votar uma vez e implica a seleção obrigatória de 7 Maravilhas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3450991005399845528?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3450991005399845528/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3450991005399845528' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3450991005399845528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3450991005399845528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/07/as-sete-maravilhas-gastronomicasvota.html' title='AS SETE MARAVILHAS GASTRONOMICAS....VOTA NAS TRIPAS...'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-8543587082688760085</id><published>2011-07-31T09:00:00.001-07:00</published><updated>2011-07-31T09:00:39.565-07:00</updated><title type='text'>HA QUE TER VERGONHA...SOMOS ORGULHOSAMENTE PORTUGUESES E... NÃO ESTAMOS SOS...</title><content type='html'>Cada vez mais as guerrinhas politico partidarias e a sede de protagonismo das centrais sindicais...que ate terao razao em muitas das afirmaçoes que tem feito... estao a provocar uma instabilidade no Pais que so nos pode ser prejudicial. Os Media ajudam a festa e, se ja somos "lixo", qualquer dia já estamos nos camiioes que o apanha a ser triturados ou mesmo nas etares...nas quais desapareceremos de vez. Sei que ha desemprego, fome, dificuldades para garantir que os mais jovens frequentem o ensino publico, que a saúde e a justiça estao quase num caos...etc...etc..Podemos e devemos lutar pela nossa dignidade e pelos nossos direitos...dando sugestoes construtivas...com saidas objectivas para a situacao em que vivemos...mas nao serve de nada continuarmos a abrir a boca para nada dizermos de realmente significativo  (como se calhar eu proprio)...mas, como refiro em outro post na minha pagina do Face "Vivemos num Pais Manifesramente Inculto"...e a prova disso ainda se passou hoje na Madeira...algo que nos envergonha a todos...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-8543587082688760085?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/8543587082688760085/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=8543587082688760085' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/8543587082688760085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/8543587082688760085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/07/ha-que-ter-vergonhasomos-orgulhosamente.html' title='HA QUE TER VERGONHA...SOMOS ORGULHOSAMENTE PORTUGUESES E... NÃO ESTAMOS SOS...'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-5277342299970560746</id><published>2011-07-29T14:28:00.001-07:00</published><updated>2011-07-29T14:28:57.465-07:00</updated><title type='text'>AGOSTO EM GAIA</title><content type='html'>Agosto é mês de férias. É mês de ir a banhos nas praias de Gaia, cada vez mais limpas, cada vez mais azuis! De passear no passadiço e, são 17 kms! De beber um copo num dos cerca de 50 bares e restaurantes que acompanham essa costa de mar. De frequentar o Cais de Gaia e a frente de Rio. De passear pela Zona Histórica, de ir aos saldos no centro de cidade, de conhecer o Parque Biológico, de apreciar as esculturas emergentes da Bienal que se realizou, ao longo da costa de mar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Agosto é também mês de romarias, ocasiões de reencontros de amigos e familiares. Nestes convívios, as memórias são revividas e as tradições perpetuadas. É num espírito semelhante que os grupos e ranchos folclóricos actuam, num esforço reconhecido de salvaguarda do nosso património cultural imaterial. Os festivais de folclore, realizados por todo o concelho, constituem oportunidades singulares para conhecer melhor as nossas raízes bem como as culturas de outros povos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Património como o Mosteiro de Grijó, de Pedroso, da Serra do Pilar e as exposições patentes nas diversas galerias de Gaia são igualmente a não perder, assim como uma visita a um dos mais significativos edifícios arte nova existentes em Portugal, a Casa Barbot que, espaço cultural onde também "vive" a Vereação da Cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é um Festival normal. É um certame de Danças do Mundo e decorrerá junto a outro dos espaços patrimoniais que não deve deixar de visitar, o Convento Corpus Christi. É o IV GaiaFolk, que trará ao magnífico cenário da Beira-Rio a cor, a música e a danças de Espanha, da Hungria, do México, da Macedónia e, claro, de Portugal. Noites de Fado, cortejo de bandas filarmónicas que culminará num grande concerto com cerca de 200 músicos, também realizado na Zona Histórica de Gaia… Muito mais vai acontecer. Acompanhe a nossa página Gaia é Cultura no Facebook ou veja a agenda cultural de Gaia nos sites da Câmara. Seguramente podemos dizer que a cultura em Gaia “não vai de férias!”e que vai proporcionar a todos quantos nos visitam, turistas ou não, um complemento cultural fundamental para a fruição do nosso Concelho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-5277342299970560746?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/5277342299970560746/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=5277342299970560746' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5277342299970560746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5277342299970560746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/07/agosto-em-gaia.html' title='AGOSTO EM GAIA'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-2958925931600626407</id><published>2011-07-29T06:29:00.001-07:00</published><updated>2011-07-29T06:29:17.775-07:00</updated><title type='text'>FANTASPORTO UM FORUM PARA AS ARTES</title><content type='html'>A 32ª edição do Festival Internacional de Cinema do Porto decorrerá no Teatro Rivoli entre os próximos dias 20 de Fevereiro e 4 de Março de 2012. Importante será de referir que na 31ª edição do Fantasporto, que decorreu em Fevereiro passado, foi alcançado o número de 47 395 espectadores com bilhete pago, sendo que este número representa 87% de ocupação das salas do Festival, e um total de 75 332 visitantes que participaram em todas as iniciativas paralelas que decorreram no Rivoli e em outros espaços da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2012, o Festival Internacional de Cinema do Porto admite poder vir a ter um número ainda mais elevado de visitantes e de espectadores, até porque no seio desta crise que vivemos, a cultura tem sido o escape para esquecer o quotidiano, como tem sido notório na maioria dos eventos que se vêm realizando em Portugal, sobretudo nos Festivais de música que se vêm realizando em todo o País.&lt;br /&gt;A 32ª edição do Fantasporto, contará ainda com mais motivos de atração nas mais diversas valências da Cultura, continuando "passo a passo" a transformar-se num autêntico “Fórum das Artes” que vem tornando o festival num evento muito mais ecléctico e logicamente abragente.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;FANTASPORTO CRIA COMPETIÇÃO PARA ESCOLAS DE CINEMA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em parceria com muitas entidades, sobretudo Universidades,  que têm cursos na área do audiovisual, o Fantasporto decidiu alargar o conceito dos prémios de Cinema Português que atribui desde a sua última edição. Assim, também,as escolas de cinema (ou entidades com cursos de cinema) vão ter uma oportunidade para participar no Fantasporto 2012 num concurso entre Escolas e que terá como base a produção do final de curso dos seus alunos. Este prémio destina-se à Escola que apresente o melhor conjunto de filmes (de 3 a 5), que não excedam os 15 minutos cada e no limite máximo de uma hora. Estes terão de ser produzidos entre 2011 e 2012. Com esta iniciativa o Fantasporto pretende fomentar a competição entre as escolas de cinema portuguesas e, com isso, contribuir para a melhoraria do cinema feito em Portugal.&lt;br /&gt; O Cinema Português no Fantasporto passa assim a ter uma imagem e um tratamento ainda mais forte com a introdução do Prémio do Melhor Filme, em 2012 só para filmes  inéditos, com selecção de um juri próprio.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;ANTÓNIO-PEDRO VASCONCELOS TERÁ HOMENAGEM NO FANTASPORTO 2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um realizador que foi capaz de atrair mais de 1 milhão de espectadores às salas de cinema para ver filmes portugueses merece naturalmente uma homenagem no Fantasporto 2012. António-Pedro Vasconcelos é o único realizador que se pode gabar deste feito e o Festival Internacional de Cinema do Porto convidou-o para ser a personalidade ligada ao cinema em Portugal em destaque na edição 32. Porque ele é um cinéfilo e, em tom de brincadeira, porque nos seus filmes lançou belíssimas actrizes. Nada melhor que parafrasear o título do filme de Truffaut – António Pedro Vasconcelos é realmente o “Homem que gosta de Mulheres”.&lt;br /&gt;António-Pedro Vasconcelos nasceu em Leiria em 1939. Cavaleiro da Ordem do Infante D. Henrique começou por querer ser advogado, estudando Direito, mas o convívio com homens do cinema como João César Monteiro ou Alberto Seixas Santos levou-o para a Sétima Arte.&lt;br /&gt;Iniciou-se na crítica de cinema no final dos anos 50, do século XX. Viria a ser chefe de redacção da revista “Cinéfilo” (1973) ou responsável pelo programa “Cine-Clube” da RTP 2 (1976).&lt;br /&gt;Em 1968 realizou os seus primeiros filmes de publicidade e documentários como “Exposição de Tapeçaria” (1968) e “Fernando Lopes-Graça” (1971), entre outros.&lt;br /&gt;É co-fundador do Centro Português de Cinema (CPC) em 1970, sendo um dos responsáveis pela revitalização do cinema português. Realiza nessa época a sua primeira longa-metragem – “Perdido por Cem” (1973), um filme fortemente influenciado pela “Nouvelle Vague” francesa.&lt;br /&gt;A seguir à Revolução de Abril, faz para a RTP o documentário “Adeus, até ao meu Regresso” (1974) sobre a geração de portugueses que estiveram na Guerra Colonial. A trabalhar como programador televisivo, realiza “Oxalá” (1981) e depois, um dos grandes sucessos da sua carreira. “O Lugar do Morto” (1984), baseado numa história de Mário Zambujal, seria o filme que fez de Ana Zannati uma “sex symbol”.&lt;br /&gt;As dificuldades económicas sentidas nos anos 80 na sociedade portuguesa atrasaram o renascer do cinema nacional. Só em 1992 volta a realizar – é uma série para a RTP – “Aqui d’El-Rei!” – abordando a presença do exército português em Moçambique nos finais do século XIX. Em 1999 António-Pedro Vasconcelos tem mais um sucesso de público com “Jaime”.  Seguem-se “Os Imortais” (2003), “Call Girl” (2007) – o papel de sex symbol é agora de Soraia Chaves e, novamente com a actriz e modelo portuguesa realiza “A Bela e o Paparazo” (2010).&lt;br /&gt;Considerado pela crítica o mais americano dos cineastas portugueses, António-Pedro Vasconcelos aceita com “fair play” o rótulo que até considera um elogio. Adepto incondicional do Benfica, António Pedro Vasconcelos vai fazer uma selecção de filmes seus e “sobe” até ao Porto para mostrar parte da sua carreira e ser distinguido pelo Fantasporto com o Prémio de Carreira.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;CONCURSO DE CONTOS SCI-FI FANTASPORTO 2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fantasporto dedica o Programa Especial de 2012 à Ficção Científica.&lt;br /&gt;O Festival Internacional de Cinema do Porto solicitou a Rogério Ribeiro a coordenação de um fantástico Concurso de Contos de Ficção Científica, para posterior publicação numa Antologia de Ficção Científica a editar pela Gailivro (Grupo Leya) que terá apresentação na 32º edição do Fantasporto.O ficheiro do manuscrito terá formatação A4, espaçamento de linha e meia, fonte Times New Roman, tamanho 12. O manuscrito apenas será identificado, na página de rosto, pelo título do conto e pseudónimo do autor. O corpo do email de submissão incluirá o pseudónimo, o nome verdadeiro, morada e contacto telefónico. O título do email de submissão deverá incluir a referência “Concurso de Contos de Ficção Científica – Fantasporto 2012”. Os contos seleccionados serão incluídos na Antologia de Contos de Ficção Científica – Fantasporto 2012, organizada por Rogério Ribeiro e publicada na colecção 1001 Mundos (Ed. Gailivro). Caberá ao organizador determinar quantos contos a concurso, para além do vencedor, poderão ser publicados; respeitando para isso a ordenação atribuída pelo Júri. A par dos contos a concurso seleccionados, a Antologia conterá também contos de autores convidados, nacionais ou estrangeiros. A data limite de submissão de manuscritos é 14 de Outubro de 2011. Os contos recebidos em data posterior serão automaticamente excluídos. O resultado do Concurso será anunciado até ao fim de Novembro. A Antologia será lançada durante o Fantasporto 2012.&lt;br /&gt;Consulte o regulamento completo em  http://contos-fantas.blogspot.com/ &lt;http://contos-fantas.blogspot.com/&gt; .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-2958925931600626407?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/2958925931600626407/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=2958925931600626407' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/2958925931600626407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/2958925931600626407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/07/fantasporto-um-forum-para-as-artes.html' title='FANTASPORTO UM FORUM PARA AS ARTES'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-5175460897826253726</id><published>2011-07-27T10:46:00.000-07:00</published><updated>2011-07-27T10:46:21.252-07:00</updated><title type='text'>VIVEMOS NUM PAÍS MANIFESTAMENTE INCULTO</title><content type='html'>A passada semana terminava a minha crónica no GP com um “continua…”. Sinceramente, na altura, parecia-me necessário tecer alguns comentários sobre as medidas anunciadas pelo nosso SEC, Francisco José Viegas, sobre o programa a implementar enquanto responsável máximo da Cultura e do Saber em Portugal. Deixei-me, no entanto, ficar pelo enunciado dessas medidas. Referenciei a desprestigiante situação da “Cultura” não ter assento no Conselho de Ministros, algo que considero de extrema gravidade. Gravidade porque a Cultura é, foi e será sempre um desígnio dos povos e tem de ser garantida a todo o custo para que possamos manter a nossa dignidade enquanto cidadãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos num país manifestamente inculto, algo que é transversal a toda a sociedade. Tudo é superficial, feérico, e o que se pretende é chegar junto daqueles que olham para a Cultura com desdém. Nos Municípios a maioria dos vereadores da Cultura têm orçamento “0”. Esquecem também os nossos Governantes que esta tem de estar sempre linkada com a Educação, no sentido da criação do gosto cultural dos mais jovens, de forma a que estes não se continuem a isolar da sociedade virando-se para os seus computadores, para os jogos de vídeo ou para as TV´s onde podem ver violência ou mesmo sexo explícito. Assim têm crescido os nossos jovens. Nunca entraram num Museu, nunca leram um livro, nunca viram bailado, uma peça de teatro, um concerto de música clássica…Assim não há Formação, não há Saber, não há Futuro. Assim também se perde a possibilidade de garantir a manutenção das tradições, da etnografia, da nossa história. A Cultura não é nenhum “bicho subsídio-dependente” é a representação viva do nosso SABER na qual tem de existir forte INVESTIMENTO para que as nossas mentes possam ficar mais abertas. Portugal está isolado do Mundo nesta lógica anti – cultural. A Cultura representa 6% do PIB nacional, mais do que as muito apoiadas indústrias dos têxteis e automóvel juntas. Esta tem obrigatoriamente de estar de mãos dadas com o Turismo, área fundamental para a recuperação da nossa economia e nas poucas em que ainda há “investidores”. A “Indústria do Turismo Cultural” já há anos das mais importantes do Mundo, representa 16% do PIB nacional! Infelizmente as politicas de turismo que temos tido são direccionadas exclusivamente para o sol e praia, tal como já era antes de 74! Tem de haver gente na gestão pública sensível a estas áreas, não sendo homens e mulheres que “foram ali parar” por meras razões politico partidárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para terminar e, baseando-me no Programa do Governo, este decidiu “optimizar os recursos existentes”, “apresentar um inventário do Património Imaterial”, “elaborar um “Livro Branco” para resolver o problema do desajustamento entre a quantidade de equipamentos culturais disponíveis e a sua sustentabilidade”, referindo timidamente que todos os apoios atribuídos serão tornados públicos, com enfoque na revisão da sua participação financeira nas “Fundações”. E aas centenas de agentes, investidores no Turismo Cultural, que têm sido o garante da CULTURA e do LAZER que se proporciona ao País como se de serviço público se tratasse?   Não serão estes privados que garantem os tais 16% do PIB nacional? Não serão estes que têm de ser apoiados e acarinhados para que Portugal ganhe o prestígio internacional de um País Culto, com um Futuro sustentado? (continua…)&lt;br /&gt;in Grande Porto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-5175460897826253726?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/5175460897826253726/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=5175460897826253726' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5175460897826253726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/5175460897826253726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/07/vivemos-num-pais-manifestamente-inculto.html' title='VIVEMOS NUM PAÍS MANIFESTAMENTE INCULTO'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-6127375631842564846</id><published>2011-07-25T08:02:00.000-07:00</published><updated>2011-07-25T08:02:53.622-07:00</updated><title type='text'>Artes &amp; Espetáculos - "Foi um erro" o novo resgate à Grécia, defende Mário Dorminski - RTP Noticias, Vídeo</title><content type='html'>&lt;a href="http://www0.rtp.pt/noticias/index.php?t=Foi-um-erro-o-novo-resgate-a-Grecia-defende-Mario-Dorminski.rtp&amp;amp;headline=20&amp;amp;visual=9&amp;amp;article=464122&amp;amp;tm=4"&gt;Artes &amp;amp; Espetáculos - &amp;quot;Foi um erro&amp;quot; o novo resgate à Grécia, defende Mário Dorminski - RTP Noticias, Vídeo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-6127375631842564846?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www0.rtp.pt/noticias/index.php?t=Foi-um-erro-o-novo-resgate-a-Grecia-defende-Mario-Dorminski.rtp&amp;headline=20&amp;visual=9&amp;article=464122&amp;tm=4' title='Artes &amp; Espetáculos - &quot;Foi um erro&quot; o novo resgate à Grécia, defende Mário Dorminski - RTP Noticias, Vídeo'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/6127375631842564846/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=6127375631842564846' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6127375631842564846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6127375631842564846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/07/artes-espetaculos-foi-um-erro-o-novo.html' title='Artes &amp; Espetáculos - &quot;Foi um erro&quot; o novo resgate à Grécia, defende Mário Dorminski - RTP Noticias, Vídeo'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3891746657671139026</id><published>2011-07-20T07:24:00.000-07:00</published><updated>2011-07-20T07:24:48.928-07:00</updated><title type='text'>QUE CULTURA VAMOS TER?