Globalização.
Um termo que se passou a usar para uma sociedade que, como a nossa, deixou de
ter fronteiras físicas ou económicas. Independentemente dos custos envolvidos
nas importações feitas de todo o Mundo, o que “vale” é o preço mais baixo. A
qualidade deixou de ser, na maioria dos casos, preterida para o “facilitismo”
de colocar à disposição dos cidadãos “produtos” a preços atrativos, baixos,
capazes de “vender”, mesmo em altura de “crise” e “recessão”. É também significativo
que as empresas quando atingem um grau de produção e de imagem que lhes garanta
“retorno financeiro” “reproduzem-se por todo o Mundo “como se de cogumelos se
tratasse”. São as grandes multinacionais que estão por toda a parte. Vemo-las
nos nossos Centros Comerciais e nas ruas principais das grandes cidades e
chegam ao consumidor capaz de pagar a “marca”. Sim a “marca”…essa invenção que,
através das campanhas média tornam comercialmente apetecíveis os seus produtos.
Seja roupa, seja electrónica, seja…Sobretudo os mais jovens habituaram-se a
“possuir” esses produtos…até porque os seus colegas de carteira na escola ou o
vizinho do lado…já têm! Quando entro num supermercado ou numa qualquer outra
área comercial deparo-me com a existência de produtos importados de todo os
cantos do Mundo. Poucos são de origem portuguesa. Mais uma prova de que vivemos
numa economia à escala global. Quem vende, como disse, tem de cativar, através
do baixo preço, os compradores. Quem sai beneficiado é, de facto, o consumidor final
que, devido a esta lógica comercial, até pode ter perdido o seu emprego, porque
a empresa onde trabalhava “deixou-se abater” por esses potentados económicos
que invadiram os mercados. Estranho Mundo, este em que vivemos!
Quando se fala de comunicação fala-se da internet. Todos temos acesso a ela. Ou para trabalhar ou para o lazer. Já não é preciso sair de casa para fazer quase nada. Em todas as valências a internet é um meio seguro para garantir o contacto imediato, a informação, e por aí passam também todas as campanhas capazes de “nos obrigar” a comprar um qualquer produto. Até já se fazem as compras de supermercado via internet. Já se procuram os preços mais baixos para um hotel, para uma viagem e se fazem as respectivas marcações através desse meio em detrimento das, cada vez menos necessárias e tradicionais, agências de viagens. Se procuramos um livro, um disco, um brinquedo, roupa…enfim o que necessitamos…temos ali acesso às opções mais diversas e, muitas vezes a preços imbatíveis. Se queremos uma música, um disco e agora também um filme faz-se um download e gravam-se nos mais diversos formatos que sejam compatíveis com o hardware que tivermos para manter na nossa posse em definitivo os produtos culturais que pretendemos. Enfim…até se poderá dizer que o Mundo como o conhecemos já não poderia sobreviver sem esse recurso, cada vez mais avançado tecnologicamente. Essa tecnologia tem agora os mais diversos suportes: os computadores, I pad´s, tablets com sistema andróide, telefones multimédia... Em todo o lado para onde possamos ir temos o acesso total ao Mundo. Há uns seis anos a denominação de Web 2.0 foi o “palavrão” avançado por um norte-americano quando a fusão da imagem em movimento e do texto permitiram à internet dar o seu primeiro grande “salto” tecnológico mas, cada vez mais se pode falar de uma perigosíssima Web 3! A tal totalmente interactiva que, em função das pesquisas que cada utilizador, cria o seu perfil e publicita os mais diversos produtos correspondentes ao “gosto” do cibernauta. Este é um tema francamente importante que sugiro comecem a analisar. A nossa privacidade desapareceu de vez! Até as “máquinas” já sabem quem somos, do que gostamos! E quem utilizar as redes sociais, pior é. A tal Web 3 deixa-nos verdadeiramente “nús”!
Quando se fala de comunicação fala-se da internet. Todos temos acesso a ela. Ou para trabalhar ou para o lazer. Já não é preciso sair de casa para fazer quase nada. Em todas as valências a internet é um meio seguro para garantir o contacto imediato, a informação, e por aí passam também todas as campanhas capazes de “nos obrigar” a comprar um qualquer produto. Até já se fazem as compras de supermercado via internet. Já se procuram os preços mais baixos para um hotel, para uma viagem e se fazem as respectivas marcações através desse meio em detrimento das, cada vez menos necessárias e tradicionais, agências de viagens. Se procuramos um livro, um disco, um brinquedo, roupa…enfim o que necessitamos…temos ali acesso às opções mais diversas e, muitas vezes a preços imbatíveis. Se queremos uma música, um disco e agora também um filme faz-se um download e gravam-se nos mais diversos formatos que sejam compatíveis com o hardware que tivermos para manter na nossa posse em definitivo os produtos culturais que pretendemos. Enfim…até se poderá dizer que o Mundo como o conhecemos já não poderia sobreviver sem esse recurso, cada vez mais avançado tecnologicamente. Essa tecnologia tem agora os mais diversos suportes: os computadores, I pad´s, tablets com sistema andróide, telefones multimédia... Em todo o lado para onde possamos ir temos o acesso total ao Mundo. Há uns seis anos a denominação de Web 2.0 foi o “palavrão” avançado por um norte-americano quando a fusão da imagem em movimento e do texto permitiram à internet dar o seu primeiro grande “salto” tecnológico mas, cada vez mais se pode falar de uma perigosíssima Web 3! A tal totalmente interactiva que, em função das pesquisas que cada utilizador, cria o seu perfil e publicita os mais diversos produtos correspondentes ao “gosto” do cibernauta. Este é um tema francamente importante que sugiro comecem a analisar. A nossa privacidade desapareceu de vez! Até as “máquinas” já sabem quem somos, do que gostamos! E quem utilizar as redes sociais, pior é. A tal Web 3 deixa-nos verdadeiramente “nús”!
Mário
Dorminsky
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