</title><content type='html'>Não sei exactamente como será feita a alteração de um Ministério da Cultura numa Secretaria de Estado. Não sei igualmente qual o orçamento que Francisco José Viegas terá para implementar medidas capazes de tornar claro que a Cultura será sempre um desígnio nacional, independentemente de qualquer situação político/financeira que Portugal possa atravessar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É curioso, no entanto, que a Comunicação Social não tenha ainda dado a conhecer as linhas mestras da política cultural que deverá ser colocada em prática. Tal já foi anunciado, mas sem alaridos. É no sector do cinema que está uma das medidas da nova Secretaria de Estado da Cultura que poderá provocar maior polémica: o Governo “irá ter em conta os resultados de bilheteira e número de espectadores obtidos pelos filmes anteriores dos produtores e realizadores candidatos a apoios”, revela o programa. Logo no parágrafo seguinte, garante-se que uma parte dos investimentos do Instituto do Cinema e do Audiovisual será reservada “ao estímulo a novos talentos e a filmes que, pela sua particularidade artística e cultural, possam não encontrar no mercado as fontes necessárias de financiamento”.&lt;br /&gt;De resto, o programa do Governo para a Cultura parece ser ambicioso e define prazos muito exigentes para várias medidas: uma proposta de Lei do Cinema dentro de seis meses; uma nova Lei Orgânica com a reestruturação dos organismos tutelados pela Secretaria de Estado da Cultura num prazo de 90 dias; uma revisão do regime de gratuitidade dos museus “diminuindo o período da sua aplicação; a redacção de um Estatuto dos Profissionais das Artes em nove meses.&lt;br /&gt;A primeira medida prende-se, naturalmente, com a passagem do Ministério da Cultura para Secretaria de Estado – o que vai exigir a elaboração da nova Lei Orgânica, que se pretende concluída em três meses. O programa faz também uma referência às fundações, estabelecendo que “o Governo irá equacionar, de forma ponderada, o modelo de participação e financiamento das diferentes fundações que auferem de dinheiros públicos.”&lt;br /&gt;Não serão criados novos museus pretendendo-se antes “optimizar os recursos existentes”. E, num prazo de um ano, ser apresentada uma proposta para uma nova estratégia da Rede de Museus, para além da já referida alteração do estatuto de gratuitidade. A SEC compromete-se ainda a, num prazo de dois anos, apresentar um primeiro inventário - base do Património Imaterial. Outras medidas concretas anunciadas prendem-se com a publicação na Internet dos apoios financeiros na área da cultura; elaboração de um Livro Branco para tentar resolver o problema do “desajustamento entre a quantidade de equipamentos culturais disponíveis e a sua sustentabilidade”; e a aposta na divulgação internacional dos criadores portugueses em todos os quadrantes das artes, “destacando o design, reconhecida a sua capacidade de acrescentar valor e contribuir para as exportações nacionais.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um programa curto, incisivo, mas que tem de ser aplicado, e bem aplicado, de forma a que, também a Cultura, seja um livro branco capaz de permitir saber a cada momento se o investimento que o Estado vai fazer nesta área tem o retorno pretendido e SE vai ser capaz de acabar com os lobbies de pressao apostando no que de bom já possuímos e abrindo portas a novos projectos criativos e que demonstrem sustentabilidade…(continua…)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in Grande Porto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3891746657671139026?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3891746657671139026/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3891746657671139026' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3891746657671139026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3891746657671139026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/07/que-cultura-vamos-ter.html' title='QUE CULTURA VAMOS TER?'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-4223911661673793404</id><published>2011-07-14T05:08:00.001-07:00</published><updated>2011-07-15T16:09:41.132-07:00</updated><title type='text'>Mário Dorminsky lança “PAÍS EM BRASA”</title><content type='html'>Sobre “País em Brasa”, Luís Filipe Menezes refere no prefácio: “...Não é o caso deste livro do Mário Dorminsky. Desde logo, porque o autor não precisa deste livro para ter espaço público suficiente para exprimir as suas opiniões. Mas, mais importante: o livro tem oportunidade porque nos fala sobre a situação político-económica presente (factor 1); porque perspectiva uma saída para a crise (factor 2); porque baseia a sua mensagem na análise do que se passou nos últimos dois anos da vida do País (contexto/circunstância).&lt;br /&gt;É por isso um livro actual. Revejo-me em muitas das opiniões que o Mário Dorminsky expendeu...”&lt;br /&gt;“País em Brasa” é um retrato deste Portugal politicamente em brasa no qual temas recorrentes são as Indústrias do Turismo, as da Cultura e a Regionalização. Será eventualmente um livro efémero porque é opinativo, perspectiva o futuro e reflecte sobretudo sobre o estranho percurso deste País nos últimos dois anos: o final da época Sócrates e os primeiros tempos de Pedro Passos Coelho no Governo. “País em Brasa” tem três textos introdutórios que expressam o pensamento do autor sobre estes assuntos, depois largamente abordados ao longo das páginas.&lt;br /&gt;É um livro que certamente não servirá, não vai servir, a nenhum historiador que pretenda abordar no futuro este período temporal que marca para a posteridade uma das piores crises político/financeiras que Portugal viveu e continua a viver, nestes últimos séculos. &lt;br /&gt;A opção que o autor teve em editar estas crónicas por ordem de publicação no jornal Grande Porto, ajuda também a entender a sua leitura deste período conturbado, com a curiosidade destas surgirem por antecipação ao que, de facto, viria a acontecer. No fundo “País em Brasa” contem em si mesmo, também alguns contributos para o ultrapassar de uma situação que todos pretendemos seja rapidamente colmatada, de forma a podermos reaver a dignidade de cidadãos do Mundo. &lt;br /&gt;O livro encerra com uma crónica ficcionada. Uma ficção que Mário Dorminsky gostava não viesse a ser uma realidade até porque diz na Introdução que “está seguro de que, apesar dos tempos difíceis que vivemos, poderemos, sem sobressaltos de maior, começar a ver a tal “luz ao fundo do túnel” e, passo a passo, atingirmos o nosso objectivo.” &lt;br /&gt;Mário Dorminsky  &lt;br /&gt;Nascido no Porto em 1955. Frequentou Arquitectura. Foi-lhe concedido pelo Estado Português a Comenda das Artes, entre as mais diversas distinções. Foi Fundador da Cooperativa Cinema Novo CRL em 1976 e do Festival Internacional de Cinema do Porto em 1981.&lt;br /&gt;Jornalista desde 1977 em “O Primeiro de Janeiro”, exerceu a profissão até 1991 no “Sete”, “Notícias da Tarde”, ”Jornal de Notícias” e “Comércio do Porto”. Mantém desde 1971 actividade de cronista nos mais diversos órgãos de Comunicação Social. Desde 1991 vocacionou a sua actividade exclusivamente para o cinema, tendo criado duas distribuidoras, participado em júris internacionais de Festivais como o de Cannes e participado em diversos Conselhos Nacionais de referência nas áreas da Cultura e Turismo. Tem editados sobretudo livros sobre cinema entre os quais “Escola de Animação de Zagreb”, “Roger Corman” ou “História do Cinema”. É desde 2005 vereador da Câmara Municipal de Gaia, ocupando os pelouros da Cultura e Turismo.&lt;br /&gt;“País em Brasa” estará nas bancas e nas FNAC´s a partir de 29 do corrente mês.&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-RdrXN3s4Dag/TiDIqfuYZFI/AAAAAAAAAFU/hi_KxQYHBIc/s1600/277078_101953086570402_4257206_n.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="260" width="180" src="http://4.bp.blogspot.com/-RdrXN3s4Dag/TiDIqfuYZFI/AAAAAAAAAFU/hi_KxQYHBIc/s400/277078_101953086570402_4257206_n.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-4223911661673793404?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/4223911661673793404/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=4223911661673793404' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4223911661673793404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4223911661673793404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/07/mario-dorminsky-lanca-pais-em-brasa.html' title='Mário Dorminsky lança “PAÍS EM BRASA”'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-RdrXN3s4Dag/TiDIqfuYZFI/AAAAAAAAAFU/hi_KxQYHBIc/s72-c/277078_101953086570402_4257206_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-9031866235170538877</id><published>2011-07-13T06:54:00.000-07:00</published><updated>2011-07-13T06:54:32.403-07:00</updated><title type='text'>Portugal País de Turismo…Será desta?</title><content type='html'>Eu sinceramente já nem sei muito bem o que hei-de dizer sobre este tema, tantas vezes o abordei que seguramente me repito. O Turismo e o Lazer têm de ser uma das principais preocupações do Estado, até porque, como já se viu pelo programa do PSD/CDS não temos muito mais a que nos “agarrar” no sentido de dar um empurrão à nossa frágil economia. Com uma politica de Turismo capaz e, que não se esqueça de todas as regiões de Portugal – até agora só o Algarve e Lisboa é que têm sido motivo de promoção turística - o Estado poderá, e volto a dizer, reanimar a economia em geral. Fundamental será o investimento que tem de ser feito para a revitalização dos centros urbanos, requalificando-os, facilitando a acessibilidade dos turistas com sinaléticas fáceis e objectivas, dando particular destaque aos nossos centros históricos. Assim conseguiremos, a par de uma politica de transportes eficaz e de boas acessibilidades, o desenvolvimento de um comércio que, também ele se renove, apoiando os pequenos e médios comerciantes, e que transforme as grandes superfícies em elementos de modernidade. Acredito que o caminho para a reanimação económica realista de Portugal, e com resultados materiais rapidamente visíveis, está na análise e compreensão de que um outro futuro passa por um Portugal dinâmico e cada vez mais belo. Um futuro que tem de ser virado para o exterior captando, mais e mais visitantes, para a sua oferta turística através de valências como são a cultura, a natureza ou o desporto. Ou seja, desenvolvendo e incentivando as indústrias da cultura e do turismo. Portugal tem praias que são do Atlântico , tem “resorts”, tem termas, tem montanhas, tem planícies, tem vestígios pré-históricos e de outras épocas, é um país de religião - Fátima é um ícone poderoso - mas tolerante para com todas as religiões, que aliás têm os seus locais de culto próprios. Tem campos de golfe e outros desportos. Na área da cultura, tem eventos de impacto internacional, tem muitos escritores conhecidos no estrangeiro, tem poetas de reconhecida importância internacional, tem música e criadores musicais que ajudam a tornar o nosso Portugal mais conhecido no Mundo.&lt;br /&gt;Na área do desporto, como o têm demonstrado numerosas iniciativas de forte impacto aqui realizadas, temos a capacidade de acolher e organizar eventos capazes de chamar novos visitantes e de ligar esses motivos de interesse a tudo aquilo que já é feito nas valências do turismo e da cultura. O que se faz nestas áreas de actividade tem de ser visto como actividades capazes de atrair novos públicos, de gerar trabalho e receitas. Somos realmente um país de turismo e esta actividade deve ser vista de um ponto de vista de grande indústria (mesmo agora já gera 15% do PIB) e de fundamental interesse público. Para tal são também precisos bons técnicos de turismo – que os há em Portugal – criar rapidamente um plano de acção turístico com metas claras a atingir e promover este país no Mundo através de todos os meios média Mundiais e dos operadores turísticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não são precisas criar muitas comissões especializadas. Tem de se alterar os deficientes e pouco sustentáveis critérios que têm vindo a ser implementados pelo Turismo de Portugal e dar-lhe uma nova perspectiva.  Basta copiar a experiência europeia. Não foi por acaso que desde 2008 as indústrias do lazer foram das mais rentáveis em toda a Europa. No fundo todos seguiram politicas sustentadas de algo que têm sido desde há muito um dos maiores suportes económicos das Américas e da Ásia.&lt;br /&gt;Aliás basta olhar aqui para o lado, o ICEX em Espanha faz isso e teve excelentes resultados. Porque não fazemos o mesmo?&lt;br /&gt;Este Quadro Comunitário tem verbas avultadas para o desenvolvimento do turismo na Europa. Quem está nestes sectores de actividade deve apresentar cada vez mais projectos, tal como fizeram todos os países europeus, em especial, os do Leste. Venham essas verbas, saiba o Governo redistribuí-las pelo País de forma serem bem geridas e aplicadas de forma coerente e seguramente teremos um país novo. Um país que poderá ver aqui mais uma “luz ao fundo do túnel”. O Algarve e Lisboa são apelativos...mas o que temos de “vender” é este Portugal num TODO para que ele fique, cada vez, mais NOSSO e não só da UE!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-9031866235170538877?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/9031866235170538877/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=9031866235170538877' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/9031866235170538877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/9031866235170538877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/07/portugal-pais-de-turismosera-desta.html' title='Portugal País de Turismo…Será desta?'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-1896541538322691241</id><published>2011-07-12T08:16:00.001-07:00</published><updated>2011-07-12T08:16:59.406-07:00</updated><title type='text'>O MACRO PODER DOS MEDIA NA SOCIEDADE ACTUAL</title><content type='html'>Ter informação é ter poder. Que a tornou venenosa. Perigosa mesmo. Como disse há tempos um director de informação de uma televisão portuguesa “podemos eleger ou destruir um governo”. O mesmo acontece com os meios imprensa ou rádio. Basta dar a conhecer uma qualquer “caixa” que mesmo que quem se sentir lesado e tente inverter, clarificar ou desmentir a notícia, tal raramente acontece. O que o cidadão fixa, o que deixa “marca”, é o “choque” provocado pelo título do jornal ou pela notícia que se repete de hora a hora na rádio ou TV. A par dos chamados meios tradicionais, a internet democratizou ainda mais a informação. Leva-a para todo o lado. Para todo o Mundo e em tempo real. Há um potencial de divulgação de conteúdos gigantesco, agora ainda acrescido pelas chamadas “redes sociais” que permitem a propagação relâmpago de conteúdos. Se tal se aplica a tudo o que é notícia, estas linhas vêm a propósito de como pequenas estruturas como as agências de rating norte-americanas estão a destruir a moeda europeia numa clara tentativa de salvar o dólar e uns Estados Unidos da América endividados até ao “tutano”. Aproveitando a situação dramática da Grécia…Portugal “apanhou por tabela” . E, dias depois, Sílvio Berlusconi vem a público falar sobre a necessidade da Itália ter provavelmente de recorrer a empréstimos do Banco Europeu para o equilíbrio da sua dívida externa. Travar essas agências terá de ser feito urgentemente (já o deveria ter sido) pela União Europeia. Houve reacções imediatas desta perante o ataque da Moody´s a Portugal mas, quanto mais tempo demorar uma reacção efectiva da UE, mais economias europeias, como a nossa ou a Espanhola ficarão com as suas “defesas” fragilizadas. Seria bom, por exemplo, aproveitar as declarações desta semana da nova directora do FMI sobre a macro dívida norte-americana…Este não é, em definitivo, o “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley, que em 1932 no livro descrevia um futuro onde a sociedade estaria definitivamente dividida, por castas sociais e manipulação genética. Felizmente que não o é.&lt;br /&gt;Este é o Mundo onde um único acto de injustiça amplificada nos media pode provocar o caos. Este é o Mundo onde a partilha de um vídeo, de uma foto ou de um documento pode mudar tradições milenares, destruir carreiras e reputações, e abalar dogmas. É também o Mundo onde o rumor e o boato ganham mais velocidade. As pessoas têm total acesso à informação. Conforme dá jeito, hoje também é fácil manipular a Opinião Pública ao ponto de esconder a verdade, de a ocultar ou criar factos. Este é o tempo em que o papel do jornalista é determinante no controlo da informação. Na defesa deste Mundo em que vivemos. De outra forma, veremos a nossa tranquilidade transformada num caos de onde será difícil sair.&lt;br /&gt;in Grande Porto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-1896541538322691241?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/1896541538322691241/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=1896541538322691241' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/1896541538322691241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/1896541538322691241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/07/o-macro-poder-dos-media-na-sociedade.html' title='O MACRO PODER DOS MEDIA NA SOCIEDADE ACTUAL'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-4088710261394248772</id><published>2011-07-07T05:04:00.001-07:00</published><updated>2011-07-07T05:04:34.109-07:00</updated><title type='text'>PARA QUANDO UMA NOVA LEI DO MECENATO CULTURAL?</title><content type='html'>Dizia-me um amigo, ainda a semana passada: “quem me dera estar a trabalhar nos Estados Unidos”. Aí o envolvimento das empresas na vida cultural é total. O Estado criou uma “Lei do Mecenato” capaz de atrair a atenção dos privados e, estes aderem com frequência a muitas das propostas que lhe são feitas.&lt;br /&gt;Por cá a situação é aflitiva. Milhares de empresas são “familiares”, sejam elas pequenas ou até médias. Nem sequer contratam um licenciado com o medo que este possa vir a dominar a “sua”empresa. Assim perde-se em qualidade, modernidade, produtividade e imagem. Quanto às grandes multinacionais, estas já só trabalham via Madrid, Paris, Suiça ou Helsínquia (!!) onde centralizam a sua actividade de marketing/imagem e publicidade. A estas empresas, só mesmo grandes projectos internacionais realizados em Portugal é que lhes podem chamar a atenção – um Europeu de Futebol, uma Expo. Mas se virmos bem, nem uma Capital Europeia da Cultura, como Guimarães, os atrai para se envolverem enquanto patrocinadores. E o pior é que estas empresas não estão particularmente interessadas em trabalhar a sua imagem em Portugal...dada a população diminuta que temos. Quanto às empresas portuguesas com algum poder económico, muito embora tenham um tipo de prática próxima das suas congéneres europeias, algumas (poucas) dão uns pequenos passos em relação ao apoio a alguns eventos realizados em Portugal. Talvez essa forma de estar no mercado exista porque há uma maior aproximação aos públicos que pretendam atrair e um maior conhecimento do potencial retorno de imagem que poderão obter. E alguns bons exemplos se podem citar de excelente relação entre empresas portuguesas e eventos. Veja-se a Super Bock e o Fantasporto, um autêntico “case study” para o meio. Mas infelizmente é quase excepção. Ou então a Optimus, a TMN e ultimamente a Sumol, a Delta e a Super Bock com os Festivais de Música de Verão.&lt;br /&gt;E o porquê desta situação? Tal como já em tempos disse…porque é mais fácil para uma agência de imagem ou de marketing fazer uma campanha de meios tradicional, através da rádio, da TV e da imprensa, do que estar a desenvolver acções que implicam “estar no terreno” para tirar o melhor partido possível de imagem do evento que patrocinam. Mas fica aqui mais uma pergunta…estando o Governo a fazer “cortes” em tudo o que pode e, a pobre da Cultura, a manter o seu contínuo digito 0, vírgula qualquer coisa no orçamento, porque é que continuamos a ter uma Lei de Mecenato Cultural que beneficia exclusivamente o Estado, esquecendo totalmente a importância fundamental desta para os produtores culturais privados.&lt;br /&gt;É urgente a criação de uma nova Lei capaz de agradar a esses agentes e sobretudo às empresas de forma às poder cativar para o apoio à Cultura. Quem seria o grande beneficiário desta lei, para além dos próprios eventos? Seria o Estado, que assim poderia reduzir um pouco os seus gastos (melhor dizendo, investimentos) na área de produção cultural. E não nos podemos esquecer que, no fundo, um país, uma cidade…faz-se de cultura!&lt;br /&gt;in Grande Porto 8 Julho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-4088710261394248772?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/4088710261394248772/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=4088710261394248772' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4088710261394248772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4088710261394248772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/07/para-quando-uma-nova-lei-do-mecenato.html' title='PARA QUANDO UMA NOVA LEI DO MECENATO CULTURAL?'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-7739273943888038044</id><published>2011-06-29T06:54:00.000-07:00</published><updated>2011-06-29T06:54:01.995-07:00</updated><title type='text'>UM EIXO DE CULTURA(S)…E TURISMO</title><content type='html'>Há muito que acredito que as zonas transfronteiriças têm de ser geridas com um entendimento claro entre países, melhorando assim consideravelmente as condições de vida de comunidades, que à custa de uma História pejada de conflitos territoriais há muito terminados, trilham percursos separados social e economicamente. Existe assim uma lógica clara na criação do chamado Eixo Atlântico, associação de 34 Municípios do Norte de Portugal e da Galiza que, enquanto estrutura agregadora de experiências funciona igualmente como um lobby das necessidades dos Municípios desta Região Transfronteiriça nas mais diversas valências, inclusivamente na cultura e turismo. &lt;br /&gt;Fora deste âmbito recordo algo que ocorreu ainda este ano e que teve a ver com a Saúde. O Tratado de Cooperação Transfronteiriça entre Portugal e Espanha contribuiu para amainar a contestação das gentes da região de Valença, que se viram privadas das urgências na cidade e que recorreram ao mesmo serviço em Tuí, já do lado de lá da fronteira.&lt;br /&gt;Apesar da distância – ao aceder aos serviços do lado espanhol - não ser relevante, outras questões administrativas, porém, levantam-se quando se trata de serviços cobertos ou não pelo cartão europeu de seguros de saúde. Algo automaticamente ultrapassável com o referido tratado, desenhado e promovido pela entidade Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular.&lt;br /&gt;Tenho conhecimento do fulgor que o Eixo Atlântico pode emprestar aos municípios de fronteira. O meu envolvimento com a estrutura da entidade tem sido de imensa colaboração e, sou naturalmente dos que apoiam as soluções transfronteiriças no cenário sócio-económico da União Europeia. Basta recordar o conceito de eurocidade, que já funciona entre Chaves e Verin. Ambas as comunidades encontram-se praticamente unidas geograficamente e as questões administrativas são resolvidas em conjunto, como se os dois municípios fossem um só. Claro que se podem levantar sempre algumas questões de soberania, mas nada que a diplomacia e o empenho dos visados não resolvam. Aliás basta conhecer o bem-estar resultante desse entendimento.&lt;br /&gt;Já experimentámos, com sucesso, fórmulas de identidade cultural comuns. A montante, pela capacidade de entendimento em projectos culturais transversais, associando experiências e pessoas do Norte de Portugal e da Galiza. Fizemo-lo com a primeira Capital da Cultura do Eixo Atlântico, há um ano e que este mês decorre em Viana do Castelo. E a jusante porque os resultados foram excelentes, provando que as audiências também procuram artes e espectáculos que não são apenas os “impostos” pelas “ditaduras” das televisões ou das campanhas associadas apenas aos grandes nomes do show-business internacional, normalmente conceptualizadas numa lógica britânica ou norte-americana. Sublinho que nada tenho contra estas últimas estéticas. Mas sinto-me responsável enquanto produtor cultural, pela prioridade que devemos assumir quando desenvolvemos projectos no sentido do enriquecimento cultural e intelectual daqueles que nos são mais próximos.&lt;br /&gt;E, numa visão mais global e pragmática, com um País, como Portugal, excessivamente centralizado, sou mesmo adepto dos protocolos, acordos e tratados transfronteiriços. Por exemplo, o Norte português tem encontrado objectivos comuns com a Galiza. Objectivos esses congregados no grupo político e de pressão junto das instâncias europeias a que se denominou Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular. E que, em termos práticos, poderá ser uma das soluções objectivas e mais rápidas no que diz respeito à reestruturação de uma série de serviços públicos de primeira necessidade seja nos transportes, nos acessos, na gestão das cidades, nos mercados, nas redes de cultura que podem permitir para além de um importante intercâmbio cultural, descentralizar e manter vivas as nossas tradições junto das populações dessas regiões.&lt;br /&gt;A criação da “expo cidades”, um evento anual reservado à promoção turística das cidades é também ele, um contributo fundamental para divulgar a cultura, as tradições e promover o Turismo de proximidade. Tudo isto acontece longe das crises instaladas. Tudo isto prova que este Eixo é de facto um factor de ligação entre as populações capaz de dinamizar igualmente os serviços e naturalmente a economia. Não será com exemplos como estes que se pode provar que a regionalização dá também os seus frutos?&lt;br /&gt;in Prize de Julho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-7739273943888038044?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/7739273943888038044/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=7739273943888038044' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/7739273943888038044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/7739273943888038044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/06/um-eixo-de-culturase-turismo.html' title='UM EIXO DE CULTURA(S)…E TURISMO'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-4388342731252399700</id><published>2011-06-28T12:42:00.001-07:00</published><updated>2011-06-28T12:42:54.840-07:00</updated><title type='text'>SAIR DA CRISE…SEM CONVULSÕES SOCIAIS</title><content type='html'>Com a nomeação dos Secretários de Estado, o Governo fica completo. Resta saber o que se vai fazer com os institutos, comissões, fundações, empresas públicas... Estão à vista fusões, a revisão do financiamento dos organismos do Estado, o fim dos recibos verdes, a continuação dos cortes (espero que não muitos!) à Função Pública. Fala-se muito das autarquias virem a ter de reduzir, no seu todo, cerca de 300 milhões de Euros. Fala-se de privatizações…muitas. Concordo plenamente com Luís Filipe Menezes que na RTPn sugeriu esta semana haver privatizações parciais no sentido de se poder tirar mais rentabilização dessas alienações. Enfim,  parece não haver alternativas a estas e a muitas outras medidas violentas que vão atacar a classe média e, espero, também as classes mais abastadas. O acordo com a Troika a tal obriga. Espero que haja um maior (um total) controlo dos impostos a pagar quer pelas empresas, quer pelos trabalhadores que a título individual conseguem muitas vezes fugir às suas obrigações fiscais. Espero um travão nas obras públicas, sobretudo nas megalómanas. Espero que, de uma vez por todas, os portugueses percebam que estamos no limite da bancarrota e que repensem as suas vidas. Espero que se possa reduzir o crédito mal parado e permitir à banca “abrir os cordões à bolsa”, garantindo a quem quer pôr a economia a funcionar em pleno e criar emprego, as condições para o fazer. Espero que todos nós (e particularmente os representantes dos trabalhadores) compreendamos a situação em que o país se encontra e que não entremos em convulsões sociais, obrigando-nos depois a pagar as quebras de produtividade a que essa situação leva…a Grécia não é exemplo para ninguém…Mas espero sobretudo, que, e em contrapartida, o Governo dê o exemplo. Espero que este aposte em áreas que têm tido uma continuidade de investimento em Portugal, como é o caso do Turismo e do Lazer, chamando assim mais visitantes a Portugal, permitindo um crescimento dos serviços e a circulação do dinheiro que o País precisa para fazer crescer a sua economia. Que aposte nas tecnologias, não deixando fugir para o estrangeiro aqueles que mais valor têm. Que aposte nas indústrias que têm sido o suporte da nossa débil economia com as suas exportações. Que não haja facilitismo nos despedimentos colectivos, como parece estar a acontecer nos estaleiros de Viana, e que garanta junto dos nossos parceiros europeus que empresas como esta possam voltar a ter o impacto na nossa economia que sempre tiveram. Que aproveite o estranho repto que a UE lhe fez de olhar de novo para o mar e incentivar as pescas e de olhar para o interior garantindo uma agricultura renovada - isto apesar dessa mesma EU ter sido a responsável pelo seu quase desaparecimento. Que repovoe o país aproveitando todo o seu potencial. Que dê apoio às pequenas e médias empresas de forma a que estas não fiquem estranguladas e o desemprego não aumente ainda mais. Que dê o exemplo a todos nós, de forma a que todos nós sintamos que estamos a trabalhar para um desígnio nacional - sair da crise em que nos encontramos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-4388342731252399700?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/4388342731252399700/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=4388342731252399700' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4388342731252399700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4388342731252399700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/06/sair-da-crisesem-convulsoes-sociais.html' title='SAIR DA CRISE…SEM CONVULSÕES SOCIAIS'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-1521359629438052491</id><published>2011-06-22T06:21:00.000-07:00</published><updated>2011-06-22T06:21:11.446-07:00</updated><title type='text'>QUEREMOS ACREDITAR MAS PRECISAMOS DE VER “A LUZ AO FUNDO DO TÚNEL”</title><content type='html'>Nos últimos tempos tenho abordado alguns temas que julgo importantes neste “Grande Porto”. Não me esqueci da minha luta pela regionalização nem dos contributos que muitos deram e têm dado para esta importantíssima decisão que os portugueses deveriam fazer através de um novo referendo. Não me esqueci dos mercados paralelos que emergem desde há meses em Portugal nem sequer da necessidade de consumirmos cada vez mais, ou até sempre, produtos nacionais. Não me tenho esquecido das pescas e da agricultura, algo de fundamental para a produtividade deste país que viu, com a sua entrada na então CEE, limitações de todo o tipo quer fizeram desmembrar a já de si débil situação em que estas áreas estavam. Não me esqueci de referir a necessidade de uma reestruturação urgente da estrutura politico administrativa portuguesa, algo que agora num período de tempo demasiadamente curto terá de ser feita (até Junho de 2012), sendo algo que terá de ser feito com extremos cuidados sobretudo pela autêntica guerra civil que pode surgir devido à redução das freguesias e das cidades muitas delas dominadas por um clientela politica que mais não quer do que manter o seu “poder” local. Não me esqueci da necessidade do repovoamento deste país e das vantagens que teríamos em pensar que, se apostarmos na fronteira com a Espanha, é meio caminho andado para o aumento de produtividade do país. Não me esqueci do fecho das pequenas e médias empresas e logicamente do desemprego que tal origina, sobretudo devido ao facto da banca ter praticamente deixado de lhes garantir empréstimos, por pequenos que fossem. Não me esqueci de defender um serviço nacional saúde compatível com as possibilidades financeiras de cada português. Do ensino público. Do apoio social aos mais desprotegidos e aos mais idosos. Não me esqueci dos jovens, sobretudo dos que terminaram os seus cursos superiores, que não nem têm portas abertas ao mercado de emprego sendo muitas vezes obrigados a emigrar. Não me esqueci da habitação e das limitações que, novamente a banca, tem criado à aquisição de casa nova, especialmente pelos mais jovens. Não me esqueci dos funcionários públicos que têm vindo a ver nos seus recibos de vencimento os “cortes” que têm tido nos seus salários, não sendo estes responsáveis pela má gestão do país nos últimos anos. Não me esqueci de abordar a força da web no “passar” da mensagem e da importância que esta tem na chamada Globalização. Não me esqueci da Cultura e que sem ela continuaremos a viver na ignorância, não veremos o nosso Património recuperado, que esta representa 0, 7 do PIB nacional e que juntamente com o Turismo chega aos 15% desse PIB sendo claramente uma das maiores Indústrias portuguesas. Não me esqueci de lembrar aos responsáveis por este país que, ou actuamos rapidamente nesta área ou perdemos a hipótese de competir a nível europeu com os outros países, especialmente coma Espanha que continua a criar condições para a sedimentação daquela que já é a segunda Industria do País entrelaçando Cultura e Turismo o que fazer crescer exponencialmente o sector dos serviços e permite a criação de milhares de postos de trabalho. Não esqueci de abordar muitas vezes o tema do Turismo não de uma forma teórica mas pragmática mostrando pela evidência que é nessa área que são feitos os poucos investimentos que os privados têm realizado em Portugal. Não me esqueci de referir que o crédito mal parado nos bancos tem a única solução de se reverem os escalões do IRS, até porque quem pediu empréstimos se teria possibilidade nessa altura de os pagar, tal não acontece agora. Não me esqueci de referir que o subsídio de desemprego é muito baixo. Não me esqueci de referir que Portugal mais parece um país do Terceiro Mundo em que os ricos estão cada vez mais ricos e os pobres…são realmente cada vez mais pobres e começam a absorver a chamada classe média portuguesa. Não me esqueci de referir que Portugal que este novo Governo terá mesmo de renegociar a dívida, em particular os elevadíssimos juros que vamos ter de pagar por este último empréstimo da ECOFIN. Não me esqueci de dizer que ainda nos sentimos portugueses e temos orgulho nisso mas que a classe política tem de ser a primeira a dar o exemplo e gerir o País de uma forma transparente para que possamos ver uma luz ao fundo do túnel. Não me esqueci…por favor lembrem-se disto (apesar dos PEC´s), não podemos continuar a perder continuamente o poder de compra. Isso acontece na Grécia e o dinheiro não circula e…quando tal acontece a economia pára e sendo assim entramos na bancarrota de vez…&lt;br /&gt; Desejo o melhor a este novo Governo mas não se esqueçam que Portugal é um diamante em bruto e que tem de ser lapidado rapidamente para que a nossa produtividade possa aumentar e, em conjunto com um Governo credível, colocar Portugal no patamar em que estava para que possa merecer a confiança dos mercados e a nossa economia possa realmente crescer.&lt;br /&gt;in Grande Porto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-1521359629438052491?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/1521359629438052491/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=1521359629438052491' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/1521359629438052491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/1521359629438052491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/06/queremos-acreditar-mas-precisamos-de.html' title='QUEREMOS ACREDITAR MAS PRECISAMOS DE VER “A LUZ AO FUNDO DO TÚNEL”'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-7920116623669978692</id><published>2011-06-16T00:51:00.001-07:00</published><updated>2011-06-16T00:51:50.244-07:00</updated><title type='text'>NÃO SE ESQUEÇAM…CULTURA E TURISMO REPRESENTAM 15% do PIB!</title><content type='html'>Apostar no crescimento do Lazer de forma a poder garantir o crescimento das empresas através da interligação entre a Cultura e o Turismo é um dos principais desígnios deste País. &lt;br /&gt;A Espanha, em menos de 15 anos, decidiu apostar na ligação da Cultura com o Turismo criando um Indústria que é agora a segunda mais importante desse país, algo que aliás já acontece na maioria dos países europeus e norte-americanos. Promove os eventos, as cidades, no fundo os destinos turísticos em que vale a pena apostar. Numa interligação dinâmica entre o Ministério da Cultura e o da Economia pôs de pé uma forte indústria do lazer sendo actualmente um dos destinos turísticos mais importantes da Europa. Fez assim crescer o comércio, diminuir o desemprego e garantiu dinheiro a circular. &lt;br /&gt;Depois de ler e reler os programas dos partidos políticos para as últimas legislativas estas valências quase não são referidas. Pena é que em Portugal se continue a pensar na cultura como “gastar” e não como “investir” sendo-lhe atribuídos orçamentos de 0,000000 qq coisa. No entanto é estranho ver o Estado apoiar uma qualquer empresa estrangeira para produzir componentes automóvel. A razão dada é sempre a mesma: é mais importante apoiar uma indústria tradicional do que promover a imagem de um Portugal culto e turístico que faça crescer rapidamente a sua área de serviços e logicamente o emprego. &lt;br /&gt;Mas, o que tem de se dizer claramente é que a Cultura é uma Indústria e, muito importante para o país. Gera 0,7 % do Produto Interno Bruto Nacional, um valor superior às muito subsidiadas indústrias, como a dos têxteis ou a já referida automóvel.  E o Turismo gerou em 2010, 14,4% do PIB. Juntos são mais de 15%!&lt;br /&gt;Este não prestar de atenção à Cultura e ao Turismo até faz jus à lógica centralista deste minúsculo país chamado Lisboa (quando é que as assimetrias acabam de vez?) e que vive à custa daquilo a que denomina de “paisagem”. Aí Lisboa tem razão. Temos paisagem, património, temos boa gastronomia, bons vinhos, sabemos receber, criando uma excelente imagem a quem nos visita. Tudo isto é objectivo , está testado e provado. &lt;br /&gt;A culpa de toda esta situação em que vivemos é também de todos nós, sobretudo daqueles que vivem na “paisagem”. Quando vemos que perdemos de facto todo o poder politico (não temos qualquer voz a nível nacional), que deixamos quase de poder concretizar projectos culturais autónomos (exportamos os criadores normalmente para o estrangeiro) que perdemos por completo o poder económico (as sedes das grandes empresas que estavam sediadas a Norte saíram para o tal micro país) , é natural que eventos de grande dimensão, sejam marginalizados quer pelo Estado, quer pelas agências de publicidade e pelos seus cada vez mais jovens, pouco informados e facilmente manipulados marketeers que controlam as contas de publicidade das grande empresas capazes de patrocinar, tal como acontece “lá fora”, a Cultura. Mas esta “paisagem” que é também o país do desemprego, o país dito subsidio dependente é afinal o país quem subsidia largamente a macro centralista Lisboa. &lt;br /&gt;Insistir em fazer cultura no Norte, uma das regiões mais pobres da Europa da UE, é uma questão de princípio. É uma questão cultural, de formação...de educação. É o anti-oportunismo politico partidário. É ser independente. É também, num país como este, ser quase masoquista - mas é uma forma de independência total dos lobbys dominantes e de liberdade de expressão. Curioso  é também que, quem se mantém nesta “paisagem” e que tem algum poder utilize sempre a chamada “crise” para justificar tudo, particularmente a sua não intervenção na cultura. Aí o totalmente disperso e inconsequente poder politico existente a Norte também copia o Governo nos seus orçamentos para a Cultura…recados à parte, só no resta dizer: pensem, discutam, arranjem soluções. Todos nós já damos o que temos e, quase o que não temos, para que este país se mantenha à tona. Cumpram a vossa parte deste acordo que fizemos desde 1974, que é a democracia. Mas haja esperança. Com o apoio e iniciativa de alguns poucos com visão..até poderemos chegar longe, isto porque Portugal...será sempre o nosso País, de que muito nos orgulhamos.  &lt;br /&gt;in Grande Porto 16/06&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-7920116623669978692?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/7920116623669978692/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=7920116623669978692' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/7920116623669978692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/7920116623669978692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/06/nao-se-esquecamcultura-e-turismo.html' title='NÃO SE ESQUEÇAM…CULTURA E TURISMO REPRESENTAM 15% do PIB!'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-9072500716845100547</id><published>2011-06-08T10:10:00.000-07:00</published><updated>2011-06-08T10:10:45.889-07:00</updated><title type='text'>“ESTÁ NA HORA DE MUDAR” NÃO PODE SER SÓ UM SLOGAN</title><content type='html'>Afinal quem tem mesmo razão é sempre o povo. Sabe premiar e sabe castigar. Não são precisas manifestações de rua, ocupação de praças ou outras formas de luta quando, através do voto, se torna clara a forma de pensar da população portuguesa. Eu sei que a abstenção foi elevada e que tal representa descontentamento, mas não creio que desinteresse. Quem votasse normalmente PS e não quisesse dar ao PSD ou em um outro qualquer partido uma oportunidade para gerir o País seguramente que ou faria, como cerca de 250 mil portugueses votava “em branco” ou nem sequer punha os pés numa qualquer secção de voto. Eu sei que vivemos o tempo da “geração à rasca”. Eu até diria da “população à rasca”. Eu sei que o desemprego aumenta assustadoramente, que a classe “média” está a desaparecer e a ter dificuldades para manter as suas despesas do quotidiano, que a situação das famílias, particularmente nos próximos tempos, ainda vai piorar. Eu sei que vamos ser julgados e controlados regularmente pelos nossos credores em função de novas lógicas (esperemos) de governação que teremos. Eu sei que PSD, PS e CDS assinaram um “contrato” com a Europa e o FMI que tem de ser cumprido rigorosamente. Eu sei que a responsabilidade está agora nas mãos dos nossos governantes para reduzir a dívida de um Estado em vias de “bancarrota”. Mas acredito. Acredito que a classe política que vai tomar as rédeas do poder e, a que fica agora na oposição, tem consciência disso e que não pode, nem quer, destruir o País. Não irá querer manter as assimetrias cada vez mais evidentes no território nacional. Que vai lutar para garantir que haja mais equilíbrio nas contas públicas. Que, tal como os cidadãos, também o Estado vai ter de “apertar o cinto”. Eu sei que esse apertar de cinto pode fazer crescer a economia se, também os bancos, forem obrigados a garantir às pequenas e médias empresas capacidade financeira para criar emprego, para garantir um gradual maior equilíbrio entre os que ainda podem pagar a crise e aqueles que caminham para a pobreza. Eu sei que os portugueses quiseram dar uma oportunidade ao PSD. Que quiseram ter um jovem que arregaça as mangas para “gerir” este País. Um jovem que tem de constituir um governo capaz. Politicamente e tecnicamente. Um Governo que garanta aos portugueses uma “transparência” na sua governação capaz de nos permitir perceber que irá haver luz ao fundo do túnel. Que vale a penar esforçarmo-nos por produzir mais. De exportar mais. De voltarmos a ter vontade. Vontade de, em conjunto, reconstruirmos este Portugal. A primeira coisa a fazer será o tentar renegociar do empréstimo da EU/FMI de forma a que as medidas a tomar nos próximos tempos não sejam tão duras, como é previsível pelo acordo actual. Acredito que se vai olhar de  para a globalidade do País e não só para Lisboa garantindo que este possa ser de novo repovoado. Que terá de ser aproveitada a nossa fantástica forma de saber receber quem nos visita e o lindíssimo país que temos para criar um plano turístico à sua medida, que terá de ser acompanhado por um crescente aumento de programas de impacto nas áreas do lazer e cultura capazes de atrair ainda mais turismo. Claro que há a agricultura e as pescas para serem revitalizadas. Que o ensino é fundamental para as gerações futuras não cometerem os erros do passado. Que a saúde seja tratada como se de um bem de primeira necessidade se tratasse ou que a justiça seja célere e eficaz. Até porque é “justo” que este povo que sempre deu o melhor de si possa voltar a ter o seu Portugal. &lt;br /&gt;in Grande Porto de 9/06&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-9072500716845100547?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/9072500716845100547/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=9072500716845100547' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/9072500716845100547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/9072500716845100547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/06/esta-na-hora-de-mudar-nao-pode-ser-so.html' title='“ESTÁ NA HORA DE MUDAR” NÃO PODE SER SÓ UM SLOGAN'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-2428195732175552835</id><published>2011-06-04T15:21:00.000-07:00</published><updated>2011-06-04T15:21:33.504-07:00</updated><title type='text'>VENCER ELEIÇÕES ATRAVÉS DA INTERNET</title><content type='html'>No Domingo vamos votar. Desta vez não é só um acto cívico. É a nossa única forma de, em democracia, podermos levantar a nossa voz contra a situação a que os nossos governantes levaram este país. Nesta campanha gastou-se claramente menos dinheiro do que é habitual. O contacto directo, rádios e TV´s mais o trabalho jornalístico feito pela comunicação social escrita ou online foram os suportes para passar a mensagem. As redes sociais, em particular o Facebook, também tiveram um papel fundamental no levar aos portugueses uma campanha que, eu diria, muito de “gabinete” até porque foi através da Web que ela mais se fez sentir. O fenómeno online como meio de comunicação já tem anos mas, está cada vez mais forte e chega a um maior número de portugueses. Recuando um pouco no tempo pode-se dizer que quando a Web passou a poder comunicar também através de imagem tudo mudou. É a informação na hora e a interactividade que define o que se veio a chamar de Web 2.0, “palavrão” avançado por um norte-americano, creio que em 2005 que, admito, não passe de uma “nova” denominação para o natural crescimento e diversificação de suportes dessa mesma Web. De qualquer forma, se olharmos para esta área hoje em dia, sentimos que é cada vez maior a dependência dos cidadãos por este meio e, tal como disse “porque, por ali, passa o conhecimento” ao preço de um “click”. Os jornais deixaram praticamente de se vender devido às suas versões online, as empresas discográficas ou videográficas, editoras têm os dias contados – canais de TV, filmes recentes, jogos de video ou livros são de acesso directo na Web e, nos seus mais diversos suportes, desde o computador tradicional aos Ipod´s, passando até pelos telefones. Antes de um filme estrear nas salas já é possível fazer um download do mesmo. Tudo está na Web. E se para a politica este é um meio fundamental de comunicação é importante pensar na reconversão obrigatória das empresas que produzem produtos culturais. É um tema na ordem do dia até porque a Sony chegou a fazer um seminário durante o Festival do Filme de Cannes no qual anunciava para 2013 a existência de um suporte único para o audiovisual no sentido de combater a Web e poder manter a sua capacidade de retorno financeiro para os investimentos feitos nos seus conteúdos. Anunciava já a gravação digital numérica, algo que seria impossível de “piratear”e que estaria à disposição dos cibernautas, mas a pagar.  Empresas várias, incluindo os jornais, rádios e TV´s, criadas no seio da Web e produtos emergentes de grandes multinacionais começam também a vender “som” e “imagem”. Nos livros, o “e-book”, parece ter futuro, sendo mais um avanço tecnológico. Para concluir a Web 2, se assim lhe quisermos chamar… passou a ser o suporte de acesso à informação e à cultura. À democratização do conhecimento. É algo de extraordinário, mas socialmente está a provocar o caos junto de todos aqueles que tinham os seus empregos nessas áreas. A tecnologia leva naturalmente à redução de funcionários…resumindo…também aqui há mais desemprego…&lt;br /&gt;in Grande Porto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-2428195732175552835?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/2428195732175552835/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=2428195732175552835' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/2428195732175552835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/2428195732175552835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/06/vencer-eleicoes-atraves-da-internet.html' title='VENCER ELEIÇÕES ATRAVÉS DA INTERNET'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-4873007220490360628</id><published>2011-06-04T15:18:00.001-07:00</published><updated>2011-06-04T15:18:59.258-07:00</updated><title type='text'>O QUE É NACIONAL É BOM!</title><content type='html'>Quando entro num supermercado ou, numa qualquer outra grande área comercial, deparo-me com a existência de muitos produtos importados de todo os cantos do Mundo. Não são muitos, os de origem portuguesa, os que por ali se podem encontrar . Poder-se-á dizer, e como razão…vivemos numa economia global. Quem vende procura o mais barato e coloca os produtos à disposição de forma a cativar, através do preço, os compradores. Quem sai beneficiado é o consumidor final mas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos momentos difíceis e com tendência para piorar. Já há alguns anos que as cadeias de supermercados criaram os seus “produtos brancos”. São cada vez mais. Pelo que consta quem os produz são empresas portuguesas de qualidade que assim garantem, para além da venda destes, a colocação nas grandes superfícies dos seus produtos de marca em condições mais favoráveis. Garantem também a manutenção dos postos de trabalho, rentabilizando o potencial de produção que possuem. Mas se tal acontece com as grandes empresas capazes de fazerem estes negócios, as mais pequenas são autenticamente destruídas mandando os seus trabalhadores para o desemprego. Estranho Mundo este em que vivemos! No entanto há ainda quem lute para combater estes hábitos que os portugueses foram adquirindo da ida às grandes superfícies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao falar das cadeias de supermercados em Portugal tenho consciência que estas são os autênticos “papões” da pequena mercearia, do pequeno comércio que pouco se readaptou aos tempos que correm. Mas há ainda quem sobreviva. São normalmente estruturas familiares e, desde que consigam pagar a renda das lojas são, também eles, consumidores finais. Vão às grandes superfícies e compram os produtos que mais vendem. Mesmo assim têm um problema grave, não podem adquirir os tais produtos brancos dada a exclusividade da sua venda nos supermercados. Assim muitos vão a Espanha e “entram” no mercado paralelo adquirindo produtos a preços mais baixos para poder fazer “concorrência” e garantir a manutenção dos seus clientes. Outras pequenas lojas de serviços de primeira necessidade especializaram-se. São pomares e vendem o que produzem, são frutarias e fazem o mesmo. Estas até conseguem mesmo ter sucesso. Muitas vezes são produtos biológicos e atraem naturalmente mais os consumidores. Não são muitas mas, outras pequenas lojas de serviços, trazem de vários pontos do país produtos de qualidade. Não serão lojas gourmet mas, muitas vezes, conseguem garantir clientes fieis que vão comprar os seus queijos, enchidos ou salgados, estes últimos feitos por particulares, e que conseguem vender por preços competitivos. Ainda com engenho pequenas lojas situadas em grande áreas habitacionais montaram serviços de venda de refeições para “fora”. Nos tempos que correm e, não exagerando nos preços, são também pequenas “empresas” que conseguem rentabilizar a sua actividade e até, criar alguns postos de trabalho. É uma autêntica luta diária pela sobrevivência, uma espécie de “David contra Golias” que estes pequenos comércios têm de fazer às grandes superfícies. Claro que para isso é necessário trabalhar muitas horas por dia e, mesmo assim, a vida não é nada fácil para eles. Mas honra lhes seja feita…produzissem assim todos os portugueses, vendêssemos mais produtos nacionais, gastasse menos o Governo e Portugal, sim Portugal, poderia mesmo “sair” desta crise num muito mais curto espaço de tempo do que se prevê.&lt;br /&gt;in Grande Porto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-4873007220490360628?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/4873007220490360628/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=4873007220490360628' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4873007220490360628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4873007220490360628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/06/o-que-e-nacional-e-bom.html' title='O QUE É NACIONAL É BOM!'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3059106675624226830</id><published>2011-05-19T07:28:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T07:28:04.240-07:00</updated><title type='text'>GLOBALIZAÇÃO – TAMBÉM UMA ARMA DE MARKETING</title><content type='html'>Inventou-se, não há muito tempo, um termo muito peculiar: “globalização”. Esta denominação emerge do aparecimento da internet e, traduz-se num Mundo em que a informação circula, facilitando o livre acesso ao conhecimento, à notícia, à imagem em tempo real. Depois veio à tona outro chavão: “economia global”. Estas terminologias vieram a transformar o Mundo tal como o conhecíamos e permitir aquilo a que se pode chamar uma autêntica “guerra” económica, emergente não de teorias políticas mas de conceitos de “marketing” bem sustentados e aparentemente credíveis. A liderança de todo este “jogo” parte dos Estados Unidos ou não fossem eles especialistas em desenvolver e aplicar as novas tecnologias ao serviço do que quer que seja.&lt;br /&gt;Entretanto na Europa surge a velha CEE, actual União Europeia, um bloco aparentemente de parcerias a nível politico que, ao criar a chamada “moeda única”, o Euro, rapidamente se tornou num espaço económico para lutar contra as investidas contínuas de um dólar em queda, sobretudo por influência do crescimento das economias orientais, em particular a chinesa e japonesa. Estas economias começaram a ameaçar os Estados Unidos, ou melhor muitas das suas grandes empresas, ao adquirir  fortes participações no capital das mesmas, fazendo tremer a sua balança comercial e a sua moeda. Pouco tempo depois na América Latina surge timidamente o Mercosul uma versão da CEE, mas já virado exclusivamente para a defesa das frágeis economias dos países que o constitiuiram. Foi um projecto falhado até porque não conseguiram implementar politicas económicas comuns, mas a ideia era a mesma da criação da CEE: defenderem-se do ataque norte-americano, emergente de politicas dominadas por Wall Street, com a conivência do Governo norte-americano e, o apoio das chamadas “agências de rating”. Estas, aproveitando um certo descontrolo e sobretudo as assimetrias económicas dos países europeus e da América Latina “atacavam”, com estratégias bem definidas através de “classificações” por elas próprias criadas, as várias economias mundiais. Muito ajudadas pelos Media norte-americanos que divulgavam amplamente esses “estudos” das agências de “rating”, levavam a que essa informação, aparentemente séria, fosse difundida pelo Mundo através da Internet sendo rapidamente aproveitada por todos os meios de comunicação. Sedentos de conteúdos os Media iam publicando de uma forma alarmista toda essa informação como se de total “verdade” se tratasse. Autêntico ”marketing económico” obrigava assim os países “mais fracos” a ver limitada a sua acção e influência politica e económica. Poder-se-á dizer que estas agências já existem há muito tempo e que a sua influência a nível Mundial já existia. É um facto. Mas com a tal “globalização”,  a penetração destes conteúdos, sobretudo através da Web, levou a que a sua influência passasse a ser muito ampla até porque os seus “estudos” já não eram só do conhecimento dos Governos e de alguns economistas, como também do comum dos cidadãos que facilmente acedia a essa “informação”. &lt;br /&gt;Assim se vem fazendo a “guerrilha económica”. Assim os norte-americanos tentam “atacar” as moedas Mundiais mais fortes. Assim se criam crises como a que vivemos pelo descontrolo dos Governos mais frágeis na gestão dos seus países. Assim também se tornam claras as fragilidades económicas de cada país. Assim também “descobrimos” a realidade do nosso Portugal…&lt;br /&gt;Mário Dorminsky in Grande Porto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3059106675624226830?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3059106675624226830/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3059106675624226830' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3059106675624226830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3059106675624226830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/05/globalizacao-tambem-uma-arma-de.html' title='GLOBALIZAÇÃO – TAMBÉM UMA ARMA DE MARKETING'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-6933418067922345517</id><published>2011-05-13T09:47:00.000-07:00</published><updated>2011-05-13T09:47:07.960-07:00</updated><title type='text'>QUEREMOS SABER O QUE SE PASSA COM ESTE PAÍS?</title><content type='html'>Não quero meter o “bedelho em seara alheia” mas, sinceramente não sei o que se passa neste momento com as estruturas de comunicação e de marketing político. Estas foram seguramente criadas ou contratadas pelos principais partidos políticos para esta a campanha eleitoral que, alias, já vai em velocidade de cruzeiro. Os partidos dependem delas como de “pão para a boca” dado que se trata-se de uma área fundamental, particularmente na politica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que não tenha sido possível contratar os ”tradicionais” técnicos estrangeiros para o efeito devido a restrições financeiras temos em Portugal e, mesmo dentro dos partidos,  gente com grande capacidade nesta área. No fundo o que têm de fazer é o estudo aprofundado das formas de comunicar de forma a fazer passar uma (a) mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou nenhum especialista nesta vertente mas há coisas básicas que não se podem fazer e que prejudicam violentamente essa comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mais importante é que é preciso ter sempre em conta a antecipação da notícia, daquilo que pretendemos transmitir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica sempre a “ganhar” quem for o primeiro a “lançar a farpa”. A resposta, por muito pomposa que possa ser, já não tem o mesmo impacto na comunicação social. Passa muitas vezes desapercebida e não chega aos destinatários, neste caso, a população em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem de ser falar por “slogans” e frases curtas para as televisões. Quem ouve, só fixa “chavões”. Memorizam-se muito mais facilmente do que os discursos, por mais pedagógicos que eles possam ser. O sistema “cassete”, como utiliza e muito bem, o PCP, é cada vez mais útil e já está a ser copiado por outros partidos. O conceito a transmitir tem de ser curto, incisivo, fácil de captar…e, tanto se repete que, mesmo que seja uma inverdade (uma mentira pura e simples…), quem a diz insistentemente, chega ao ponto de até se acreditar nela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou aqui falar sobre a comunicação, partido a partido, mas é óbvio que, se uns fizeram “o trabalho de casa”, outros ainda estão muito atrasados como se tem visto sobretudo nos debates televisivos. Clara é lógica comunicacional de José Sócrates…leva “estocadas de morte” de Paulo Portas ou de Francisco Louçã e sai do estúdio dizendo à Comunicação “ganhei claramente o debate”. Independentemente do que se tenha passado durante aqueles 40 minutos antes o que os Media vão dizer é que “Sócrates diz que ganhou o debate” e o seu oponente, perplexo, por muito que possa tentar esgrimir argumentos já não vê a sua mensagem “passar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Culpa da Comunicação Social? Sim. Mas o que também é importante e é fundamental é conhecer o meio e os timings para “comunicar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comunicar em politica é também falar a uma só voz. A voz do líder tem de ser reproduzida até à exaustão sem que areia alguma se interponha na mensagem a transmitir. Mas nem todos fazem isso e falham, também aí, na mensagem a transmitir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contacto directo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho porta a porta, de feira em feira, continua a ser fundamental. É o contacto directo. É a forma de os políticos se darem  a conhecer “ao vivo” – a sua imagem televisiva não é seguramente igual da do “frente a frente”. Inaugurações ou eventos de cariz mais elitista ou dirigidos a militantes, não têm efeito algum em termos políticos numa campanha porque, quem lá está, já sabe em quem vai votar. Pode aproveitar-se é os segundos que as TV´s às vezes proporcionam antes ou depois dessas acções para com frases curtas, com os tais “chavões” dizer “mais do mesmo”. Tal é importante porque, já lá diz o ditado popular, “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As acções de rua, muitas vezes apelidadas de “arruadas”, só conseguem efeito se bem preparadas e têm de ser anunciadas não só junto da Comunicação Social mas sobretudo junto da população. De um Povo que está cada vez mais afastado dos políticos e que os “mede” a todos pela mesma “bitola”. Sabendo-se da nossa tendência e quase desígnio de aceitar facilmente o “quanto mais me bates, mais gosto de ti”(!) quando há políticos que são ou se consideram “diferentes,” estes têm de fazer sentir essa diferença no contacto directo com os eleitores particularmente junto dos mais “indecisos”. E onde estão eles? Pela lógica nas classes mais atacadas no seu dia a dia pelas medidas várias dos diversos PEC´s.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As classes media alta e alta já sabem em quem vão votar ou até, se vão votar em branco. Serão os outros, a maioria de nós, particularmente a classe média e aquela que perdeu capacidade para “aguentar” este novo dia a dia, aqueles para quem a atenção dos partidos tem de ser dirigida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há outras coisas…haver muito cuidado a comentar as sondagens que por aí proliferam. “O resultado? Só no fim do jogo” já dizia um conhecido jogador de futebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta contra a abstenção e o voto em branco é igualmente fundamental porque influencia profundamente  os resultados de umas eleições como estas que aí vêm. Sabe-se de antemão quais os partidos mais beneficiados com uma fraca votação dos portugueses no próximo dia 5 de Junho. Já há estudo sobre isso. São os do bloco central do espectro politico português…mas também nunca se sabe o que os portugueses podem fazer num dia de sol…até poderão ir votar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo, o que temos visto e ouvido nesta campanha eleitoral? Pouca informação objectiva, clara, transparente. Algo de fundamental quando sabemos, que não tivemos acesso a ela durante muitos anos em Portugal. Queremos saber qual é o verdadeiro Estado da Nação e se há de facto alguma “luz ao fundo do túnel”. Esta é a contrapartida que nos têm de dar para garantir o “esforço” que estão a pedir a todos nós e a nos OBRIGAREM a votar conscientemente em 5 de Junho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-6933418067922345517?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/6933418067922345517/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=6933418067922345517' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6933418067922345517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6933418067922345517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/05/queremos-saber-o-que-se-passa-com-este.html' title='QUEREMOS SABER O QUE SE PASSA COM ESTE PAÍS?'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-1321897142740575000</id><published>2011-05-06T07:17:00.001-07:00</published><updated>2011-05-06T07:17:09.103-07:00</updated><title type='text'>LUTAR PELA CULTURA É UM DESÍGNIO NACIONAL</title><content type='html'>Anda na internet, em particular no Facebook, um logótipo que relembra uma das valências mais importantes de qualquer País civilizado: “Lutar pela Cultura”, diz. Parece que já nos esquecemos que é a Cultura que permite manter a identidade de um Povo. Eu sei que vivemos tempos difíceis. Tempos em que os portugueses sentem no dia a dia as dificuldades de sobreviver aos cortes que, Governo e agora União Europeia e FMI, fizeram e vão ainda fazer no “Estado Social”, terminologia sempre teoricamente defendida por todos os partidos políticos. Quando falo em “Estado Social” falo na manutenção das condições de vida que cada português tem de ter para poder sobreviver às políticas desastrosas dos nossos Governos desde 2001, altura em que a dita “crise” se começou a fazer sentir. Não houve coragem nas alturas próprias para analisar a situação económico-financeira do País e, particularmente nos últimos 6 anos controlar o descontrolo total das contas públicas e que nos colocaram na situação presente. Agora só temos duas alternativas: ver tudo a ruir como um autêntico "baralho de cartas" ou "arriscar". Lutar contra a situação que se vive é a única lógica existente. Lutar pela nossa dignidade com a nossa Cultura. Referindo-me à Cultura numa altura como esta parece estar completamente afastado da nossa realidade, mas não. A cultura é uma das poucas coisas que nos resta para dizermos que somos portugueses de alma e coração e que preserva o nosso SER. Vivemos num país em que os nossos governantes, desde sempre, olham para a denominação “Cultura” como algo elitista, que não dá votos, algo que não interessa para nada. Daí os orçamentos miseráveis que sempre temos tido a nível de Governo e autarquias, para essa valência fundamental do nosso quotidiano, sobretudo nos tempos que correm. No entanto, a Cultura é uma Indústria e forte. Gera 0, 6 % do Produto Interno Bruto Nacional, um valor superior às muito apoiadas e subsidiadas indústrias dos têxteis ou a automóvel. Se à cultura anexarmos a indústria do Turismo, atingimos actualmente cerca de 3% do PIB e, se percebermos que essa fusão proporciona um crescimento significativo dos Serviços poderíamos também ver diminuir o número de falências de empresas no sector, a natural manutenção de emprego e, até o seu crescimento. Há mais de vinte anos que, por toda a Europa as Indústrias da Cultura e do Turismo, têm sido uma solução óbvia para o fortalecimento do PIB. A criação de uma política sustentada nessas valências faria crescer obviamente a nossa economia Afinal sempre vale a pena apostar na Cultura...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-1321897142740575000?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/1321897142740575000/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=1321897142740575000' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/1321897142740575000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/1321897142740575000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/05/lutar-pela-cultura-e-um-designio.html' title='LUTAR PELA CULTURA É UM DESÍGNIO NACIONAL'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-8644253626324625076</id><published>2011-04-29T09:58:00.001-07:00</published><updated>2011-04-29T09:58:41.379-07:00</updated><title type='text'>UM DIAMANTE EM BRUTO</title><content type='html'>Portugal é um diamante em bruto. É um país que geograficamente é porta de entrada na Europa das Américas e da África. Está no centro do Mundo! Tem história. Teve poder. Descobriu as Américas, África, passou pela Ásia. Teve e tem países amigos que já fizeram parte de um Portugal rico e próspero. Está virado para o mar e tem um conjunto de micro climas que lhe proporciona paisagens completamente diversas e, pode-se dizer sem qualquer receio, das mais belas do Mundo. Desde sempre soube criar um património fantástico. É um país que sempre viveu da agricultura e do mar, onde a indústria, apesar de ser um sector sempre importante se foi desenvolvendo e impondo no Mundo, sobretudo nas vertentes da tecnologia e do saber. Somos respeitados naquilo em que somos bons. Criamos nestes últimos anos uma forte e prestigiada imagem internacional na valência da Arquitectura, sobretudo através da actual Faculdade do Porto de onde emergiram alguns dos grandes arquitectos nos últimos 30 anos. No cinema temos uma imagem de criatividade e somos reconhecidos pela diferença do nosso cinema em relação ao que é produzido na Europa e no Mundo. Somos criativos. Sempre soubemos ultrapassar as dificuldades que nos surgiram pela frente mas…hoje em dia somos um povo deprimido. Um País em depressão. Portugal enfrenta, uma crise social que tende a agravar-se. A débil situação económica em que nos encontramos, a deslocalização de indústrias (nacionais e estrangeiras) para outros países onde as condições laborais são mais fáceis, a dificuldade em criar padrões de qualidade e de competitividade atraentes para o investimento na indústria e no comércio e a crescente perda de referências e de capacidade de criar trabalho e receitas por parte das pequenas e médias empresas (que constituem a maioria do tecido empresarial português) são alguns dos factores que infelizmente caracterizam na actualidade o mercado nacional.&lt;br /&gt;Se Portugal é claramente débil em numerosos campos, tem um forte potencial em duas áreas onde a tradição, a criatividade e os recursos naturais fornecem todas as mais-valias para a criação de zonas de mercado capazes de dinamizarem a economia e de atraírem novos visitantes e novos investimentos, privados, públicos, nacionais e estrangeiros. Refiro-me às INDÚSTRIAS DO TURISMO E DA CULTURA e da sua ligação intrínseca ao desenvolvimento das áreas dos SERVIÇOS.&lt;br /&gt;Portugal tem sido promovido exclusivamente como um país do Sul da Europa, com uma oferta turística centrada em dois únicos produtos - sol/mar e golfe e um país de gentes hospitaleiras. Estes elementos eram, e são, factores de atracção, a que se deve adicionar a qualidade do atendimento, um património invejável, o “life-style”, a modernidade e a inovação.&lt;br /&gt;Mas Portugal tem mais do que isto: tem um potencial de oferta turística muito diversificado. Tem uma cultura rica em eventos culturais e desportivos de impacto internacional. Tem esse património histórico/arquitectónico importantíssimo que vai do neolítico, passando pelo romano, barroco até chegar à modernidade; tem uma ligação única aos Oceanos (temos a maior zona económica exclusiva na Europa; um território marítimo que é 18 vezes o Continental); temos aldeias (muitas) completamente recuperadas mas onde ainda não existe sequer uma pensão ou até um café, temos uma expressão musical única – o fado e a nossa música pop, rock, erudita ou folclórica (emergente de um belíssimo Cancioneiro Popular, temos a nossa grande gastronomia, os tais diversificados microclimas capazes de nos transformar, tal como aconteceu com o Luxemburgo, República Checa ou até Estónia num enorme estúdio de cinema… mas nem uma Film Comission, que todos os países criaram, nós fizemos. Temos assim muito para oferecer a quem nos visita e um forte trabalho a fazer para nos darmos a conhecer como um espaço especial para a criação de indústrias ligadas também ao espectáculo e, ao showbizz em particular. Será suficiente olhar o Mundo moderno e basta espreitar aqui mesmo para o lado, para Espanha, e percebemos rapidamente que apostas estão a ser feitas…Turismo…Turismo…Turismo, que é já a segunda maior indústria de Espanha. Outonos e Invernos vocacionados para a terceira idade…Primavera e Verão para os mais jovens. Preços diferentes, preços competitivos na hotelaria, na alimentação mantêm vivo o turismo sobretudo nas grandes cidades e em toda a zona do Mediterrâneo. Até a Galiza, a região dita mais pobre de Espanha está a crescer fortemente nesta área. A criação de um aeroporto gigante em Santiago de Compostela é exemplo disso e pode significar um ataque ao Aeroporto do Porto, considerado um dos melhores do Mundo, mas que ainda só está aproveitado em 30% das suas capacidades. Somos um diamante em bruto. Onde não falta sequer a beleza única do Douro. Não será que esta é mesmo a solução mais imediata para a situação actual deste Portugal?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-8644253626324625076?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/8644253626324625076/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=8644253626324625076' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/8644253626324625076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/8644253626324625076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/04/um-diamante-em-bruto.html' title='UM DIAMANTE EM BRUTO'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-8245756913850916936</id><published>2011-04-28T16:09:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T16:50:29.927-07:00</updated><title type='text'>VIVA A UTOPIA!</title><content type='html'>Certa manhã dirigi-me até ao Liceu António Nobre para mais um dia de aulas. Havia muita gente na entrada - os meus colegas, muitos professores e até alguns empregados.  Gritava-se, em alto e bom som, “fora com os fascistas”! Rui Reininho, Alberto Jorge e muitos outros estudantes ajudavam à “festa”. Tinha havido uma “revolução”, “a liberdade estava a passar por ali”. Era dia 25 de Abril, estávamos em 1974. Mais tarde fui para a “baixa” do Porto. Alguns milhares de pessoas já por lá andavam. O exército, com tanques e viaturas diversas, circulavam pela cidade. Alguns militares traziam cravos vermelhos nas lapelas ou na espingarda circulavam entre o “povo”. Todos saudavam os “libertadores”. O poder tinha caído na Rua. O poder voltava a ser do Povo. Marcelo Caetano e Américo Tomaz iam a banhos para a Madeira, para o exílio.&lt;br /&gt;Sentiamo-nos felizes. Não éramos só nós. Toda a gente tinha aquele estranho sorriso de felicidade estampado nos rostos. Respirava-se de uma forma diferente. &lt;br /&gt;Dias depois os políticos no exílio começavam a chegar a Portugal. Álvaro Cunhal e Mário Soares foram dos primeiros. Sá Carneiro e Freitas do Amaral ressurgem da antiga Assembleia Nacional. Os partidos começam a ganhar forma. O Socialista, o Comunista (já estruturados desde o antes 25 de Abril), o Social Democrata (PPD) e o CDS (PP). Mas estes partidos não estavam sozinhos. Emergindo dos chamados núcleos sindicais surgem sem medo todas as estruturas marxistas leninistas  e até a trotskista LCI. UDP, FEC ML, PCPR, MRPP, PCP ML, marcavam as frentes mais activas da luta politica. Dois nomes sobressaíam em todo este processo, o de António de Spínola e o de Otelo Saraiva de Carvalho. Durante cerca de dois anos a confusão politica generalizou-se mas vivia-se a liberdade sofregamente.&lt;br /&gt;A cultura passava também a ter forte visibilidade abrindo, ainda mais, as nossas vidas à comunidade. Era tempo de comícios, manifestações e de uma vivência inesquecível na então Escola de Belas Artes do Porto. Tempo do projecto SAAL que envolveu a maioria dos grandes arquitectos do Porto num programa de renovação das áreas urbanas mais degradadas do Grande Porto e de Lisboa. A dádiva era total. Tudo se pretendia fazer. Tudo parecia possível de se conquistar. &lt;br /&gt;Assim também surge a Cinema Novo. Em 1978. Uma revista de cinema que organizava ciclos e retrospectivas que traziam os filmes censurados do período da ditadura. Pouco tempo depois vem o Fantasporto. Estávamos já em 1981 mas liberdade, já não era tão pura. Já se respirava um tipo de luta politica diferente. Os “tachos” e os “lobbies” eram “coisa” do dia a dia. &lt;br /&gt;Mas a realidade é que a vontade de conquistar o impossível sempre se manteve na nossa geração. Viveu-se a utopia. &lt;br /&gt;É necessário voltar a vivê-la nos dias que correm. O “povo” tem ainda a “palavra” através do voto. É a Democracia a funcionar. Somos (também) nós a decidir o nosso futuro. E, as eleições. estão aí à porta...&lt;br /&gt;in Grande Porto, hoje&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ti8AsJZdbDU"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-8245756913850916936?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/8245756913850916936/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=8245756913850916936' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/8245756913850916936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/8245756913850916936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/04/viva-utopia.html' title='VIVA A UTOPIA!'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-6366055990461856533</id><published>2011-04-28T16:04:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T16:04:50.435-07:00</updated><title type='text'>TEMPOS DIFICEIS</title><content type='html'>Vivemos tempos dificeis. Há duas opções ver tudo a ruir como um autentico "baralho de cartas" ou "arriscar". Ficar parado não é opção. Lutar é a unica lógica existente. Se falarmos de Cultura parece que a situação ainda é mais complexa e...grave. Vivemos num país em que os nossos governantes, desde há muitos anos, ou até talvez desde sempre olharam para a denominação Cultura como algo elitista, que não dá votos. Daí os orçamentos miseráveis que temos sempre tido a nivel de Governo e, de autarquias, para essa valência fundamental, sobretudo nos tempos que correm, para a economia de um país, para o qual dar uns euros larghos a uma empresa estrangeira para fazer componentes de automóveis em Portugal fora toda a logistica para ela aqui se instalar é mais importante do que fazer parcerias culturais e DEFINIR uma politica cultural. Não uma politica cultural elitista. Uma politica cultural que use patamares para aos poucos poder chegar a um cada vez mais amplo núcleo da população. Há mais de vibnte anos que, por toda a Europa e, porque não dizê-lo, em todo o Primeiro Mundo, as Industrias da Cultura, em paralelo e em conjugação (depende) com as indústria do turismo, têm sido a solução para a implementação de uma indústria do lazer que permite um crescimento generalizado do sector de serviços e faz os tais eutitos correr, algo que não acontece em Portugal.&lt;br /&gt;Aqui, a primeira coisa a cortar...é na cultura...Como se explica assim que se vejam milhares nas festas tradicionais portuguesas que se realizam por todo o país, nos festivais de cinema, de musica, de teatro, nas animações culturais como "um Imaginários" ou uma Feira Medieval", iniciativas de Municípios ou de Privados. Como se explica o inundar das "baixas" das grandes cidades" noitye dentro, em particular aos fins de semana, por uma movida jovem que "gasta o seu "popado" dinheiro no seu lazer. Como poderão os portugueses continuar a pensar - é a informação que lhes entra por todos os meios nos seus cérebros - que tudo vai de "mal a pior" e que a recess~ºao está aí. JÁ SABEMOS. Resolvam a situação. Lutem nessa Europa, que é a nossa, para garantir para Portugal, para os portugueses, melhores condições de vida. Sem agricultura, sem pescas, sem indústria e pensando só emk obras megalómanas não vamos sair mesmo do buraco em qiue nos encontramos. LUTEM. Foi para isso que o povo português elege os seus governantes. E ...sim, isso é muito importante, n~ºao façam de surdos, cegos e mudos, vejam o que Espanha está a fazeer, ou a Alemanha, ou o França ou...enfim quase toda a Europa...apostando nas industrias do Turismo em ligação com as da Cultura. Se conhecemos ou queremos ir a Cannes, Avignon, ou Salzburbo é porque ali, acontece algo...um festival de cinema, um de teatro ou um de música. Se queremos ir a Bilbao...é porquehá alui un gugenheim. Barcelona, Paris, Londres...cidades momumentais mais também cheias de cultura e de espaços de lazer. Não será tal situação óbvia?&lt;br /&gt;Porque é que nem um por cento do nosso orçamento é destinado à cultura? Porque é que só nos lembramos dos criadores culturais quando morrem. E aqui, nem sequer falo das macro diferenças existentes entre o Norte e o Sul de Portugal. &lt;br /&gt;Será a cultura uma actividade subsidio-dependente? Se for serviço público é. Tem de o ser. Se for de privados que haja, pelo menos uma Lei do Mecenato que abra a porta aos privados para poderem sem receio apoiar a cultura. Criar parcerias. Garantir que os projectos com futuro e de qualidade continuem. E não só as Fundações...todos. Chego aqui ao Fantasporto. 31 anos de vida. 31 anos de luta. Insegurança total. Com um futuro sempre "em risco". É considerado um dos 25 maiores festivais do Mundo mas...e isso que interessa para o Estado? E isso que interessa para os privados? Estes últimos querem é "sair da crise" e não lhe são dadas vantagens fiscais para apoiar a cultura. Porque o fariam? Não seria o Estado o primeiro beneficiado por uma Lei Será uma boa solução o Fantasporto (a Cinema&lt;br /&gt;Novo, nao o festival) sedear-se no Cinema Batalha? Só durante o Fantas&lt;br /&gt;ou todo o ano? Digam o que pensam sobre este tema até porque precisamos&lt;br /&gt;de saber a V. opinião e se tem o V. apoio, para podermos concretizar&lt;br /&gt;este nosso projecto para a cidade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-6366055990461856533?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/6366055990461856533/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=6366055990461856533' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6366055990461856533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6366055990461856533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/04/tempos-dificeis.html' title='TEMPOS DIFICEIS'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-6267326020922482117</id><published>2011-04-21T12:30:00.000-07:00</published><updated>2011-04-21T12:30:33.480-07:00</updated><title type='text'>DEPRESSÃO À PORTUGUESA...</title><content type='html'>Já muito se falou sobre a anexação de Portugal à Espanha e, vem agora o Financial Times, diga-se que em tom satírico, sugerir a transformação deste país numa província do Brasil! A situação financeira de Portugal, a desgovernação a que este chegou já dá para tudo, mas tal é doloroso para os portugueses. A identidade de uma Nação como esta é, além da sua História repleta de conquistas, conhecimento, tradição e sociabilização, todo o conjunto de pequeninas coisas que nos fazem parecer mais parecidos entre nós do que face a outros. Isto é, há no nosso dia-a-dia, nos nossos gestos, nos nossos gostos e, sobretudo, na forma como comunicamos, pequenos sinais que nos identificam perante outros. Os mesmos que levam os outros a dizer: é Português. Com todos os defeitos e virtudes a issoassociados, é algo de que me orgulho e que tento transmitir a todos os que posso.&lt;br /&gt;O problema é que, também todos os dias, me sinto abalado nessa dignidade de me parecer mais com o Português do que com outro qualquer. Mas há hábitos a mudar, Sem patriotismos exacerbados, estou a ver que os portugueses começam agora a procurar a cultura, o saber e…o lazer para, seguramente esquecerem o terrível quotidiano que vivem. Aderem a Confrarias, Academias, vão a tertúlias, sejam elas literárias, de poesia ou ate de filosofia. Vão a concertos de música clássica ou de rock, a festivais ligados às diversas valências da cultura, reúnem-se em bares e, até conversam a beber um copo mas…contam os cêntimos que têm no bolso antes de entrar, por exemplo, numa sala de cinema, área que aliás tem sido a mais beneficiada por esta nova forma de estar ou, como lhe queiram chamar. Querem é sair de casa. Ver gente e conviver. No fundo não querem continuar a sentir a sua casa devassada, via TV ou rádio, pelas guerras entre partidos que se degladeiam para ocupar o poder, pelos comentários sempre tendenciosos dos comentadores “políticos”, mesmo nos orgãos de comunicação social teoricamente mais responsáveis. Para quem ainda fica em casa, até porque comer fora começa a ser hábito que se vai, por obrigação, perdendo, a solução é muitas vezes o ver um filme em DVD que é, juntamente com os canais de séries que o “cabo” nos oferece, uma das soluções que, a par do futebol, os colocam em frente dos televisores. Mas, mesmo aí, nem tudo é satisfatório para o Ser português dada a falta de qualidade das traduções dos filmes e das séries de televisão (quer as que são transmitidas, quer as que adquirimos em dvd). Se em relação aos filmes as distribuidoras portuguesas lá vão tomando cada vez mais cuidado nesse aspecto, já no segundo caso tudo ganha contornos quase inqualificáveis. Todos nós – e falo apenas nos produtos licenciados e não pirateados – nos irritámos com a legendagem dessas séries que é feita, normalmente em Espanha (!) e em que as legendas aparecem num “brasileiro” que nada tem a ver com a superior utilização da Língua Portuguesa por gente como Jorge Amado ou Vinicius de Moraes. Bem pelo contrário: mesmo os produtos audiovisuais que já diferem o “Português de Portugal” do “Português do Brasil” trazem legendagens que são um autêntico atentado à nossa Língua, à nossa identidade e à nossa Cultura (creio que até mesmo à dos Brasileiros).&lt;br /&gt;Quando se escolhe, sobretudo nos blu-ray (são muitos os exemplos) a opção “Português de Portugal” (o que já devia ser proibido em função da eficácia do polémico Acordo Ortográfico, ou seja, devia existir apenas o Português), levamos imediatamente com um “Vamos nessa” a traduzir um “Let’s go”.&lt;br /&gt;É que se as traduções dos DVD´s são feitas em Portugal nos Blu Ray os ficheiros de legendas utilizados são de muitas línguas e, muitas vezes, são utilizadas as legendagens “made in Brasil” para o “legendadado em português”. As expressões linguísticas, mesmo aquelas que não se enquadram nas regras rígidas da nossa gramática, são o pulsar do nosso senso comum. São essas expressões que marcam as tradições, que revelam os nossos costumes, são as pontuações dos nossos sorrisos, das nossas dores, das nossas angústias e dos nossos sucessos pessoais ou de pequenas comunidades. São os traços das nossas gentes do mar, dos campos ou das cidades. São as marcas do linguarejar português que, com todo o respeito, nada tem a ver com outros, sejam eles brasileiros, cantoneses, hindus, anglófonos ou francófonos. Nada me move contra esses, mas quando leio ou vejo algo legendado, o mínimo é que seja em Português. E, voltando ao inicio deste artigo, a propósito de um comentário de mau gosto publicado aquando da demissão do Governo do País, no qual um jornalista do prestigiado “Financial Times” diverte os seus leitores com “soluções” para Portugal sair da crise, este sugere que Portugal passe a ser “uma província do Brasil”, assegurando que todas as vantagens seriam para Portugal. A União Europeia considera Portugal problemático: sem governo, com alta resistência à austeridade e fraca performance económica crónica (o PIB estagnou totalmente na última década). “Aqui está uma ideia inovadora para lidar com a situação: a anexação pelo Brasil”, prossegue, elencando as virtudes brasileiras: “um país onde se fala português e onde o PIB tem crescido, em média, 4% ao ano na última década. Portugal seria uma grande província, mas longe de ser dominante: 5% da população e 10% do PIB”, acrescenta. “Claro que o antigo colonizador se ia ressentir da perda de status. Mas para “a casa portuguesa”, seria bem melhor do que se manter ligado a velha e cansada União Europeia”, conclui o jornal. &lt;br /&gt;Sinceramente o Ser Português nestes tempos conturbados que vivemos não é agradável especialmente quando todos temos a noção de que somos um diamante em bruto no que diz respeito à cultura, aos serviços de qualidade que temos, e que podem transformar rapidamente este país num autêntico Paraíso Turístico para o Mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in Prize, Maio&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-6267326020922482117?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/6267326020922482117/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=6267326020922482117' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6267326020922482117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6267326020922482117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/04/depressao-portuguesa.html' title='DEPRESSÃO À PORTUGUESA...'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-7382205877105074230</id><published>2011-04-21T12:27:00.000-07:00</published><updated>2011-04-21T12:28:15.093-07:00</updated><title type='text'>PORTO, UMA CIDADE EM MUTAÇÃO CONSTANTE...</title><content type='html'>A actual dinâmica da Universidade do Porto que agrega em si mesma algumas das melhores faculdades do país e, até do Mundo, com o é o caso da de Arquitectura, tem alterado lentamente o estranho fenómeno provocado há mais de uma dezena de anos pela “desconcentração” do meio universitário portuense na cidade. Novos pólos universitários foram criados nas zonas limítrofes do Porto o que provocou um lento esvaziar do Porto pelos seus estudantes. O “centro” vivia, até ali, suportado numa população jovem que alugava quartos, que frequentava as ruas, os pequenos restaurantes e os cafés que se mantinham abertos até altas horas da noite. Apesar da recuperação urbana que tem sido feita, ou por privados, ou pela própria Câmara, os preços de aluguer dos apartamentos que foram surgindo eram (e são) proibitivos para um qualquer estudante (e não só) que, vindo de fora, se tem de fixar na cidade. Com transportes deficientes e alternativas habitacionais a baixo custo nas cidades periféricas do Porto, estes optaram naturalmente por se “afastar” do “centro” aumentando consideravelmente o número de habitantes das cidades circundantes, em detrimento do Porto que tem perdido população continuadamente, sobretudo a mais jovem, tornando a cidade mais envelhecida e sem aparente rejuvenescimento. Contrariando todas as expectativas a iniciativa privada veio ao de cima. Bares e pequenos restaurantes com características especiais onde o design cruza com um forte potencial de lazer passou a chamar, sobretudo aos fins de semana, essa juventude que também começou a aderir aos muitos projectos culturais, também eles emergentes de novos núcleos de produção cultural, que ultimamente têm criado actividades diversificadas com regularidade. Toda esta “movida” tem cerca de dois anos, altura em que a Universidade do Porto voltou a utilizar e reformular as velhas faculdades “vazias” em novos centros de saber, através da criação de novos cursos ou a deslocalização dos já existentes. Assim e, tal como dizia, a cidade foi voltando a ter uma vida cultural mais intensa cuja adesão tem sido garantida quer por esta massa estudantil que regressou ao “centro”, quer por um crescente aumento do número de turistas que, sobretudo, os voos low-cost passaram a trazer para o Porto.  Salas como o Coliseu, o Sá da Bandeira, S. João ou Carlos Alberto, Casa da Música ou o agora quase “livre” Rivoli passaram a ter uma programação mais regular à custa da iniciativa de produtores de espectáculos que têm arriscado e, felizmente têm conseguido resultados que os levam a manter projectos no Porto. Curioso é verificar que sem a iniciativa da UP e dos privados a cidade continuaria vazia com esteve nos últimos anos. Agora está aí a “crise”. Está aí a Europa a controlar as nossas contas. Os empréstimos bancários para as pequenas empresas ou até para a habitação são cada vez mais difíceis de conseguir, quando não impossíveis. Há menos (muito menos) dinheiro a circular. Conseguirão os privados sobreviver a este novo Portugal? Conseguirá a Cultura e o Lazer ser, de uma vez por todas um veículo para “abrandar” a crise?&lt;br /&gt;in Grande Porto, hoje&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-7382205877105074230?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/7382205877105074230/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=7382205877105074230' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/7382205877105074230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/7382205877105074230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/04/porto-uma-cidade-em-mutacao-constante.html' title='PORTO, UMA CIDADE EM MUTAÇÃO CONSTANTE...'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-6196950465428059493</id><published>2011-04-14T10:45:00.000-07:00</published><updated>2011-04-14T10:45:13.136-07:00</updated><title type='text'>MARÇO 2012...NUM PAÍS CHAMADO ECOFIN!</title><content type='html'>Temos dentro de dois meses a possibilidade rara de governar um país chamado Portugal. É uma oportunidade única para fazermos o nosso futuro. É a democracia a funcionar em pleno. Saibamos escolher...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um inquérito publicado a passada semana num site nacional de referência trazia a público números claros sobre a actual situação do país. 79% dos portugueses trabalham na função pública (na educação, medicina, advocacia, nas autarquias e no Governo), 6% nas áreas da banca e dos seguros (isto apesar das privatizações), 16% nos serviços (curiosamente ocupada basicamente por brasileiros, ucranianos e outros cidadãos que emigraram do Leste) e, pouco mais de 3% no chamado “mundo empresarial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do mesmo inquérito ressalta que os portugueses que mantêm os seus empregos têm uma media de idade de 57  anos, e que destes 72% são homens. Curioso é verificar que o desemprego chegou aos 32%, sendo que 21% são mulheres e 9%, jovens à procura de um primeiro emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os cortes sucessivos nos vencimentos do funcionalismo público e nas pensões, (note-se que ainda há dois meses foi suspenso o subsídio de desemprego), a área de serviços é aquela em que existe algum equilíbrio. Todos têm de comer e os hiper e supermercados continuam a manter-se abertos três dias por semana, devido à permissividade das leis laborais em vigor e à impossibilidade de poderem importar do estrangeiro bens de consumo de primeira necessidade. A legislação introduzida pelo ECOFIN, e que obrigou muitos portugueses a abandonar as grandes cidades no sentido de se dedicarem à produção agrícola e à criação de animais, passando a viver no interior, permitiu a criação de cooperativas que garantem o fornecimento ao hipers dos mais diversos bens de consumo. As privatizadas empresas de transportes, agora todas nas mãos de estrangeiros, conseguiram no passado mês ser lucrativas, pela primeira vez dado o afluxo generalizado de cidadãos que deixaram de poder utilizar os seus transportes privados devido aos elevadíssimos custos do diesel e da gasolina. Os cafés e restaurantes continuam a fechar portas e as marmitas com comida são um companheiro fiel de todos aqueles que vão para o trabalho. Duas TV´s e três rádios nacionais, bem como um semanário que persiste em manter-se à luz do dia e que é vendido pelos velhos ardinas, garantem o fruir da informação que nos chega de Bruxelas, aqui, repetida até à exaustão pelo actual governo. O aumento para 10 horas/dia do horário de trabalho está a ser bem recebido pelos trabalhadores dado assim não terem sequer tempo livre para “pensar” em sair de casa. Os aumentos dos custos de electricidade e água não afectam assim grandemente os portugueses dado que estes praticamente vão a casa para comer e dormir. Entretanto a taxa de natalidade baixou quase para o nível “0” e a de emigração, maioritariamente jovem, aumentou para os 23%. Os Magalhães são já sete milhões e quinhentos mil e servem já de moeda de pagamento  do crédito de habitação para muitos portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As notícias de Bruxelas via ECOFIN (União Europeia, FMI e Banco Central Europeu) não são brilhantes. Admite-se que o Fundo de Pensões seja de novo cortado em 7%, isto apesar da idade da reforma ter passado para os 75 anos. Consta que o Estado português dentro de três meses não tem capacidade para pagar as reformas em vigor dado que a taxa de mortalidade em Portugal diminuiu 12%. Dados curiosos numa altura que o Concurso Público para o TGV Lisboa – Madrid vai terminar e faltam dois meses para as empresas apresentarem propostas para o novo aeroporto de Alcochete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ecofin, 15 de Março de 2012...se continuássemos no mesmo caminho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in Grande Porto, 15/4&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-6196950465428059493?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/6196950465428059493/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=6196950465428059493' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6196950465428059493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/6196950465428059493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/04/marco-2012num-pais-chamado-ecofin.html' title='MARÇO 2012...NUM PAÍS CHAMADO ECOFIN!'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-274579889085957632</id><published>2011-04-12T01:52:00.001-07:00</published><updated>2011-04-12T01:52:34.091-07:00</updated><title type='text'>DA PEDRA LASCADA ÀS REDES SOCIAIS</title><content type='html'>Não é fácil escrever sobre prazeres ou matérias relacionadas com o “life style” quando o Mundo está em convulsão, com revoluções, contestações e até a sofrer com desastres naturais em catadupa, como o recente e trágico tsunami na costa japonesa e não só. E tudo isso está hoje, para o bem e para o mal, mais próximo de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais próximo porque vivemos uma realidade sem fronteiras, um Mundo que deixou de ter distâncias. Um qualquer incidente do outro lado do planeta chega-nos em minutos. Uma conversa com um amigo na Nova Zelândia ou a compra de um produto apenas disponível numa loja de Nova Iorque deixou de ser um obstáculo. Aliás, difícil será explicar às crianças de hoje que antes era preciso ir lá... Agora, só vale a pena ir em turismo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isto acontece graças ao email, à Web 2.0 que permite o diálogo audiovisual à distância, por exemplo via “skipe” ou à mais recentes redes sociais. Desde a tal simples conversa à sua utilização como poderosa ferramenta de comunicação, especialmente as redes sociais são, no nosso quotidiano, já uma espécie de extensão do nosso corpo. Integradas nos nossos rituais, a integrar-nos nas comunidades, nos grupos, nas múltiplas divulgações e partilhas, as redes sociais são já algo que faz parte do ser humano e, sobretudo, urbano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as histórias são, enquanto não passa a sensação do maravilhoso mundo novo, sempre associadas ora ao twitter, ora ao facebook ora ou Linkedin, as três redes que fazem as delícias dos “contadores de histórias” profissionais ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi através do Facebook que dezenas de japoneses conseguiram contactar as suas famílias, entre os destroços ou cercados pelas águas e lama que invadiram e destruíram por completo dezenas de localidades da costa japonesa, por causa do tsunami da semana passada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É pelo twitter que os políticos e figuras mais ou menos “públicas” mantêm acesa a atenção sobre as suas actividades ou pensamentos. Pelo Linkedin profissionais de várias áreas podem comunicar entre grupos da mesma área técnica ou não desenvolvendo mesmo projectos importantes para implementar na nossa sociedade, podemos já dize-lo, cibernética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mundo rola cada vez mais depressa. Estamos na fase das novas ferramentas e sempre que aparecem novos projectos tecnológicos a esferinha azul iluminada pelo Sol dá os seus pulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aconteceu quando o Homem reparou que a pedra lascada cortava os materiais, que o fogo servia para aquecer e cozinhar, que as árvores tombadas permitiam arrastar volumes pesados rolando por distâncias sem esforço, que o calor produzia energia, que a energia dava luz, que os algoritmos mecanizavam raciocínios cibernéticos, que a cibernética aumentava a velocidade de produção e que o Homem tinha mais tempo para criar uma ferramenta que o unisse e o obrigasse a partilhar informação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É pelas redes sociais que têm caído ditaduras e é pelas redes sociais que vamos sabendo onde apreciar um bom espectáculo, um bom vinho ou uma peça de teatro. É já pelas redes sociais que a politica se faz – raro é alguém ligado a essa vida, agora muito detestada pela generalidade dos cidadãos – não ter páginas no Facebook ou garantir o envio de mensagens curtas e incisivas através do Twiter. Se tal resulta nesta área ainda não há dados concretos para determinar mas que a mensagem fica disseminada pelo Mundo inteiro, isso fica. Facebook esse que já tem direito a filme candidato a Óscares, realizado por um dos mais significativos contadores de histórias da actualidade, David Fincher e que permitiu ao seu criador entrar rapidamente para a lista dos homens (dos rapazes) mais ricos do planeta, conforme regista a revista Forbes numa das suas últimas edições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Mundo a acertar-se pela nova invenção do homem: comunicar no virtual para encontrar o bem-estar real. De qualquer forma valerá a pena perguntar será tal positivo ou negativo ao nível social. Talvez negativo, até porque a Web fez perder muitos postos de trabalho no Mundo inteiro e permitiu às empresas baixarem largamente os seus custos reduzindo o seu número de empregados e, sobretudo a muitas empresas de serviços deixarem de os poder prestar...&lt;br /&gt;in Prize de Abril&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-274579889085957632?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/274579889085957632/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=274579889085957632' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/274579889085957632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/274579889085957632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/04/da-pedra-lascada-as-redes-sociais.html' title='DA PEDRA LASCADA ÀS REDES SOCIAIS'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-2146068856023436649</id><published>2011-04-12T01:47:00.001-07:00</published><updated>2011-04-12T01:48:53.198-07:00</updated><title type='text'>PORTUGAL SERVE DE PEÃO NA GUERRA DOLAR VS EURO</title><content type='html'>Ainda na semana passada me referia ao efeito dominó que a UE previa após serem divulgados os números reais da dívida portuguesa. Parte deles vieram a público e já …Zapatero anuncia que não se vai recandidatar às eleições legislativas de 2012…Entretanto a reunião do Banco Central Europeu sobre as taxas de juro e as estimativas do PIB na Zona Euro, relativo ao 4.º trimestre de 2010, esteve esta semana no centro das atenções dos analistas financeiros, agências de rating e logicamente investidores, sobretudo europeus e norte-americanos. Ontem o BCE divulgou as taxas de juro na Zona Euro, de forma a travar o aumento das pressões inflacionistas. Foi uma acção positiva tendo em conta os forcings constantes da economia norte-americana sobre a europeia, que se vai aproveitando da complicada situação económica de países como a Grécia, Irlanda ou Portugal, “exemplos” negativos para aquilo que os norte-americanos já apelidam de uma ”economia europeia antiquada e sem perspectivas de futuro”, no fundo uma “estratégia de marketing” para influenciar os mercados internacionais de forma a favorecer um dolar que continua em queda e que não faz “arrancar” a economia dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se as notícias para a economia europeia não são assim tão mas como se apregoa nos media, começam agora a tornar-se mais claros os números desastrosos da nossa dívida pública. Na prática correspondem, em todos os parâmetros, a 50 % dos reais(!). Temos um défice superior a três por cento desde 2003 e com a revisão realizada na passada semana pelo INE aos défices desde 2007, arriscamo-nos a ficar nove anos com valores acima dos permitidos por Bruxelas. Com as revisões agora feitas, a última vez que Portugal conseguiu terminar o ano com um défice orçamental abaixo da meta estabelecida no Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC), foi em 2002, quando este se ficou nos 2,94 %. A década de défices abaixo dos 3 por cento poderá ou não terminar se, em 2012, o Governo saído das eleições de 5 de Junho seguir à risca o que se comprometeu com os seus parceiros europeus, algo que está no segredo dos Deuses! Note-se que em 2010, o valor do défice foi na realidade de 8,6 por cento. Dada a situação de rotura financeira total do País, na passada sexta feira o IGCP realizou um leilão extraordinário da dívida portuguesa de médio prazo no valor de 1500 milhões de euros. Esta colocação extraordinária de dívida no mercado foi conseguida e serve para o Estado conseguir pagar as despesas com a dívida pública que terá este mês, no qual terá, não só, de pagar 754 milhões de euros em juros, mas também cerca de 4,25 mil milhões de euros decorrentes da amortização de uma linha de obrigações do Tesouro que vence a 11 de Abril! É tempo de ir “tapando buracos” e para ouvir atentamente o que foi dito por um porta-voz do FMI que Portugal, mesmo cumprindo todas as regras impostas pelo fundo, nem nos próximos dez anos terá uma economia saudável. Será mesmo assim? Como e possível termos chegado a este ponto? Quem é que assume esta irresponsabilidade? Quem é que nos tem desgovernado durante nos últimos 10/11 anos…numa altura em que a actual crise financeira Mundial se começou a sentir e ainda havia tempo de desenvolver politicas de contenção? A resposta… sabemo-la todos.&lt;br /&gt;in Grande Porto 8 de Abril&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-2146068856023436649?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/2146068856023436649/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=2146068856023436649' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/2146068856023436649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/2146068856023436649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/04/portugal-serve-de-peao-na-guerra-dolar.html' title='PORTUGAL SERVE DE PEÃO NA GUERRA DOLAR VS EURO'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-2447626128368695975</id><published>2011-03-31T05:32:00.001-07:00</published><updated>2011-03-31T05:32:48.377-07:00</updated><title type='text'>O FINANCIAL TIMES JÁ PROPÕE QUE PORTUGAL SEJA UMA PROVÍNCIA…DO BRASIL!</title><content type='html'>Os escândalos começam a vir a público. Na área dos privados, 822 mil euros saem esta semana dos cofres do BCP para António Vara, ex-vice presidente do banco, 600 mil dos quais referentes a um período em que este já não assumia as suas funções (porque indiciado no processo “Face Oculta”). Será também interessante saber que, nessa mesma altura, o mesmo senhor estava envolvido em África com um consórcio brasileiro ligado a construção civil…. Entretanto nas empresas públicas os anunciados défices gigantes da REFER, da CP e de muitas outras empresas do Estado, assumidamente gerados pelas práticas políticas do PS e cujos vencimentos principescos pagos aos seus gestores ao longo de anos e anos, a par de autênticas gestões danosas, vão levar a pré-falências para meados do corrente ano, caso o Estado não volte a intervir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É esta a imagem do país. A imagem que se dá deste Portugal “à beira de um ataque de nervos” a toda uma Europa que nos olha de soslaio e, que seguramente vê “micro” situações como estas servirem (naturalmente) para nos descredibilizar ainda mais aos seus olhos e aos do Mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também nos “passos perdidos” da União Europeia, a nossa imagem “anda de rastos”. Apesar do que nos é dito, junto do BCE e particularmente nos conselhos e comissões das Finanças e da Economia da UE, a situação de Portugal não é de todo considerada fácil. Estranho e que os nossos deputados europeus sabem disso, os quadros superiores da União também…mas a comunicação social, sobretudo a portuguesa, que logicamente tem de ter conhecimento do que ali se passa, nada pode dizer sobre esta pouco credível “imagem” de Portugal. Tal seria desastroso para a UE se a real situação de Portugal fosse tornada pública, poderia vir a causar um autêntico efeito dominó, com efeitos desastrosos para a Europa…a começar já pela nossa vizinha Espanha. Mesmo assim jornais, como o prestigiado Financial Times, “diverte” os seus leitores com sugestões de soluções para Portugal sair da crise. Este admite que Portugal passe a ser “uma província do Brasil”, assegurando que Portugal só teria vantagens nisso. E continua “A União Europeia considera Portugal problemático: sem governo, com alta resistência à austeridade e fraca performance económica crónica (o PIB estagnou totalmente na última década)”. As negociações “são duras”, refere o artigo. E continua “aqui está uma ideia inovadora para lidar com a situação: a anexação pelo Brasil”, prosseguindo, elencando as virtudes deste novo Brasil: “um país onde se fala português e onde o PIB tem crescido, em média, 4% ao ano na última década. Portugal seria uma grande província, mas longe de ser dominante: com 5% da população e 10% do PIB”, acrescenta. “Para “a casa portuguesa”, seria bem melhor do que se manter ligado a velha e cansada União Europeia”, conclui o jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, por cá inicia-se uma autêntica e, já pré-anunciada, guerra fratricida entre os partidos que passa por chantagens, insultos e muitos comentários a despropósito numa altura de crise económica como a que vivemos: “Deitaram o Governo abaixo e não são alternativa a nada”, dizem uns. “Não temos medo de José Sócrates” respondem outros. “O PSD criou esta crise política e não apresenta soluções alternativas ao nosso PEC 4” ou “PSD transforma-nos na anedota da Europa”, diz o PS ou “Sócrates sempre foi visto como um capacho para a Europa” responde o PSD. Mas Portugal continua a chamar a atenção de jornais internacionais de referência. O britânico “Times” espera “mais dois meses de campanha eleitoral num ambiente de ameaça de recessão, com elevando desemprego” e manifesta preocupação em relação “à aplicação de novas medidas de austeridade”. E, em Espanha, o “El Pais” já abre o jogo referindo que Portugal será o único responsável pela crise avassaladora que o país vai sofrer nos próximos tempos. Resumindo…venham as eleições depressa, apliquem- se as medidas que tiverem de ser aplicadas e, pelo menos, dê-se uma imagem da coragem de um povo que até agora deu tudo e que espera pelo menos, de que nos governa, que dignifique o nome de PORTUGAL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mario Dorminsky in Grande Porto 1/4&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-2447626128368695975?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/2447626128368695975/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=2447626128368695975' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/2447626128368695975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/2447626128368695975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/03/o-financial-times-ja-propoe-que.html' title='O FINANCIAL TIMES JÁ PROPÕE QUE PORTUGAL SEJA UMA PROVÍNCIA…DO BRASIL!'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-2606682799352541474</id><published>2011-03-25T02:56:00.001-07:00</published><updated>2011-03-25T02:56:49.912-07:00</updated><title type='text'>PAÍS EM BRASA, ECONOMIA A ARDER</title><content type='html'>Portugal está em brasa e os juros da dívida soberana fazem arder as melhores expectativas de recuperação financeira. Há um buraco nas contas que se abre nas bordas, mas tem fundo, isso tem. Um fundo para onde vamos todos se não houver mudanças urgentes na gestão do País.&lt;br /&gt;Quem empresta dinheiro a Portugal desconfia cada vez mais da nossa capacidade de honrar os compromissos de pagamento desses mesmos empréstimos. Temos que provar que somos capazes de produzir riqueza e de pagar dívida para que esses receios façam baixar os juros que o País paga e os das contas de todos nós.&lt;br /&gt;Em resumo, o Governo já não tem crédito e quando assim é a credibilidade política e social não fica abalada: fica completamente estilhaçada!&lt;br /&gt;Sendo a recessão uma realidade que não é mais possível disfarçar, nem os números do desemprego, nem o encerramento de centenas de empresas por mês, urge uma alteração na situação política antes que o desgoverno seja irreversível. Precisamos de técnicos competentes a governar o País. De criatividade e acção, porque de politica (e de políticos) já não se espera nada.&lt;br /&gt;É importante que o próximo Governo, a sair da escolha do Povo – e o cenário político poderá levar-nos a eleições mais cedo que o previsto – não caia nos mesmos erros estruturais deste. Mudem-se as mentalidades, perca-se o “desejo” de “poder” e “mãos à obra”, uma obra gigantesca que, a ser bem explicada aos cidadãos poderá ter deles todo o apoio.&lt;br /&gt;Mais do que as políticas imediatas e necessárias, é vital que a estrutura administrativa de Portugal recupere não só a credibilidade como a funcionalidade e eficácia. Ora, nestes dois últimos casos, não é mais possível manter gabinetes políticos num esquema centralista a decidir sobre infra-estruturas a 200, 300 ou 400 quilómetros do Terreiro do Paço. São ineficazes, caros e desbaratam recursos financeiros pela distância e obrigatoriedade de intermediação.&lt;br /&gt;Apenas com um processo célere de Regionalização se revitalizará a economia com sustentabilidade e velocidade. O fortalecimento das cidades pelo País fora, de Norte a Sul, do Litoral ao Interior, revitalizará as contas do Estado, promoverá a economia, fomentará o investimento e criação de empresas, beneficiará o número de empregos e, definitivamente, fará de Portugal uma nação capaz de sobreviver aos tempos difíceis. O País não pode continuar parado. E é assim que ele está. A todos os níveis. Aposte-se no Turismo, a indústria com rendimentos imediatos e que já salvou outras economias do Mundo inteiro. Aposte-se na tecnologia, na inovação…nos jovens.&lt;br /&gt;Uma última palavra para o Japão. Não é possível viver, hoje em dia, sem olharmos o que se passa fora de portas. A tragédia provocada pelo tsunami ainda está em curso, com repercussões ainda desconhecidas. Há cinco mil mortos, oito mil desaparecidos, localidades reduzidas a nada e o terror nuclear a ensombrar já a capital Tóquio. Um cenário assustador. E ainda outra para a Líbia, sobretudo para os libaneses. O Mundo está convosco. Estamos atentos e a nossa solidariedade está também convosco.&lt;br /&gt;Mário Dorminsky in Grande Porto/hoje&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-2606682799352541474?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/2606682799352541474/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=2606682799352541474' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/2606682799352541474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/2606682799352541474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/03/pais-em-brasa-economia-arder.html' title='PAÍS EM BRASA, ECONOMIA A ARDER'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-8618161560864239651</id><published>2011-03-21T14:36:00.000-07:00</published><updated>2011-03-21T14:36:33.988-07:00</updated><title type='text'>TWITTER'S PORTUGAL 21.00hs 21/3</title><content type='html'>E porque não deixar os portugueses que já estão com o cinto bem apertado e cortar, isso sim, nas obras públicas como o TGV ou o aeroporto de Lisboa ou a nova ponte sobre o Tejo? Para que é que num período de enorme contenção vamos “empenhar”, quase penhorar o povo português para realizar obras faraónicas e que, neste momento só podem interessar…nem sei a quem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os “cortes na despesa” são também para o Jorge Lacao, os cortes nas pensões. Nas pensões de quem trabalhou toda uma vida e que, ao longo de todos esses anos pagou ao Estado, juntamente com as empresas, cerca de 35% dos seus vencimentos. Cortes na despesa? Qual despesa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Lacao nada explicou em relação sobre o porquê destes novos cortes na “despesa”, excepto que eram fundamentais para a “convergência económica”(!). Nada foi dito aos portugueses sobre o resultado deste novo apertar de cinto. Isto é, qual a importância deste PEC 4 para a felicidade dos portugueses e que benefícios daí poderão advir para as suas sacrificadas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O elemento “chantagem politica” esteve também sempre presente: ou é assim, ou o País não tem qualquer futuro. Os culpados foram sempre os outros – uma oposição que não deixa o governo governar como quer e lhe apetece. O que ele está a fazer é sempre “definitivo”, “fundamental”, “coerente”. Santo Sócrates, portanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo a recessão uma realidade que não é mais possível disfarçar, nem os números do desemprego, nem o encerramento de centenas de empresas por mês, urge uma alteração na situação política antes que o desgoverno seja irreversível. Precisamos de técnicos competentes a governar o País. De criatividade e acção, porque de politica (e de políticos) já não se espera nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante que o próximo Governo, a sair da escolha do Povo – e o cenário político poderá levar-nos a eleições mais cedo que o previsto – não caia nos mesmos erros estruturais deste. Mudem-se as mentalidades, perca-se o “desejo” de “poder” e “mãos à obra”, uma obra gigantesca que, a ser bem explicada aos cidadãos poderá ter deles todo o apoio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-8618161560864239651?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/8618161560864239651/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=8618161560864239651' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/8618161560864239651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/8618161560864239651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/03/twitters-portugal-2100hs-213.html' title='TWITTER&apos;S PORTUGAL 21.00hs 21/3'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-3740529815199331031</id><published>2011-03-21T14:33:00.000-07:00</published><updated>2011-03-21T14:33:04.889-07:00</updated><title type='text'>DEPOIS DE OUVIR A DECLARAÇAO DE JORGE LACAO</title><content type='html'>Mais do que as políticas imediatas e necessárias, é vital que a estrutura administrativa de Portugal recupere não só a credibilidade como a funcionalidade e eficácia. Ora, nestes dois últimos casos, não é mais possível manter gabinetes políticos num esquema centralista a decidir sobre infra-estruturas a quilómetros do Terreiro do Paço. São ineficazes, caros e obrigatoriedade de intermediação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-3740529815199331031?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/3740529815199331031/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=3740529815199331031' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3740529815199331031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/3740529815199331031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/03/depois-de-ouvir-declaracao-de-jorge.html' title='DEPOIS DE OUVIR A DECLARAÇAO DE JORGE LACAO'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-343254811430756509</id><published>2011-03-17T16:58:00.001-07:00</published><updated>2011-03-17T16:58:35.957-07:00</updated><title type='text'>SANTO SÓCRATES</title><content type='html'>É o que de facto me apetece dizer num dia como o de hoje, após ter dificilmente ter visto - quase de tortura de tratou - na passada quarta feira, uma entrevista de hora e meia do Primeiro-Ministro de Portugal à SIC. Digo Portugal porque estranhamente o nosso PM mais me pareceu o representante de uma espécie de um novo FMI “disfarçado”, tantas e tantas vezes repetiu que “sem mais cortes na despesa, com a apresentação deste PEC 4 em Bruxelas, os mercados internacionais e a Europa, deixariam de olhar Portugal como um país responsável e capaz de ultrapassar a crise económica que vivemos”.  Esta ideia foi repetida até à exaustão a uma jornalista que não o entrevistava mas que deixava o Engenheiro José Sócrates “assustar” continuamente os portugueses, utilizando as técnicas das Igrejas, tipo Reino de Deus, em que se repete até à exaustão um conceito até que ele se fixe completamente nas nossas mentes. O elemento “chantagem politica” esteve também sempre presente: ou é assim, ou o País não tem qualquer futuro. Os culpados foram sempre os outros – uma oposição que não deixa o governo governar como quer e lhe apetece. O que ele está a fazer é sempre “definitivo”, “fundamental”, “coerente”. Santo Sócrates, portanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada explicou em relação sobre o porquê destes novos cortes na “despesa”, excepto que eram fundamentais para a “convergência económica”(!). Nada foi dito aos portugueses sobre o resultado deste novo apertar de cinto. Isto é, qual a importância deste PEC 4 para a felicidade dos portugueses e que benefícios daí poderão advir para as suas sacrificadas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que os chamados “cortes na despesa”, segundo Sócrates. não são em algo que inclua a aquisição de viaturas de luxo, a redução de custos de economato, os jantares oficiais, as viagens, de…de…mas inclui, sim, por exemplo a comparticipação do Estado nos medicamentos. Esse corte na despesa “pouparia aos portugueses”-  sim,  a nós que somos o Estado, porque somos nós que pagamos a quem nos governa -  80 milhões de euros. 80 milhões que sairão, não das reais despesas do Estado mas dos bolsos dos cidadãos e, em particular, dos mais pobres que verão os seus medicamentos menos comparticipados por esse mesmo Estado. Os “cortes na despesa” são também para o PM, os cortes nas pensões. Nas pensões de quem trabalhou toda uma vida e que, ao longo de todos esses anos pagou ao Estado, juntamente com as empresas, cerca de 35% dos seus vencimentos. Cortes na despesa? Qual despesa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E porque não deixar os portugueses que já estão com o cinto bem apertado e cortar, isso sim, nas obras públicas como o TGV ou o aeroporto de Lisboa ou a nova ponte sobre o Tejo? Para que é que num período de enorme contenção vamos “empenhar”, quase penhorar o povo português para realizar obras faraónicas e que, neste momento só podem interessar…nem sei a quem? O TGV?…Que arranjem, como devem, uns pequenos lanços da linha Norte- Sul e já teremos um comboio que fará em duas horas e pouco o trajecto Porto-Lisboa. Será preciso mais agora? Ou o que é importante é ir de TGV de Lisboa para Madrid em quatro horas, quando o avião é muito mais rápido – uma hora – e muito mais barato? Um aeroporto novo quando o de Lisboa já foi ampliado (podiam era acabar com as obras de vez- já lá vão cinco anos e ainda continuam lá os barracões, ou pré-fabricados como lhe queiram chamar, provocando uma péssima imagem do país que somos), sendo que é urgente dar vida nova ao Aeroporto Sá Carneiro, considerado o terceiro melhor da Europa, que trabalha a 30% das suas possibilidades, tendo perdido para Lisboa praticamente as grandes companhias de aviação - só lá ficou uma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso, sim, seriam cortes na despesa e muito superiores aos conseguidos com qualquer PEC. Estamos comprometidos com tais obras com a Europa? E depois? Não é o Sr. Primeiro-Ministro que diz que o importante é o Pacto de Estabilidade e Crescimento e a redução do défice? Não se garantiria sem a realização destas obras um crescimento real da nossa economia? Não surgiriam novas empresas? Não se conseguiria diminuir o desemprego? É que dizer que estas obras dariam emprego a muitos portugueses, não é verdade. Veja-se o exemplo dos Estádios do Europeu e de outras Grande Obras Públicas em Portugal que, para se concretizarem, precisaram de “importar” milhares de trabalhadores do Leste Europeu e da África para serem feitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não será este um país em ESTADO DE CHOQUE?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Dorminsky in Grande Porto, hoje&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-343254811430756509?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/343254811430756509/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=343254811430756509' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/343254811430756509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/343254811430756509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/03/santo-socrates.html' title='SANTO SÓCRATES'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-4454607291741458915</id><published>2011-03-11T01:49:00.001-08:00</published><updated>2011-03-11T01:49:52.648-08:00</updated><title type='text'>HAJA CORAGEM</title><content type='html'>HAJA CORAGEM PARA TOMAR DECISOES DIFICEIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convenhamos: a questão de fundo na (não) Regionalização é o desemprego no sector público que a mesma provocaria na capital, afectando toda a área metropolitana de Lisboa. Haverá estudos que o confirmem, mas mesmo sem termos acesso aos mesmos, é fácil perceber que a deslocalização de competências tornaria excessivos milhares de postos de trabalho na administração central. Este é – em sentido figurativo – o tumor que a operação de regionalizar obrigaria a tratar com pinças muito delicadas.&lt;br /&gt;É verdade que nos últimos 20 anos (já o era antes, mas menos acentuado) milhares de quadros deixaram as suas cidades em busca das oportunidades que só Lisboa parecia garantir. Mas se a Regionalização avançasse era preciso deslocalizar quase outros tantos de Lisboa para os vários pontos do País onde o sector administrativo regional precisasse de vir a empregar gente com qualificações para exercer as tais competências. Os serviços adstritos a essas competências passariam a estar sedeadas na região para onde foram transferidas.&lt;br /&gt;É certo que em Viana, Bragança, Braga, Évora, Porto, Faro... em todas as restantes regiões e pólos urbanos não falta quem o saiba fazer. Não é a toa que reclamam para si essa administração. Não só por razões logísticas e politicamente sérias (não faz sentido resolver questões locais da Beira Alta no Rossio), mas porque ainda há muita gente que fica nas suas terras também com o sentido de ajudar a evitar a desertificação material e de ideias.&lt;br /&gt;Há cidades em Portugal que já têm a sua história, o seu passado de riqueza social em convívio directo com os fantasmas da pobreza e falência que vagueiam por casas, lojas e empresas em ruínas e sem gente a viver ou a trabalhar. Um círculo de decadência que aperta os corações citadinas, vindo das antigas cinturas rurais e industriais que circundavam Fafe, Trofa, Santo Tirso, Famalicão, Beja, Évora, Castelo Branco, Montalegre, Tavira, Portimão...&lt;br /&gt;Se os centros dessas cidades evoluíram no plano da construção (a urbanidade disfarça-se com prédios novos nos centros e no primeiro círculo em torno dos mesmos), já a sua riqueza vai-se perdendo com a ruína empresarial e produtiva dos círculos externos à urbe. Aqueles que desde a Revolução Industrial estavam para a organização territorial como os machos que levavam comida aos ninhos no mundo animal.&lt;br /&gt;Devagar (ou nem tanto), as cidades médias definham e mais tarde será impossível recuperar. Era crucial que se começasse a passar a mensagem de que os empregos de Lisboa terão que ser repartidos pelo resto do Portugal. Por todas as razões e mais uma: o resto de Portugal tem o direito à sua própria identidade regional sem que, até essa, seja definida e desenhada por três ou quatro gabinetes técnicos contratados por cinco ou seis direcções públicas em função da necessidade de cinco ou seis estudos e pareceres que permitam a seis ou sete ministros travar o direito de cada cidadão, na sua terra, gerir a materia local (a local, friso) como ele e os seus conterrâneos bem entendem.&lt;br /&gt;É que em tanto gabinete, público e privado, sedeado em Lisboa gastam-se milhões a pensar uma rua que só custaria milhares se fosse pensada e construída por quem lá passa todos os dias. &lt;br /&gt;Mario Dorminsky in Grande Porto, hoje&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7484982920893123427-4454607291741458915?l=dorminsky.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dorminsky.blogspot.com/feeds/4454607291741458915/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7484982920893123427&amp;postID=4454607291741458915' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4454607291741458915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7484982920893123427/posts/default/4454607291741458915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dorminsky.blogspot.com/2011/03/haja-coragem.html' title='HAJA CORAGEM'/><author><name>Mario Dorminsky</name><uri>https://profiles.google.com/108347268534821382919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-C089EWnzTxY/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAI4/MVVD9I3iyRQ/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7484982920893123427.post-4119543668702653515</id><published>2011-03-10T15:15:00.001-08:00</published><updated>2011-03-10T15:15:50.184-08:00</updated><title type='text'>DISCURSO DE ENCERRAMENTO DO FANTAS'2011</title><content type='html'>SESSÃO DE ENCERRAMENTO E DE ENTREGA DE PRÉMIOS DO FANTASPORTO’2001   &lt;br /&gt;Discurso de encerramento de Mário Dorminsky, Director do Festival   &lt;br /&gt;Boa noite.   Cumprimento o público em geral, as personalidades presentes da área da politica, da cultura, da vida empresarial portuguesa e todos aqueles que acederam ao nosso convite para estarem presentes nesta sessão de encerramento e de entrega de prémios da 31ª edição do Festival Internacional de Cinema do Porto. Cumprimento igualmente, e muito agradeço, aos nossos patrocinadores Unicer e Zon que, através da SuperBock e do Mov respectivamente, garantiram que esta nova e fantástica edição do nosso Fantas se pudesse à última hora realizar. Tudo isto porque existiu um desinvestimento no Festival da parte do Estado e da Autarquia em mais de 120 mil euros, o que representa uma quebra de cerca de 40% relativa a 2010. Não fossem as parcerias realizadas com muitas empresas que, num autêntico regresso ao século 19...assim vai este país, trocaram serviços connosco, como se de comunalismo se tratasse, e esta edição não se poderia ter concretizado. No fundo, este Fantas “de resistência e contra ventos e marés”, como a Beatriz Pacheco Pereira afirmou no seu discurso de abertura, deve-se à dádiva dos “mais pequenos”. De pequenas e médias empresas que, apesar da situação complicada que vivem no seu quotidiano, quiseram estar connosco e viabilizar este Festival.   Um Festival que voltando a ser um êxito estrondoso, contou com a exibição de mais de 300 filmes, 87% deles inéditos em Portugal e permitiu ao Fantasporto, em parceria com a Universidade do Porto e a Universidade Católica, produzir 17 filmes (que serão, nos próximos anos, imagem da cultura portuguesa e do Fantasporto, em todo o Mundo, através da sua exibição em festivais). No fundo, voltamos a fazer serviço público, substituindo-nos ao Estado e Autarquia, dando de novo a conhecer este Porto, este pais, a nossa cultura ao Mundo. Uma edição que teve o maior número de sempre de convidados estrangeiros (cerca de trezentos ligados à industria do Cinema e à Comunicação Social Internacional) e que, não fora o apoio do programa Media da União Europeia, não poderiam ter estado por cá, abrilhantado o Festival com a sua presença. Pelo décimo primeiro ano consecutivo e numa percentagem sempre superior a 90% da globalidade dos filmes exibidos, promovemos o cinema europeu que, no Fantas tem sido divulgado, promovido e prestigiado.   Veja-se a Espanha que, em menos de 15 anos apostou nesta ligação cultura e turismo e, esta indústria, a que também se poderá chamar do Lazer, é agora a segunda mais importante desse país, algo que aliás acontece  na maioria dos países europeus. Pena é que em Portugal se pense na cultura como “gastar” e não como “investir” atribuindo orçamentos de 0,000000 qq coisa para a cultura. É, por exemplo estranho ver o Estado apoiar uma qq empresa estrangeira para produzir componentes automóvel em Portugal. Mas nada para a Cultura. A razão dada é sempre a mesma: é mais importante apoiar uma indústria tradicional do que promover a imagem de um Portugal culto e turístico que faça crescer rapidamente, por exemplo, a sua área de serviços e logicamente o emprego. Mas, o que tem de se dizer é que a Cultura é também uma 
